<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408</id><updated>2012-02-16T10:31:01.415-08:00</updated><title type='text'>Chão Potyguar</title><subtitle type='html'>Um passeio pelas cidades do Rio Grande do Norte, terra do grande guerreiro Poty, da taba dos Igapós, chefe da nação potyguar. Os textos e imagens contidos nesse blog são frutos de árduos trabalhos de pesquisa e NÃO podem ser copiados (parcial ou integral) sem a devida autorização do jornalista Alex Gurgel, detentor dos direitos autorais.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-2782056505374075179</id><published>2010-08-12T13:23:00.000-07:00</published><updated>2010-08-13T08:21:05.732-07:00</updated><title type='text'>Nísia Floresta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Uma homenagem literária à Vila de Papary&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO AGRESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRau7YMMPI/AAAAAAAAFLU/Su5jsqdjN08/s1600/nisia001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504624406813225202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRau7YMMPI/AAAAAAAAFLU/Su5jsqdjN08/s400/nisia001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A pesca sempre farta dentro das lagoas e as terras de boa qualidade para o plantio de várias lavouras serviram de impulso para o progresso econômico do povoado, que até hoje se mantém baseado na agricultura, na pecuária, na pesca e também na força turística de suas praias e lagoas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os primeiros habitantes da região de Papary, conhecida desde 1607, foram os índios Tupis. O Nome Papary originou-se de uma lagoa de pesca abundante, existente no território, ao lado das lagoas Guaraíras e Papeba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro “Nomes da Terra”, Luís da Câmara Cascudo escreve: “Selvagens que ali demoravam, ignorantes de meios de armadilhas de pescar, organizavam pequenas balsas de madeira, amarradas em cipós; punham sobre elas ramos de cajueiros e então, aparelhados, vadeavam a lagoa e agitando com as varas, provocavam o salto do peixe ‘pari’ que caía entre os ramos sobre as balsas, fendo desse modo os indígenas as suas pescarias, que quer dizer ‘salto de peixe’. Com a fusão das línguas tupi e portuguesa, o nome modificou para o Papary, com o qual foram denominada a Lagoa e a Vila”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1703, já com a presença portuguesa, o povoado começou a erguer a igreja de Nossa Senhora do Ó, concluída somente 52 anos depois, em 1755. Foi pela Lei Provincial que o povoado desmembrou-se de São José de Mipibu, tornando-se município com o nome de Vila Imperial de Papary. A atual denominação Nísia Floresta foi dada pelo Decreto-lei, em de 23 de dezembro de 1948, em homenagem à sua mais ilustre filha, a escritora Nísia Floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município de Nísia Floresta está localizado na Região Litoral Agreste do Estado, a 43 quilômetros, onde residem cerca de 20 mil pessoas. Nísia Floresta conta com a beleza da praia de Búzios, Pirangi do Sul, Barra de Tabatinga, Barreta e Camurupim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há o encantamento das lagoas Boágua, Carnaúba, Carcará, Redonda, Bomfim e Ferreira. A gastronomia da cidade oferece o famoso camarão da região, prato predileto na culinária potiguar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRauQVIGXI/AAAAAAAAFLM/pOXxcfeuUec/s1600/nisia002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504624395257649522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRauQVIGXI/AAAAAAAAFLM/pOXxcfeuUec/s400/nisia002.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Gigante Baobá&lt;/strong&gt; - Um dos maiores do Brasil, com um tronco de quatro metros de diâmetros, 13 metros de circunferência e uma copa de aproximadamente 19 metros de altura, plantada em 1877 por Manuel de Moura Júnior e tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional, no ano de 1965. O baobá, mundialmente conhecido pelo livro “O Pequeno Príncipe”, do escritor francês Saint Exupéry, é uma árvore natural do continente africano e virou um dos ícones de Nísia Floresta. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRauAmHjnI/AAAAAAAAFLE/OlV2bNJR62E/s1600/nisia003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504624391033949810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRauAmHjnI/AAAAAAAAFLE/OlV2bNJR62E/s400/nisia003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Estação de Papary&lt;/strong&gt; -Edificada em 1881 pelos ingleses da companhia Great Western. Feita em estilo neoclássico, com arcos em estilo gótico, ela foi tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual do Meio Ambiente, em dezembro de 1984. Atualmente, abriga o restaurante Marinas Camarões.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504622337695520818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRY2fUFmDI/AAAAAAAAFJ8/KA__uTuEXbU/s400/nisia0012.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mausoléu de Nísia&lt;/strong&gt; - Túmulo onde estão depositados os restos mortais da escritora Nísia Floresta. Foi um monumento erguido em 1909, pelo governador Alberto Maranhão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504622338334172370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRY2hsWpNI/AAAAAAAAFKE/lUzn9NjeWNw/s400/nisia0011.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Igreja de Nossa Senhora do Ó&lt;/strong&gt; - Erguida pelos portugueses em estilo barro, a Igreja foi concluída em 1755. Num altar folheado a ouro se destacam duas imagens bem antigas, vindas de Portugal: São Benedito e a padroeira Nossa Senhora do Ó.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRatzizLVI/AAAAAAAAFK8/P_cygogVSMw/s1600/nisia004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504624387530370386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRatzizLVI/AAAAAAAAFK8/P_cygogVSMw/s400/nisia004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Quem foi Nísia Floresta?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ela nasceu em Papary, mais precisamente no Sítio Floresta em 1810. Filha de uma das mais importantes famílias da região, Dionísia Gonçalves Pinto, seu nome de batismo, entrou para história como uma escritora que teve coragem de pensar e defender suas idéias, consideradas revolucionárias pela sociedade conservadora da época. Ela entrou para o mundo literário com um pseudônimo que se tornou internacionalmente conhecido, o de Nísia Floresta Brasileira Augusta. A escritora de Papary tornou-se famosa, sendo admirada por muitos e questionada por outros tantos. Era tida como extraordinária, notável, ao mesmo tempo em que era considerada mestiça e indecorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504622325178232530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRY1wru7tI/AAAAAAAAFJs/B9IJt6Vz6G0/s400/nisia0014.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Nísia Floresta no Cinema&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A produtora cultural Izabela Camilo, depois de pesquisar durante mais de dez anos sobre a vida e obra de Nísia Floresta, pretende contar essa história através das telas de cinema. A pesquisadora convidou a atriz Lucélia Santos para a direção do filme, que antes seria dirigido por Luiz Carlos Lacerda, o mesmo diretor de “For All, Trampolim da Vitória”. De acordo com Izabela Camilo, parte das tomadas no Rio de Janeiro também servirá para ambientar o período em que Nísia passou em Paris, lugar onde a poetiza potiguar teve um contato estreito com o escritor Auguste Comte, o pai do positivismo. Segundo Izabela, a idéia de lançar o filme, cujo título é “Nísia Floresta, a Brasileira Augusta”, partiu do pressuposto de que poucas pessoas no Brasil, e no próprio Estado do Rio Grande do Norte, conheçam esse ícone feminino da cultura. “Tudo pelo qual ela lutou, ao longo de sua vida, foi e continua sendo atual”, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRatrG-NII/AAAAAAAAFK0/cca4-1ZrhWg/s1600/nisia005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504624385266168962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRatrG-NII/AAAAAAAAFK0/cca4-1ZrhWg/s400/nisia005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; O município é um grande produtor de camarão. Água de boa qualidade garante o cultivo da carcinocultura.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaSuELd_I/AAAAAAAAFKs/D83PPA8AIB4/s1600/nisia006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504623922203293682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaSuELd_I/AAAAAAAAFKs/D83PPA8AIB4/s400/nisia006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Lagoa do Carcará, uma das várias lagoas de Nízia Floriesta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaSGUMLRI/AAAAAAAAFKk/gkzqfPLVh64/s1600/nisia007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504623911533030674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaSGUMLRI/AAAAAAAAFKk/gkzqfPLVh64/s400/nisia007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Lazer e descanso na Lagoa do Carcará, atraindo turistas de todo o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaR_dGPoI/AAAAAAAAFKc/u79hklscbr8/s1600/nisia008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504623909691342466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaR_dGPoI/AAAAAAAAFKc/u79hklscbr8/s400/nisia008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Vista parcial da cidade de Nísia Floresta, guardando uma atmosfera interiorana.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaRfL2R6I/AAAAAAAAFKU/uQb0L0umvLc/s1600/nisia009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504623901029058466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaRfL2R6I/AAAAAAAAFKU/uQb0L0umvLc/s400/nisia009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Detahes da fachada do cemitério público.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaROHsaCI/AAAAAAAAFKM/JvUT3vlxgO4/s1600/nisia0010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504623896448231458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRaROHsaCI/AAAAAAAAFKM/JvUT3vlxgO4/s400/nisia0010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Casarão colonial guardando histórias de Nísia Floresta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRY2cMh8rI/AAAAAAAAFJ0/83HW-4uDIr0/s1600/nisia0013.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504622336858518194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRY2cMh8rI/AAAAAAAAFJ0/83HW-4uDIr0/s400/nisia0013.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Estação de trem Papary transformou-se num restaurante aconchegante, onde serve comidas típicas e o melhor camarão da região.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-2782056505374075179?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/2782056505374075179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=2782056505374075179' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2782056505374075179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2782056505374075179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/08/nisia-floresta.html' title='Nísia Floresta'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TGRau7YMMPI/AAAAAAAAFLU/Su5jsqdjN08/s72-c/nisia001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-2457550183576133544</id><published>2010-08-04T07:08:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T07:53:13.371-07:00</updated><title type='text'>Nova Cruz</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A nova cruz e a lenda da anta esfolada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO AGRESTE&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28iEbzmI/AAAAAAAAFGY/JaOMWx146AY/s1600/nova_cruz01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501559202119405154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28iEbzmI/AAAAAAAAFGY/JaOMWx146AY/s400/nova_cruz01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Pórtico de entrada dá as boas vindas ao turista que vem à Nova Cruz.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Visitar o sertão de Nova Cruz é vencer os agrestes e atirar os olhos no espetáculo das juremas em flor quando o inverno chega, como se as chuvas temporã trouxesse os vaqueiros para a beira do Rio Curimataú somente para sentir o cheiro da caatinga. O frondoso rio era um bom lugar para o descanso dos vaqueiros, vindos da Paraíba, quando passavam com seus rebanhos de gados e aboiando o canto liberto do sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os vaqueiros encontravam água perene do Rio Curimataú, terra abundante para pastos e um povo acolhedor, muitos fixaram moradia. No início da colonização, o povoado foi chamado de Urtigal, pela quantidade de urtigas existentes na região. Logo depois, o nome do lugar foi mudado para Anta Esfolada, em virtude de alguns fatos curiosos ocorridos na localidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Existia no território uma anta com espírito maligno. Em determinado dia um astuto caçador conseguiu prender o animal numa armadilha. Na ânsia de tirar o feitiço da anta, o caçador partiu para esfolar o animal vivo. Mas logo no primeiro talho a anta conseguiu escapar, deixando para trás sua pele e penetrando mata adentro”, escreveu o jornalista Manoel Dantas, no seu livro Homens de Outrora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A anta esfolada ficou amedrontando os moradores e o lugar ficou conhecido como Anta Esfolada durante muito tempo. Reza a lenda que um missionário jesuíta fez uma cruz com os ramos do inharé (arbusto abundante naquele tempo) e fincou no alto de uma pedra por onde a anta costumava passar. Depois da nova cruz, a anta nunca mais foi vista e a cidade ficou conhecida como Nova Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para preservar a memória da cidade, a Praça do Marco Zero é testemunha silente, onde foi fundada Nova Cruz, nos idos de 1852. De acordo com Manoel Dantas, foi neste local que o frei jesuíta Serafim fincou a cruz. Para o povo da cidade, a nova cruz representa a história que deu vida à cidade, preservando a memória do povo sertanejo que mora na ribeira do Rio Curimataú. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Passeando pela memória de Nova Cruz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28Z500qI/AAAAAAAAFGQ/66qrSnOSJ6M/s1600/nova_cruz02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501559199927423650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28Z500qI/AAAAAAAAFGQ/66qrSnOSJ6M/s400/nova_cruz02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt; Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, símbolo de devoção e fé.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem vem à Nova Cruz, a dica é fazer uma visita a Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Construída no início do século passado, a igreja é um prédio imponente, como seu altar-mor e suas colunas interiores que lembram colunas de igrejas góticas. Além do seu valor arquitetônico, a Igreja Matriz tem o seu valor sentimental, a grande maioria dos nova-cruzenses se batizou, crismou, fez a primeira comunhão e casou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No alto do bairro São Sebastião, uma igreja majestosa se destaca com os sinos anunciando as horas mortas da tarde. Para celebrar a devoção do glorioso São Sebastião, a cidade faz festa no dia 20 de janeiro onde uma grande procissão carrega a fé do povo no andor do santo, pedindo um ano de bom inverno. Após a novena, a programação mundana acontece com quermesse e atrações musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela beleza, o prédio da Prefeitura de Nova Cruz é uma atração que vale uma foto. Construído especialmente para ser a sede do executivo municipal, o edifício apresenta traços arquitetônico de art decó, no melhor estilo dos prédios do início do século passado. Localizado no centro da cidade, o imponente prédio merece ser observado e se o visitante tiver sorte, poderá entrar para visitá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construída em fins do século XIX, aproximadamente em 1883, o prédio da Casa da Cultura de Nova Cruz é outro exemplo da conservação do patrimônio arquitetônico da cidade. Antigamente, funcionava a estação ferroviária. Sua arquitetura segue o padrão das demais estações, aplicado pelos ingleses ainda no tempo da antiga Great Western. Hoje, a Casa de Cultura apresenta a fina flor das manifestações culturais da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Nova Cruz, vários casarios imponentes podem ser vistos em toda a cidade, resquício de uma época quando a cana-de-açúcar era o grande produto agrícola. Localizado por trás da Igreja Matriz, o casarão de “Seu Euzébio” foi erguido no início do século XIX e merece uma visitação para observar a cúpula romana no final da escada e uma grande varanda. Detalhes na fachada com eira e beira.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma festa no campo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28GXZIBI/AAAAAAAAFGI/m1DGmLcvWc8/s1600/nova_cruz03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501559194682728466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28GXZIBI/AAAAAAAAFGI/m1DGmLcvWc8/s400/nova_cruz03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Rua central que movimenta o comércio da região.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das melhores épocas para visitar o sertão é durante o mês de junho, quando o inverno trás as festas juninas ainda úmidas da chuva. Nesse tempo, o visitante pode colher, na paisagem sertaneja, o encanto das tardes muito bem escondidas nos barreiros na beira das estradas. Quietas, as casinhas cochilam com suas mulheres esperando seus homens cansados de roça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vem na estrada potiguar para entrar na cidade, antes de cruzar a ponte que corta o Rio Curimataú, a Fazenda Santa Gertrudes é logo vista, tendo como sentinela permanente a estátua do velho Diógenes da Cunha Lima, patriarca de uma família de políticos e advogados que atuam em terras paraibanas e potiguares. Muito bem cuidada, a fazenda é uma tradicional referência para a identidade do seu povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de festa, a Fazenda Santa Gertrudes abriga centenas de vaqueiros que participam de uma cavalgada que cruza os estados da Paraíba e Rio Grande do Norte. Forró pé de serra e cachaça boa fabricada na região animam os vaqueiros que participam de um dia inteiro na festa de vaquejada, realizada no pátio da casa grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para refrescar o passeio pelo sertão, um banho no Açude Pau Barriga é a melhor pedida. O açude é um dos reservatórios d’água mais antigos do Rio Grande do Norte, que sempre abasteceu a cidade até a chegada da adutora. Atualmente, o açude abriga as melhores festas do município e, em tempos de carnaval, é o point da moçada mais jovem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizado na Fazenda Lapa, o Açude Pau Barriga é uma das grandes atrações turísticas de Nova Cruz que pode encantar o visitante. O local tem um clima agradável e é rodeado de belos visuais. Currais de gado e a casa grande da fazenda são atrações a parte que encantam o visitante pela simplicidade de uma vida no sertão de Nova Cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl27kmdSGI/AAAAAAAAFGA/4K4yhSZ6P_g/s1600/nova_cruz04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501559185619109986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl27kmdSGI/AAAAAAAAFGA/4K4yhSZ6P_g/s400/nova_cruz04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Arquitetura Arte decó do prédio da Prefeitura de Nova Cruz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl27n2vihI/AAAAAAAAFF4/frjXWhJx6vw/s1600/nova_cruz05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501559186492721682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl27n2vihI/AAAAAAAAFF4/frjXWhJx6vw/s400/nova_cruz05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt; Igreja São Sebastião, no bairro que leva o nome do padroeiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2kCUi9gI/AAAAAAAAFFw/sH51oby3NCI/s1600/nova_cruz06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558781280187906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2kCUi9gI/AAAAAAAAFFw/sH51oby3NCI/s400/nova_cruz06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt; Rua mais antiga da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2j6GSWTI/AAAAAAAAFFo/kZKKfQq6N5Q/s1600/nova_cruz07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558779072895282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2j6GSWTI/AAAAAAAAFFo/kZKKfQq6N5Q/s400/nova_cruz07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Estação de trem que virou Casa de Cultura.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2jdfJ-3I/AAAAAAAAFFg/BLJ8rF95anA/s1600/nova_cruz08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558771392576370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2jdfJ-3I/AAAAAAAAFFg/BLJ8rF95anA/s400/nova_cruz08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Açude Pau Barriga.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2jFHSyLI/AAAAAAAAFFY/8fmAN2Ar5yY/s1600/nova_cruz09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558764850038962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2jFHSyLI/AAAAAAAAFFY/8fmAN2Ar5yY/s400/nova_cruz09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt; Fazenda da família Cunha Lima, na entrada da cidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2i3SNxYI/AAAAAAAAFFQ/5IQhirApLK0/s1600/nova_cruz010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558761137751426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2i3SNxYI/AAAAAAAAFFQ/5IQhirApLK0/s400/nova_cruz010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt; Cruz chantada em homenagem a anta esfolada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FzBHbOI/AAAAAAAAFFI/DXAHpIZpd6M/s1600/nova_cruz011.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558261776084194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FzBHbOI/AAAAAAAAFFI/DXAHpIZpd6M/s400/nova_cruz011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt; Praça e o colégio Nossa Senhora do Carmo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FbwD0kI/AAAAAAAAFFA/dQWWqMl_e74/s1600/nova_cruz012.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558255530529346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FbwD0kI/AAAAAAAAFFA/dQWWqMl_e74/s400/nova_cruz012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Ponte sobre o Rio Curimataú.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FKTm9jI/AAAAAAAAFE4/m91YkqIlO9g/s1600/nova_cruz013.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558250847794738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2FKTm9jI/AAAAAAAAFE4/m91YkqIlO9g/s400/nova_cruz013.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt; Casarão mais antigo da cidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2ErLngoI/AAAAAAAAFEw/nt0Dfv0D52M/s1600/nova_cruz014.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501558242492777090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl2ErLngoI/AAAAAAAAFEw/nt0Dfv0D52M/s400/nova_cruz014.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt; Divisa da PB com o RN não há área rural, as cidades se emendam.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-2457550183576133544?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/2457550183576133544/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=2457550183576133544' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2457550183576133544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2457550183576133544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/08/nova-cruz.html' title='Nova Cruz'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFl28iEbzmI/AAAAAAAAFGY/JaOMWx146AY/s72-c/nova_cruz01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-3274952890905332217</id><published>2010-08-03T15:45:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T02:44:26.630-07:00</updated><title type='text'>Lajes Pintadas</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A lenda no riacho dos desenhos rupestres&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO AGRESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicudJUayI/AAAAAAAAFEY/6dk9Gf4V1sc/s1600/lajes_pintadas01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501319266744691490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicudJUayI/AAAAAAAAFEY/6dk9Gf4V1sc/s400/lajes_pintadas01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Matriz de São Francisco no centro de Lajes Pintadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Localizado na Região do Traíri, o município de Lajes Pintadas está a 135 quilômetros de distância de Natal, onde uma população urbana e rural abriga, aproximadamente, 5.300 pessoas habitando numa área serrana de clima agradável. Desmembrada do município de Santa Cruz, a cidade de Lajes Pintadas foi criada em 31 de dezembro de 1958.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Câmara Cascudo, no livro “Nomes da Terra”, o riacho das Lajes Pintadas, afluente dos Rios Inharé e Traíri, tem esse nome por suas águas banharem algumas pedras com escrituras rupestres na localidade, desenhos deixados por antigos moradores daquelas serras. Mas, conforme a historiografia local, as lajes foram explodidas pelos proprietários da terra para abrir estradas. Os pedaços de rocha foram usados como paralelepípedos. Uma perda cultural e histórica imensurável, sentida por todos os moradores e estudiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu livro, o Mestre Cascudo diz que o antigo proprietário das Lajes Pintadas, João Francisco Borges, reunia os moradores rurais para promover cultos religiosos a São Francisco de Assis, em torno do quadro do santo que trouxera do sertão do Canindé, no Ceará. A Capela de São Francisco foi construída em 1935, pelos irmãos Eduardo e Elias Borges. “O quadrinho com o primitivo São Francisco, trazido do Canindé, ainda existe na Igreja São Francisco”, revela Cascudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religiosidade sempre foi uma constante em Lajes Pintadas, fazendo com que o Padre Benjamim Sampaio, na época vigário de Santa Cruz, agraciasse a comunidade com uma imagem de São Francisco vinda do Orago, no Rio de Janeiro. Durante a procissão de São Francisco, sempre realizada no dia 4 de outubro, é comum ver adultos, jovens e crianças vestidas de marrom, com os pés descalços como franciscanos, pagando promessas por graças alcançadas. Casamentos, batizados e crismas também são realizados durante as festividades em homenagem ao Santo.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A criatividade impulsiona a economia da cidade&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicua6g__I/AAAAAAAAFEQ/3oKVHLZk8Cs/s1600/lajes_pintadas02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501319266145730546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 262px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicua6g__I/AAAAAAAAFEQ/3oKVHLZk8Cs/s400/lajes_pintadas02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Açude da cidade contribui para a economia com a pesca e ajuda o abastecimento de água em tempos de seca.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lajes Pintadas tem sua atividade econômica voltada para a agricultura familiar, a pecuária e o serviço público. O artesanato lasjespintadense tem como base o sisal para confecção de tapetes e ornamentos domésticos e a pedra sabão, usada para esculturas e peças de acabamento na construção civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os artesões locais, através da Associação dos Artesões de Lajes Pintadas, têm suas obras vendidas para a capital do Estado e alguns países da Europa, como Itália, Espanha e Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade ainda possui um grande potencial em mineração, uma reserva econômica que já está sendo explorada. A região de serras é rica em minérios como água marinha, feldspato, quartzo rosa, berilo, tantalita, mica, entre outras pedras. Hoje, com o incentivo da Prefeitura na mineração, é empregado mais de 60 pais de família.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Teatro e cultura popular&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501318804132818178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 293px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicThyDbQI/AAAAAAAAFDw/F8I6dHFZxIY/s400/lajes_pintadas06.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Peça teatral no adro da antiga capela de São Francisco demonstra a devoção no santo e mostra o talento teatral dos filhos de Lajes Pintadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resgatando a cultura popular e mantendo a tradição religiosa, a administração municipal incentivou a criação do “Auto de São Francisco”, um espetáculo teatral ao ar livre, envolvendo somente moradores do município na produção e na dramaturgia. Todo ano, o Auto de São Francisco é apresentado nos dias 4 e 5 de outubro, durante as comemorações da festa do padroeiro, atraindo um grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliando as tradições religiosas, um povo acolhedor e a boa vontade do executivo municipal, Lajes Pintadas vem se despontando como uma cidade que se desenvolve rápido, criando melhores oportunidades de vida para esse povo sertanejo. O espetáculo teatral Auto de São Francisco é um exemplo vivo, uma das formas que os lajespintadenses têm para conquistar sua própria identidade cultural, contando a história do Santo e dos desenhos rupestres que viraram lenda.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFictyLZeCI/AAAAAAAAFEI/Wc0lrzspGBI/s1600/lajes_pintadas03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501319255210686498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 271px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFictyLZeCI/AAAAAAAAFEI/Wc0lrzspGBI/s400/lajes_pintadas03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; Riacho onde havia as escrituras rupestres que davam nome a cidadee foi explodida pelo priprietário que vendeu como paralelepípedo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFictu7GmHI/AAAAAAAAFEA/0LLLAsDoslo/s1600/lajes_pintadas04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501319254337034354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFictu7GmHI/AAAAAAAAFEA/0LLLAsDoslo/s400/lajes_pintadas04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; Matrix de São Francisco de Assis.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicTzc1YDI/AAAAAAAAFD4/nwyChkZMMx8/s1600/lajes_pintadas05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501318808875655218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicTzc1YDI/AAAAAAAAFD4/nwyChkZMMx8/s400/lajes_pintadas05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Ensaio da pela teatral no adro da capela de São Francisco.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicTFK_tbI/AAAAAAAAFDo/MuRWpP-vMNk/s1600/lajes_pintadas07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501318796452804018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 287px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicTFK_tbI/AAAAAAAAFDo/MuRWpP-vMNk/s400/lajes_pintadas07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Peça sendo ensenada em homenagem a São Francisco, padroeiro de Lajes Pintadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicS5YN9OI/AAAAAAAAFDg/nMMIG3TKr-M/s1600/lajes_pintadas08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501318793287038178" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicS5YN9OI/AAAAAAAAFDg/nMMIG3TKr-M/s400/lajes_pintadas08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Cena do Auto de São Francisco, realizado pelos moradores da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-3274952890905332217?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/3274952890905332217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=3274952890905332217' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3274952890905332217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3274952890905332217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/08/lajes-pintadas.html' title='Lajes Pintadas'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/TFicudJUayI/AAAAAAAAFEY/6dk9Gf4V1sc/s72-c/lajes_pintadas01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-5564392479427048080</id><published>2010-04-12T14:35:00.000-07:00</published><updated>2010-04-12T15:40:42.102-07:00</updated><title type='text'>Mossoró</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O melhor destino entre o sertão e o litoral&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO OESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2gS0wvI/AAAAAAAAEsg/IOq4GEQ3iDU/s1600/mossoro001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369737894281970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2gS0wvI/AAAAAAAAEsg/IOq4GEQ3iDU/s400/mossoro001.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Catedral de Santa Luzia, um dos ícones de Mossoró.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mossoró enfrentou o bando de Lampião e venceu. Oh terra de cabras machos! Naquele 13 de junho, do ano de 27, Virgulino Ferreira invadiu a cidade e foi combatido por bravos resistentes, liderados pelo prefeito Rodoldo Fernandes e pelo Padre Motta, o verdadeiros heróis da saga mossoroense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizada a 267 km de Natal e a 220 km de Fortaleza, Mossoró é a segunda maior cidade do estado do Rio Grande do Norte. Por sua diversidade e riquesa, Mossoró também é conhecida como a “capital do oeste potiguar”, a “terra do sol”, do “petróleo e do sal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de localizar-se no sertão, a cidade possui fácil acesso às praias, sendo Tibau a praia mais próxima com menos de 30 km de distância, seguida pelas deslumbrantes praias de Areia Branca como Upanema (48 Km), Ponta do Mel (53 Km) ou Morro Pintado (50 m).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os mossoroenses sentem orgulho de suas tradições, de um passado ilustrado de fatos históricos e de suas festas juninas, formando um tripé de atrações, que ao longo dos últimos anos vêm atraindo muita gente para a cidade. A realização de grandes eventos populares vem criando uma identidade cultural que tem chamado a atenção do turista, aqueles que querem conhecer de pertos nossas raízes sertanejas. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Capital da cultura potiguar&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2Uxg4AI/AAAAAAAAEsY/NdIYDw3aEDw/s1600/mossoro002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369734801776642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2Uxg4AI/AAAAAAAAEsY/NdIYDw3aEDw/s400/mossoro002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;A moderna arquitetura do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A moderna arquitetura do Teatro Municipal Dix-Huit Rosado em contraste com a Estação das Artes Eliseu Ventania, a antiga estação ferroviária que se transformou em pólo cultural, completam o Corredor Cultural de Mossoró, que oferece excelentes momentos de lazer e cultura para quem faz uma visita a Avenida Rio Branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mossoró também é considerada a capital cultural do estado, possuindo diversos teatros e uma maratona de eventos, como o Mossoró Cidade Junina (uma das maiores festividades juninas do Brasil), e os espetáculos teatrais a céu aberto como o Chuva de Bala no País de Mossoró, Auto da Liberdade e o Auto de Santa Luzia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mossoró tem também um dos maiores shoppings do Estado, o Mossoró West Shopping (o primeiro do município), que conta com cerca de 140 lojas, praça de alimentação e futuramente cinco salas de cinema. O município também conta com hotéis com águas termais e um executivo da rede de hotéis francesa Ibis.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Corredor Gastronômico da Avenida Rio Branco&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2Fxfg3I/AAAAAAAAEsQ/VX-6bMHMQ7A/s1600/mossoro003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369730775155570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2Fxfg3I/AAAAAAAAEsQ/VX-6bMHMQ7A/s400/mossoro003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Barzinhos e restaurantes estilizados na Avenida Rio Branco.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A grande Avenida Rio Branco se transformou no Corredor Cultural mossoroense, onde o castelo de Branca de Neve e o mundo encantado de Walt Disney fazem parte do complexo Parque da Criança, espaço reservado para a criançada se divertir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casas casadas, coladinhas, bem pintadinhas, que parecem ter surgidas do século 18, forma a praça de convivência onde barzinhos aconchegantes são “points” para a juventude mossoroense e turistas se encontrem numa atmosfera de olhares e paqueras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, o feito da resistência é contado com orgulho pelos mossoroenses. Tanto que a cidade construiu um espaço próprio para homenagear aqueles heróis. Trata-se do Memorial da Resistência de Mossoró. A idéia é permitir que as pessoas façam uma viagem no tempo, para conhecer a Mossoró de 1927 através de grandes painéis. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mossoró Cidade Junina&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTiOaQ2_I/AAAAAAAAEsI/NcimZv7ysJM/s1600/mossoro004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369389496261618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTiOaQ2_I/AAAAAAAAEsI/NcimZv7ysJM/s400/mossoro004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt; Shows na Estação das Artes Elizeu Ventania&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O evento “Mossoró Cidade Junina” ocorre durante todo o mês de junho. Atualmente, já é o maior festejo junino do Rio Grande do Norte e um dos maiores do Nordeste, disputando o título “Capital do Forró” com Campina Grande e Caruaru. Shows de artistas locais e bandas nacionais fazem parte da programação dessa festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” termina, o adro da igreja de São Vicente se esvazia com as pessoas indo à Estação das Artes Eliseu Ventania, sede do evento “Mossoró Cidade Junina”, que na madrugada de um sábado qualquer pode reunir cerca de 30 mil pessoas - público este oriundo de várias partes do Estado e do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto "Mossoró Cidade Junina" não dever nada para outras festas juninas de peso, se consolidando como o terceiro maior são João do Nordeste. Antes mesmo de sair de casa, a população já fazia a sua parte na festa, acendendo fogueiras e estourando traques pela cidade, toda enfeitada para os festejos juninos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Mossoró Cidade Junina” não é apenas um evento fechado para quem gosta de forró e ritmos nordestinos. Em mais de 10 anos, o evento se consolidou como um espaço eclético, um lugar reservado para todos os estilos da musicalidade brasileira e internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a proposta de realizar um evento pluralizado, onde todas as tribos se sintam atraídas, fez com que o “Mossoró Cidade Junina se” transformasse numa grande salada musical para agradar os mais variados públicos com forró, MPB, pop-rock, regue, samba, música-eletrônica, entre outros balanços. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Chuva de Bala no País de Mossoró&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTh4W83YI/AAAAAAAAEsA/gs6dJ72VVqs/s1600/mossoro005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369383576788354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTh4W83YI/AAAAAAAAEsA/gs6dJ72VVqs/s400/mossoro005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Espetáculo é realizado no adro da Igreja São Vicente, no exato local onde aconteceu o fato.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mossoró já conquistou tradição em apresentar grandes espetáculos ao ar livre. Durante todo o ano, são apresentados três grandes eventos ao ar livre: O Chuva de Bala no País de Mossoró (junho), o Auto da Liberdade (setembro) e o Oratório de Santa Luzia (dezembro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contando a história da batalha dos resistentes mossoroenses contra Lampião e seu bando de cangaceiros, no dia 13 de junho de 1927, espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró” acontece em frente à Capela de São Vicente, local onde houve a batalha real, com apresentações sempre no mesmo horário e aberto ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espetáculo reúne mais de 50 atores em cena, todos locais. A direção da peça é assinada pelo potiguar João Marcelino, que também é responsável pelo cenário. O texto é do escritor e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Tarcísio Gurgel, e a música, do maestro Danilo Guanais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensado inicialmente em ser apresentado apenas em 2002, durante as comemorações dos 75 anos do ataque, a montagem teatral acabou se incorporando oficialmente aos festejos da cidade. Hoje, a encenação integra o “Mossoró Cidade Junina”, programação com vários dias de evento que inclui concertos de sanfoneiros, concursos de quadrilhas, feiras de artesanato, violeiros, entre outras atrações locais, regionais e nacionais. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os primeiros habitantes e a história mossoroense&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OThTkL2vI/AAAAAAAAEr4/OVIxmGce0ec/s1600/mossoro006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369373700184818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OThTkL2vI/AAAAAAAAEr4/OVIxmGce0ec/s400/mossoro006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Ponte ferroviária sobre o Rio Mossoró. Lugar onde Lampião e seu bando cruzaram o rio em direção a Mossoró.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os primeiros habitantes da região foram índios monxorós, que eram, segundo o historiador Luiz da Câmara Cascudo, da etnia dos cariris. Alguns historiadores assinalam como da família dos potiguares e até mesmo como tapuias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o Mestre Cascudo, os monxorós eram de tipo baixo, ágil, platicefalo (que tem cabeça chata), com hábitos de guerra e espírito taciturno, características dos cariris. Ainda de acordo com Cascudo, no começo do século XVIII, os monxorós foram banidos para a serra dos Dormentes, em Portalegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1749, vencidos pelos paiacús, auxiliados pelos bandeirantes Carlos Barromeu e Clemente Gomes de Amorim, os moxorós foram finalmente absorvidos por outras tribos mais fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cascudo diz que o topônimo provém dos cariris monxorós ou mossorós. Para Antônio Soares, Mossoró é corruptela de mô-çoroc, vocábulo indígena que significa fazer roturas, o que rasga, rompe ou abre fendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um texto explicando a origem do nome do município, Antônio Soares escreve: “Aplica-se bem ao rio Mossoró, que rasgou ou rompeu a terra marginal em diversos pontos, formando camboas”. No mesmo texto, o autor ainda cita a versão de Saldanhas Marinho, para quem "Mossoró" era corruptela de mororó, árvore muito flexível, resistente e vulgar no norte. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Outras atrações em Mossoró&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTgx2oydI/AAAAAAAAErw/pJWaFVLBWKY/s1600/mossoro007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369364650772946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 273px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTgx2oydI/AAAAAAAAErw/pJWaFVLBWKY/s400/mossoro007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;A “Cidadela” (é uma cidade cenográfica montada ao lado da Capela de São Vicente.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Cidade é montada ao lado da Igreja São Vicente. Todo ano, há uma programação especial para as crianças, que tem como objetivo resgatar brinquedos e brincadeiras populares como pescaria, gato no pote, pau de sebo, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento atrai grupos musicais e atrações itinerantes. O concurso de quadrilhas juninas será outra grande atração. A disputa ocorre numa arena de 1,2 mil metros quadrados, com arquibancadas para 2 mil pessoas. No total, 20 mil integrantes, de 300 quadrilhas, vão apresentar-se ao longo da festa, vestindo coloridas roupas típicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais a pitoresca Fórmula Jegue - corrida com o animal símbolo do sertão nordestino que acontece no “jegódromo”, pertinho da área da Feira do Bode, além de um passeio de burro-taxi pela cidade, completam as atrações do Mossoró Cidade Junina. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Outros retratos de Mossoró&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTgDuF0aI/AAAAAAAAEro/M8hzAYafhTU/s1600/mossoro008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459369352266895778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTgDuF0aI/AAAAAAAAEro/M8hzAYafhTU/s400/mossoro008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Tradicional Festival de quadrilha estilizada e matuta.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDzx0fLI/AAAAAAAAErg/QB8V4pTOWZs/s1600/mossoro009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368866951232690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 256px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDzx0fLI/AAAAAAAAErg/QB8V4pTOWZs/s400/mossoro009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Divisa entre os Estados RN e CE, entre as praias de Tibau (RN) e Icapuí (CE).&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDjTSaSI/AAAAAAAAErY/34MyoUUSz7s/s1600/mossoro0010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368862528203042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDjTSaSI/AAAAAAAAErY/34MyoUUSz7s/s400/mossoro0010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ponte cortando o Rio Mossoró, no centro da cidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDNR5API/AAAAAAAAErQ/ZyTpfiw5NFo/s1600/mossoro0011.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368856616763634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 283px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTDNR5API/AAAAAAAAErQ/ZyTpfiw5NFo/s400/mossoro0011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Praça do Pax, centro de Mossoró. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTC8WlZ9I/AAAAAAAAErI/iHN7pO6-wnA/s1600/mossoro0012.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368852073048018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTC8WlZ9I/AAAAAAAAErI/iHN7pO6-wnA/s400/mossoro0012.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Palácio da Resistência, sede da Prefeitura de Mossoró. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTCaXm8lI/AAAAAAAAErA/POicCREbFdo/s1600/mossoro0013.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368842950537810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OTCaXm8lI/AAAAAAAAErA/POicCREbFdo/s400/mossoro0013.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Memorial da Resistência, na Avenida Rio Branco. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSq2ghx-I/AAAAAAAAEq4/wgKamJPFE88/s1600/mossoro0014.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368438187280354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSq2ghx-I/AAAAAAAAEq4/wgKamJPFE88/s400/mossoro0014.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Grande painéis com fotos originais do gançaço, no Memorial da Resistência. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSquvadHI/AAAAAAAAEqw/HTK3c4iZyjM/s1600/mossoro0015.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368436102231154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSquvadHI/AAAAAAAAEqw/HTK3c4iZyjM/s400/mossoro0015.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Prédio da antiga União Caixeiral &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSqXK1m1I/AAAAAAAAEqo/1uwkNRAMY8Q/s1600/mossoro0016.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368429774805842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSqXK1m1I/AAAAAAAAEqo/1uwkNRAMY8Q/s400/mossoro0016.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Barzinhos e restaurantes do corredor gastronômico, na Avenida Rio Branco. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSqK9GziI/AAAAAAAAEqg/45lUihIi8RI/s1600/mossoro0017.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368426495987234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSqK9GziI/AAAAAAAAEqg/45lUihIi8RI/s400/mossoro0017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Castelo de Cinderela. Praça de brincadeiras para crianças, na Avenida Rio Branco. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSpuG7M0I/AAAAAAAAEqY/VwYK_U3QQI8/s1600/mossoro0018.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459368418752541506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OSpuG7M0I/AAAAAAAAEqY/VwYK_U3QQI8/s400/mossoro0018.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;Espetáculo teatral, realizado na Estação das Artes Elizeu Ventania.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-5564392479427048080?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/5564392479427048080/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=5564392479427048080' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5564392479427048080'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5564392479427048080'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/04/mossoro.html' title='Mossoró'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8OT2gS0wvI/AAAAAAAAEsg/IOq4GEQ3iDU/s72-c/mossoro001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-1345924389155445982</id><published>2010-04-11T08:12:00.000-07:00</published><updated>2010-04-11T08:44:25.104-07:00</updated><title type='text'>Arez</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Resquícios da presença holandesa no RN&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;LITORAL SUL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8Hn0pjjDgI/AAAAAAAAEqA/AcDy1eq4u7I/s1600/abf001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458899115043917314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8Hn0pjjDgI/AAAAAAAAEqA/AcDy1eq4u7I/s400/abf001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; Grupo de turistas que visitou a histórica cidade de Arez.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A histórica cidade de Arez está localizada na beira da lagoa de Guaraíras, distante 70 km de Natal. Na cidade, a Igreja São João Batista de Guaraíras chama logo a atenção dos visitantes. Essa é uma igreja jesuíta, considerada uma das mais antigas do Brasil. A construção levou 17 anos de mão de obra indígena e escrava para ser concluída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centro da cidade de Arez ainda guarda um atmosfera interiorana e completamente despreparada para receber o turista de aventura ou o visitante que busca pela história potiguar. A reportagem procurou o museu da cidade em pleno domingo e foi informado que estava fechado, contrariando a regra de abrir aos finais de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma peça bélica holandesa chamou a atenção de quem visita a praça em frente a igreja. O Canhão do Fortim da Ilha do Flamengo é uma peça de artilharia pesada usada pelos holandeses nos anos de 1647 a 1652 em batalhas contra os portugueses. É o grande vestígio da presença holandesa na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Fortim foi tomado pelos portugueses quando derrotou os holandeses e o canhão foi abandonado na Ilha do Flamengo, local das batalhas. Alguém viu a importância do canhão e o trouxe para ser preservado. O canhão está em exposição na Praça Leônidas de Paula, no centro da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O visitante ainda pode conferir o famoso cemitério de Arez para conhecer sua fachada, em estilo rococó, construída em 1882 pelo Frei Herculano, um missionário capuchinho, e tombada em 1962 pelo Instituto Histórico Nacional. Não há outro modelo em todo o Nordeste do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro da Igreja de São João Batista das Guaraíras há ainda imagens dos Reis Magos, datadas do século XVII, tombadas em 1962, também pelo Instituto Histórico Nacional. As Peças são policromadas, entalhadas em madeiras e pertencentes à Igreja Matriz de Arez. As imagens estão postas no altar lateral esquerdo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As origens de Arez&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8Hn0NcNPcI/AAAAAAAAEp4/BD3tkFH-vW4/s1600/arez02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458899107496934850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8Hn0NcNPcI/AAAAAAAAEp4/BD3tkFH-vW4/s400/arez02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Pracinha típica do interior, com coreto e ornamentada com carnaúbas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O povoado na beira da lagoa começou quando um grupo de índios, chefiados pelo valente cacique Jacumahuma, resolveu deixar o aldeamento de Papary por causa das desavenças ocorridas, e foi a procura de novas terras. Chegando às margens da Lagoa de Guaraíras, o grupo indígena se estabeleceu e daí surgiu a primeira comunidade da futura vila de Arez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para alguns historiadores, o nome Arez foi dado por um português que em época desconhecida habitou aquela região, batizando-a assim em homenagem a uma vila do Alentejo, em Portugal. Também acham que os índios ao se desligarem da tribo em que viviam em Papary se estabeleceram às margens do rio Jacu, próximo ao local, hoje, denominado Estivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1659, chagavam os padres jesuítas e deram início a catequese junto aos índios da localidade. Logo depois, os jesuítas fundaram a Missão de São João Batista de Guaraíras e construíram a igreja e o convento, ainda hoje existentes. Porém em 1758, os jesuítas foram expulsos da comunidade. Foi nesse ano que a comunidade recebeu o título de vila com o nome de Vila Nova de Arez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As belezas de Arez&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnX1bb0wI/AAAAAAAAEpo/fMl3vBdOHYs/s1600/arez03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458898620014908162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnX1bb0wI/AAAAAAAAEpo/fMl3vBdOHYs/s400/arez03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fachada do cemitério de Arez, em estilo rococó, construída em 1882.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXow-piI/AAAAAAAAEpg/AnIYofTPQO0/s1600/arez04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458898616615609890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXow-piI/AAAAAAAAEpg/AnIYofTPQO0/s400/arez04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Canhão da artilharia holandesa deixado no Fortim de Arez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXS9T5DI/AAAAAAAAEpY/47zUoQ7tMzE/s1600/arez05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458898610761753650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXS9T5DI/AAAAAAAAEpY/47zUoQ7tMzE/s400/arez05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Pracinha com coreto e carnaúbas. Ao fundo a Igreja João Batista de Guaraíras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXEXuCMI/AAAAAAAAEpQ/974CIi2GReQ/s1600/arez06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458898606845987010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnXEXuCMI/AAAAAAAAEpQ/974CIi2GReQ/s400/arez06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; ILha do Flamengo, no meio da Lagoa Guaraíras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnW8XX21I/AAAAAAAAEpI/87N97uYg7LY/s1600/arez01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458898604697049938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8HnW8XX21I/AAAAAAAAEpI/87N97uYg7LY/s400/arez01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Igreja João Batista de Guaraíras, igreja jesuíta considerada uma das mais antigas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-1345924389155445982?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/1345924389155445982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=1345924389155445982' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1345924389155445982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1345924389155445982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/04/arez.html' title='Arez'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S8Hn0pjjDgI/AAAAAAAAEqA/AcDy1eq4u7I/s72-c/abf001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-1088430579721233266</id><published>2010-04-06T08:09:00.000-07:00</published><updated>2010-04-06T09:27:44.714-07:00</updated><title type='text'>Baía Formosa</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A formosa enseada potiguar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO LITORAL SUL &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQGJahpFI/AAAAAAAAEoI/_U3lLJCeVS8/s1600/baia_formosa01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457043440026100818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQGJahpFI/AAAAAAAAEoI/_U3lLJCeVS8/s400/baia_formosa01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt; A baía exuberante que deu nome ao lugar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O nome original da grade baía, dado pelos índios, era Aretipicaba (bebedouro dos papagaios). O topônimo tem sua origem pela existência da única baía no litoral do Rio Grande do Norte. O povoamento do lugar teve início justamente pela baía, onde foi construído um pequeno porto de pesca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o historiador Câmara Cascudo, no mapa de João Teixeira já estava “Bahia Formosa”, uma denominação dada pelos portugueses encantados com a beleza da enseada, aberta para o mar na moldura da floresta. Segundo o Mestre Cascudo, no livro “Nomes da Terra”, Sebo Vermelho Edições, Baía Formosa era habitada doze anos antes da fundação da cidade de Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situada no extremo sul do Estado do Rio Grande do Norte, já na divisa com a Paraíba, a 104 km de Natal, localizada na Região Litoral Agreste, Baía Formosa transformou-se em zona de pesca e praia de pescadores quando terminou o corte de pau-brasil, em meados do século XVIII. “Lavoura de cereais, ajudando as pescarias, notadamente as de albacoras, de outubro a dezembro, abundantes e famosas pelo sabor, capturadas na técnica do corso”, escreveu Cascudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acontecimento mais notável na memória popular foi a “matança de agosto”, em 1877. A mando do latifundiário e dono do Engenho Estrela, João Albuquerque Maranhão Cunhaú foi ao vilarejo e, juntamente com um grupo armado, tentando desalojar os moradores, alegando posse indevida e dizendo-se proprietário da enseada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência foi organizada pelo pescador Francisco Magalhães que, com mais quatorze homens armados com facas e porretes, enfrentaram os agressores em luta violenta, conseguindo rechaçar os invasores. Em novembro de 1892, o núcleo de pescadores tornou-se vila do município de Canguaretama e, nessa época, foi construída a capela de Nossa Senhora da Conceição. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Tranquilidade a beira mar e belos visuais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQFtt-9OI/AAAAAAAAEoA/9EaTVHQLLsw/s1600/baia_formosa02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457043432591520994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQFtt-9OI/AAAAAAAAEoA/9EaTVHQLLsw/s400/baia_formosa02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As pedras formam poços para danhos demorados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O visitante que chega à Baía Formosa depara-se com um impacto visual da baía que originou seu nome. Dourada ou prateada, dependendo da hora do dia, suas águas formam um belíssimo cartão-postal. A partir daí, o visitante vai descobrindo uma paisagem mais bonita que a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baía Formosa é o lugar ideal para alguém com espírito desbravador passar alguns dias, explorando praias desertas, rios encontrando o mar, dunas, falésias, exuberantes lagoas de água doce e os incríveis atrativos da maior reserva de Mata Atlântica do Rio Grande do Norte, a chamada “Mata Estrela”. Tudo ainda ‘quase’ intocado, do jeito que a natureza criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baía Formosa estende-se, pelo litoral, da Barra de Cunhaú ao norte e vai até o distrito de Sagí ao sul, onde se encontra um autêntico povoado caiçara, com palhoças, junto à praia para abrigar as embarcações e apetrechos dos pescadores. O trajeto soma cerca de 30 km de praias, várias delas totalmente desertas, passando pelo imponente farol da cidade, o sinuoso campo de dunas, o início das trilhas para as lagoas e os rios Sagí e Guajú, rodeados pela intocada Mata Atlântica. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Mata Atlântica Preservada&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQFeVZomI/AAAAAAAAEn4/NMOuBN_RR5k/s1600/baia_formosa04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457043428461879906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQFeVZomI/AAAAAAAAEn4/NMOuBN_RR5k/s400/baia_formosa04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praias de mar azul turguesa, cinvidativa para banhos intermináveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Baía Formosa é um santuário ecológico em solo potiguar. Suas praias são ninhos de tartarugas marinhas, os peixes boi sempre visitam a região, os botos dão um show quase todos os dias de manhã na grande enseada. Mesmo dentro do povoado, o visitante mais atento pode ver alguns sagüis e várias aves da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Mata Estrela é o grande destaque em Baía Formosa, abrigando a maior reserva de Mata Atlântica sobre dunas do Brasil, com 2365 hectares, composta por 1888,79 de florestas, 81,64 de dunas e 69,73 só de lagoas. A Mata Estrela margeia toda a extensão litorânea de Baía Formosa e é um convite irrecusável para os amantes da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a explosão do ecoturismo no Brasil, Baía Formosa vem se tornando um dos mais procurados e atraentes pontos turísticos do Rio Grande do Norte, principalmente para quem gosta de um tipo muito especial de passeio, onde há um contato direto com a natureza. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Descubra uma maneira para conhecer BF&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO9UXDwsI/AAAAAAAAEnw/p632bhkPMy0/s1600/baia_formosa03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457042188833899202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO9UXDwsI/AAAAAAAAEnw/p632bhkPMy0/s400/baia_formosa03.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Buggy, cavalo, barco ou caminhando, descubra a melhor maneira para conhecer BF.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É possível conhecer seus atrativos naturais de bicicleta, a pé ou a cavalo em trilhas cercada por exuberante flora, com árvores seculares como o pau-brasil, a gameleira e o jatobá. Além de uma diversificada fauna, composta por diversos animais em seu habitat natural, tais como: tamanduás, sagüis, cotias, muitas aves e um dos poucos lugares de mata atlântica no Brasil onde pode-se encontrar o macaco Guariba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lagoas de Baía Formosa também merecem um destaque especial. São inúmeras por entre as dunas e a Mata, de água doce, morna e muita limpa. A principal delas é a Lagoa Araraquara, conhecida popularmente como Lagoa da Coca-cola, por ter uma coloração escura, quase vermelha, fruto da pigmentação das raízes e componentes do solo. Diz a lenda, que um banho em suas águas é rejuvenescedor e purificante. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Images de Baía Formosa&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO8kEn3oI/AAAAAAAAEng/twAJG0B3r4M/s1600/baia_formosa05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457042175871671938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO8kEn3oI/AAAAAAAAEng/twAJG0B3r4M/s400/baia_formosa05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Point de surfistas, BF reúne os melhores atletas do Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO8US4M2I/AAAAAAAAEnY/7aDLl0A-kH8/s1600/baia_formosa06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457042171636495202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO8US4M2I/AAAAAAAAEnY/7aDLl0A-kH8/s400/baia_formosa06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Enseada formosa que deu nome a praia. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO7zGIFxI/AAAAAAAAEnQ/j1eigpZNabA/s1600/baia_formosa07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457042162724640530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tO7zGIFxI/AAAAAAAAEnQ/j1eigpZNabA/s400/baia_formosa07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Igreja Nossa Senhora da Conceição.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-1088430579721233266?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/1088430579721233266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=1088430579721233266' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1088430579721233266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1088430579721233266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/04/formosa-enseada-potiguar.html' title='Baía Formosa'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S7tQGJahpFI/AAAAAAAAEoI/_U3lLJCeVS8/s72-c/baia_formosa01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-205053793661528001</id><published>2010-02-08T04:11:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T04:12:29.076-08:00</updated><title type='text'>Estremoz</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A antiga aldeia Guajirú e a primeira vila do RN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO DO MATO GRANDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8zZ0UDI/AAAAAAAAEZU/aqNyoeJtKBE/s1600-h/estremoz01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435845794826833970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 271px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8zZ0UDI/AAAAAAAAEZU/aqNyoeJtKBE/s400/estremoz01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;A "nova" igreja de de São Miguel do Guajirú, na vila de Estremoz.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma coisa é certa: todo mundo escreve “Extremoz” com “x”, configurando um erro grave quando se trata da cidade norte-riograndense, vizinha a capital do Rio Grande do Norte. Na verdade, o nome da cidade deveria ser com “s”, de Estremoz, cidade em Portugal, na freguesia de Santa Maria, Distrito de Évora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estremoz está localizada a 23 km de Natal, onde vive cerca de 20 mil pessoas. A economia está voltada para o turismo, incrementada pelas belezas das praias de Pitangui, Barra do Rio, Jenipabú, Redinha Nova, Santa Rita e Grassandú. A Lagoa de Estremoz oferece água de qualidade e é adequada para a prática de esportes náuticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome foi dado por causa de uma antiga Lei portuguesa que obrigava aos colonizadores e donatários das Capitanias Hereditárias colocarem o nome das novas terras em homenagem aos lugares em Portugal. Junto com os colonizadores portugueses, chegaram os padres jesuítas quem primeiro fez contato com os índios potiguares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o mestre Câmara Cascudo, o lugar era conhecido pelos os índios Tupis e Paiacus como Guajirú, de gua-iari, o que tem cachos ou frutos em penca, ajuru, ariu, aberu, guajuru, fruta rústica e vulgar, que hoje não existe mais. Os jesuítas colocaram o nome de “São Miguel do Guajirú”, antes de serem expulsos pelos holandeses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presença da missão jesuíta na localidade de Guajirú ocorreu no período de 1603 a 1758. A terra foi concedida pelo governo português, através do capitão-mor Jerônimo de Albuquerque, que através dos padres, educaram os índios Tupis, Potiguares e Paiacus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A matança dos índios e a expulsão dos jesuítas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8UJqC5I/AAAAAAAAEZM/qwuqTl_KkKU/s1600-h/estremoz02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435845786437553042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8UJqC5I/AAAAAAAAEZM/qwuqTl_KkKU/s400/estremoz02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt; O massacre dos índios marcou profundamente a vida da antiga aldeia. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1689, os colonizadores portugueses promoveram uma matança de índios e o famoso bandeirante Domingos Jorge Velho esteve presente e ordenou o sacrifício de 2.063 “selvagens”. Os jesuítas protestaram e começou o processo de sua expulsão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1758, o desembargador Bernardo Coelho fundava no lugar a nova Vila de Estremoz, a primeira vila do Rio Grande do Norte. Os holandeses, quando invadiram e ocuparam o Rio Grande do Norte, visitavam com freqüência a área, e até pensaram em dividir a lagoa de Tijuru (primeiro nome da Lagoa de Estremoz).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lagoa também guarda suas lendas e crendices populares como a lenda da “Serpente Adormecida” e a do “Canto do Sino”. As ruínas da antiga Vila de Alentejo, nome dado à Vila Antiga de Estremoz, representa um marco na história do Estado. Na culinária, o destaque é o famoso “grude de Estremoz”, conhecida comida típica dos índios que virou tradição na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1855, a sede da vila foi transferida para o povoado de Boca da Mata, tornando-se Vila de Ceará Mirim. Estremoz permaneceu sendo povoado por mais de 100, quando desmembrou-se de Ceará Mirim para se tornar um município. Até hoje, a cidade continua com ares de cidadezinha do interior potiguar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ruínas da igreja jesuíta,&lt;br /&gt;um marco dos dias de glória de Estremoz&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8JVjZVI/AAAAAAAAEZE/GbGDNELOWI4/s1600-h/estremoz03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435845783534658898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8JVjZVI/AAAAAAAAEZE/GbGDNELOWI4/s400/estremoz03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;A antiga igreja jesuíta foi completamente destruída. Só restou as ruínas, que continuam sem ter o devido tratamento pelo Poder Público.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Qualquer pessoa que tenha compromisso com a história vai lamentar o descaso e o abandono que foi relegada, pelo Poder Público e pela Igreja, as ruínas da antiga igreja jesuíta de Estremoz, uma das mais importantes obras da arquitetura colonial no Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os primeiros jesuítas enviados para a “Missão” estava o padre Gaspar de Sampéres, arquiteto que projetou o forte dos Reis Magos e a igreja de São Miguel do Guajiru. Atualmente, somente as ruínas são testemunhas da grande importância que a catequese jesuíta teve, com as suas missões, para o período de colonização portuguesa brasileira, especialmente em Estremoz, na capitania do Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua imponência, a igreja jesuíta podia ser considerada como a mais bela igreja colonial do Estado. Segundo o historiador da cultura potiguar, Câmara Cascudo, que passou 10 dias visitando as ruínas, as paredes tinham 80 centímetros, resistiam como muralhas estendendo-se em 30 metros de comprimento, 20 metros a nave, quatro metros a capela-mor e seis metros a sacristia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arquitetura da Igreja obedecia a um estilo barroco que se convencionou chamar de jesuítico. Tinha altura de 16 metros e largura de 13 metros e meio. As paredes não tinham alicerces. Mergulhavam 1,80 metro pela terra abaixo, e se alinhavam, diretas e soberbas, como vindo das profundezas. Os blocos de pedras, com sinais de ostra indicavam que tinham vindo do litoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toda a igreja era um primor de pedras trabalhadas, obras de canteiros portugueses, pedra-lioz, granulação fina, cinzenta, clara e branca. Ombreiras, limiar, arcos, revestimentos, tudo provinha de Lisboa, pronto, medido, previsto, calculado”, relata Cascudo. A cruz que presidia a crimalha do frontão é o atual cruzeiro. As três portas da velha igreja, especialmente a principal, eram de pau d'arco e as janelas, adaptadas, são hoje as portas da igreja nova. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Lagoa de Estremoz&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA7yLpeBI/AAAAAAAAEY8/kpyLvxkiJf0/s1600-h/estremoz04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435845777319098386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA7yLpeBI/AAAAAAAAEY8/kpyLvxkiJf0/s400/estremoz04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;A lagoa de Estremoz oferece lazer e beleza, além de ser uma fonte para a economia do município.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com suas lendas e histórias, a lagoa tem um grande potencial a ser explorado e isso poderá acontecer, nos próximos anos, quando ficar constatado que há outras opções, além do turismo de sol e mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, quem desfruta da lagoa são centenas de famílias, proprietárias de granjas ao seu redor, com belas e confortáveis casas que, no futuro, poderiam ser aproveitadas para receber o turista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O manancial da lagoa de Estremoz é imenso e é responsável pelo abastecimento d'água de toda a Zona Norte de Natal. A água, de boa qualidade, foi o fator principal para a instalação de uma fábrica de cerveja no Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA7m6lpdI/AAAAAAAAEY0/QQQIVE6_wzk/s1600-h/estremoz05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435845774294754770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA7m6lpdI/AAAAAAAAEY0/QQQIVE6_wzk/s400/estremoz05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; O famoso "trem do grude", ligando Natal a Estremoz.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2kYrcXI/AAAAAAAAEYs/E8ngRz4h4uM/s1600-h/estremoz06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435844588204683634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2kYrcXI/AAAAAAAAEYs/E8ngRz4h4uM/s400/estremoz06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt; O "menino do grude" é um dos símbolos da gastronomia indígena da antiga aldeia de Guajirú.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2e9YkoI/AAAAAAAAEYk/AcIR1aaIG3s/s1600-h/estremoz07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435844586748023426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2e9YkoI/AAAAAAAAEYk/AcIR1aaIG3s/s400/estremoz07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt; A vila e a antiga Igreja de São Miguel do Guajirú.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2I27LjI/AAAAAAAAEYc/k-dzrQeBJ7s/s1600-h/estremoz08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435844580815351346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__2I27LjI/AAAAAAAAEYc/k-dzrQeBJ7s/s400/estremoz08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;Arte feita com as areias coloridas de Jenipabu.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__1mKhLyI/AAAAAAAAEYU/oCGyETVdzoA/s1600-h/estremoz09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435844571502292770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__1mKhLyI/AAAAAAAAEYU/oCGyETVdzoA/s400/estremoz09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Passeio de buggy pelas praias de Estremoz e a travessia do rio Ceará Mirim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__1k0h5GI/AAAAAAAAEYM/zWO9_E1sIrg/s1600-h/estremoz010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435844571141629026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S2__1k0h5GI/AAAAAAAAEYM/zWO9_E1sIrg/s400/estremoz010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Praia de Jenibapu, uma das mais famosas praias do litoral potiguar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-205053793661528001?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/205053793661528001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=205053793661528001' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/205053793661528001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/205053793661528001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/02/estremoz.html' title='Estremoz'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S3AA8zZ0UDI/AAAAAAAAEZU/aqNyoeJtKBE/s72-c/estremoz01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-483010138786416677</id><published>2010-01-24T06:51:00.000-08:00</published><updated>2010-01-24T08:58:01.557-08:00</updated><title type='text'>São José de Mipibu</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Lembranças de um Brasil Imperial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO AGRESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xf_hoMDGI/AAAAAAAAEUs/81o_gMYgRlE/s1600-h/sao_mipibu01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320795665304674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 284px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xf_hoMDGI/AAAAAAAAEUs/81o_gMYgRlE/s400/sao_mipibu01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Os engenhos representam a economia de São José de Mipibu.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem visita a cidade de São José de Mipibu ainda tem o privilégio de conhecer um pouco da história, riqueza e cultura de uma época em que a economia da cana de açúcar e os engenhos dos barões representavam o Brasil Imperial. Percorrendo as ruas estreitas da cidade, praticamente estamos fazendo um passeio pelo passado do Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O visitante vai encontrar poucos prédios que restaram dos áureos tempos, alguns ainda preservados. O conjunto arquitetônico é integrado por dois sobrados e alguns casarões, a maioria destruída. A origem dos belos casarões está na demonstração de riqueza e opulência dos senhores de engenho, muitos dos quais com o título de barão. Eles viviam o dia a dia das fazendas, mas tinham suas casas na cidade. E quanto mais bonitas e ricas, mais importante era o senhor de engenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder econômico do Rio Grande do Norte estava em São José do Mipibu. Em 1845, o município contava com 35 engenhos em funcionamento, entre eles, o Boa Vista, Olho D'Água, Lagoa do Fumo (que era do Barão de Mipibu), Pituba, da Bica, Mipibu, Santo Antônio e Beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A decadência (política e econômica) começou com a Segunda Guerra. Segundo a historiografia local, muita gente deixou a cidade para ir trabalhar na Base dos Americanos, em Parnamirim. A presença americana também contribuiu para descaracterizar a cidade. Quem tinha sua casa no estilo colonial e conhecendo o novo estilo arquitetônico importado dos Estados Unidos, fez reforma na fachada das casas e contribuiu para descaracterizar a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, São José de Mipibu procura recuperar o tempo perdido. Quer se preparar para o futuro com o turismo, tendo como atração o seu passado. Há planos para urbanização da paisagem da cidade e transformação dos velhos engenhos em sofisticadas pousadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A diversidade mipibuense&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xf_d95k0I/AAAAAAAAEUk/sp5hjOaNaXQ/s1600-h/sao_mipibu02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320794682626882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xf_d95k0I/AAAAAAAAEUk/sp5hjOaNaXQ/s400/sao_mipibu02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt; Igreja de São José, padroeiro do município.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abrangendo uma população rural e urbana, em torno de 40 mil pessoas, a cidade de São José de Mipibu está localizada as margens da BR-101, sentido Sul, a 40 km de Natal. A economia da região conta com uma pecuária desenvolvida e uma forte produção agrícola, com destaque para a cana-de-açúcar, frutas e cereais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artesanato está preservado através das mãos hábeis de Alberto Jobi, que utiliza o barro na fabricação manual de louças, estatuetas, jarros, bustos, cinzeiro, lustre, pote e todo tipo de artefato utilitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade tem como principal atração turística, a Fonte da Bica, situada há dois quilômetros da cidade, na foz do Rio Mipibu. Na região, o folclore é vivido intensamente, com a presença de “Banbelôs”, “João Redondo” e o “Pastoril”, animando as principais festas da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 26 de julho, São José de Mipibu realiza as festividades em comemoração aos seus dois padroeiros, Santana e São Joaquim, com a realização de cerimônias e manifestações populares que reúnem devotos dos mais distantes lugares da região.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Origens do município&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftowR2yI/AAAAAAAAEUc/ecU6pQTgW2c/s1600-h/sao_mipibu03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320488340642594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 284px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftowR2yI/AAAAAAAAEUc/ecU6pQTgW2c/s400/sao_mipibu03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Mipibu é uma palavra de origem Tupi que significa “surgir subitamente”. Nos idos de 1630, o aldeamento existente no território de nome Mipibu era o maior e mais populoso entre as seis aldeias da Capitania do Rio Grande do Norte. O rio recebeu o nome de Mipibu porque surge de repente na famosa Fonte da Bica e percorre mais de quatro quilômetros até desaguar no Rio Traíri. Os primeiros habitantes da região foram os índios Tupis. Eles se localizavam nas proximidades do rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em adiantado processo de organização e sinais de povoamento, o aldeamento passou a ser coordenado pelos frades Capuchinhos, do final do século XVII até o ano de 1762, quando foi instalada a Vila de São José do Rio Grande. Depois, com a saída dos Capuchinhos, a coordenação dos destinos da comunidade foi assumida pelos próprios nativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação do município veio através do Alvará de 03 de maio de 1758, confirmado pela Carta Régia de 14 de setembro de 1758, com procedimento de Vila de São José do Rio Grande foi elevada à categoria de cidade. Passou a chamar-se então cidade de Mipibu. Passados dez anos, a cidade recebeu o nome de São José de Mipibu, numa união entre a religiosidade e o famoso rio Mipibu, que emerge da terra de maneira surpreendente.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Engenho Olho D’Água preservando as raízes&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftabTrdI/AAAAAAAAEUU/Vegl034XJ-8/s1600-h/sao_mipibu04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320484494585298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftabTrdI/AAAAAAAAEUU/Vegl034XJ-8/s400/sao_mipibu04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os engenhos represetam a alma de São José&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 1773, na Vila de São José do Rio Grande do Norte, atual cidade de São José de Mipibú, o português Miguel Ribeiro Dantas, oriundo de Antas no conselho de Coura entre Douro e Minho, fundou o Engenho Olho D’água, fabricando inicialmente açúcar mascavo, mel de engenho, rapadura e cachaça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cana de açúcar, colhida na própria propriedade era esmagada no engenho de madeira chamado “banguê” e movido à tração animal – hoje, existe uma réplica no local. O açúcar fabricado era destinado ao mercado Europeu, a rapadura para o mercado interno, o mel de engenho para ração animal e a cachaça para estimular o trabalho escravo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1774, foi construída a Casa Grande do engenho Olho D’Água e reformada em 1861. Com o constante crescimento da indústria açucareira, em meados do século XIX, Joaquim Silvino importou da Europa um moderno maquinário e montou na casa do engenho a recém adquirida moenda impulsionada a vapor de caldeira em substituição à primitiva engenhoca movida à tração animal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolvida pelo Sr. João Berckmans de Salles Dantas, essa cachaça tornou-se famosa pela pureza e boa qualidade, sendo consumida em grande quantidade pelos mipibuenses apreciadores do precioso liquido e ainda comercializada para os municípios vizinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, o atual proprietário, na busca do resgate de suas raízes restaurou o maquinário importado da Europa em 1882 por seu avô paterno, ainda em bom estado de conservação, instalando as antigas moendas, agora impulsionadas por motores elétricos, voltando a produzir a famosa Cachaça que por mais de duas décadas teve sua produção interrompida, agora num processo artesanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restaurou os antigos prédios que serviam de senzala, casa de purgar açúcar, destilaria e casa de fermentação, surgindo daí a idéia de compartilhar com outras pessoas toda a sua história, abrindo assim as portas do engenho à visitação, tendo opção de realizar atividades variadas como cafés da manhã, almoços, encontros, aniversários, visitações turísticas e mensalmente resgatando a cultura popular num autêntico forró pé-de-serra denominado “Forró do Olho D’Água”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftPqoLcI/AAAAAAAAEUM/08xSRFA35NE/s1600-h/sao_mipibu05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320481606053314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xftPqoLcI/AAAAAAAAEUM/08xSRFA35NE/s400/sao_mipibu05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Vista aérea do centro de São José do Mipibu&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfsy5nGoI/AAAAAAAAEUE/ntSXRj8vZD8/s1600-h/sao_mipibu06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430320473884269186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfsy5nGoI/AAAAAAAAEUE/ntSXRj8vZD8/s400/sao_mipibu06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt; Rua centrais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfLdN_xDI/AAAAAAAAET8/qqOmSW-Yy2A/s1600-h/sao_mipibu011.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430319901128508466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfLdN_xDI/AAAAAAAAET8/qqOmSW-Yy2A/s400/sao_mipibu011.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt; Praça central de São José&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfLEjwhKI/AAAAAAAAET0/BrH0VVBOxr0/s1600-h/sao_mipibu010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430319894508897442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfLEjwhKI/AAAAAAAAET0/BrH0VVBOxr0/s400/sao_mipibu010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Prédios antigos em estilos coloniais&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKgyZSUI/AAAAAAAAETs/M4VltzomRfA/s1600-h/sao_mipibu09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430319884906613058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKgyZSUI/AAAAAAAAETs/M4VltzomRfA/s400/sao_mipibu09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Conjunto de casarios preservado&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKhn6ueI/AAAAAAAAETk/kWpvlhKmv_s/s1600-h/sao_mipibu08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430319885131102690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKhn6ueI/AAAAAAAAETk/kWpvlhKmv_s/s400/sao_mipibu08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt; O município é polo da cerâmica, no artezanado e para construção civil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKMAB2kI/AAAAAAAAETc/vm9L4wr-L-w/s1600-h/sao_mipibu07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5430319879326652994" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 310px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xfKMAB2kI/AAAAAAAAETc/vm9L4wr-L-w/s400/sao_mipibu07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;Casarios coloniais preservados no centro da cidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-483010138786416677?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/483010138786416677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=483010138786416677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/483010138786416677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/483010138786416677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/01/sao-jose-de-mipibu.html' title='São José de Mipibu'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1xf_hoMDGI/AAAAAAAAEUs/81o_gMYgRlE/s72-c/sao_mipibu01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-6712676367242523716</id><published>2010-01-19T13:18:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T13:57:44.374-08:00</updated><title type='text'>Santana do Matos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Uma cidade ao pé da serra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO CENTRAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1Yjv_E_JcI/AAAAAAAAESM/AW1hy2VwCSU/s1600-h/santana01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428565708134884802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1Yjv_E_JcI/AAAAAAAAESM/AW1hy2VwCSU/s400/santana01.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Matriz de Santana do Matos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando aqueles turistas aventureiros começarem a desbravar as entranhas do sertão em busca do turismo ecológico, o maciço da Serra de Santana é um dos destinos mais invocados dessa planície catingueira. Localizada no pé da serra, a cidade de Santana do Matos é parada obrigatória, oferecendo aventuras, história e belezas nativas de uma cidade pacata do povo ordeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o mestre Câmara Cascudo, o povoado teve início na Fazenda Bom Bocadinho, de propriedade do português Manoel José de Matos. Quando a fazenda começou a prosperar, apareceu uma seca devastadora prejudicando a lavoura e dizimando o gado. Manoel José fez promessa de erguer uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Santana se a seca terminasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seca passou, a Fazenda Bom Bocadinho voltou a crescer e a capela foi construída. O povoado foi iniciado com o nome de Santana do Pé de Serra, passando posteriormente a ser chamado de Santana do Matos, num vínculo direto com a capela que lhe deu origem e ao dono da fazenda. Durante muito tempo, o vilarejo foi distrito de Açu. &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Festa de Santana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YjvjqTezI/AAAAAAAAESE/QYQfWwESdEg/s1600-h/santana02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428565700775213874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YjvjqTezI/AAAAAAAAESE/QYQfWwESdEg/s400/santana02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vista panorâmica de Santana do Matos. Ao fundo, a grande Serra de Santana.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Distante 190 km de Natal e com acesso direto pela BR 304, Santana do Matos pertence a Região Central do Rio Grande do Norte. Entretanto, a atmosfera da cidade e os costumes dos seus moradores são característicos da Região do Seridó, de onde vem toda a influência para os costumes do dia-a-dia. Porém, a grande Serra de Santana divide a região Central do Seridó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de julho, a Festa de Santana atrai milhares de gente que vem participar da tradicional vaquejada, que acontece no Parque Manoel de França Assunção. Shows de bandas de forró de nome nacional, distribuição de R$ 100 mil em prêmios e um carro 0 km são as grandes atrações do evento. No final de tudo, o povo segue a Santa em procissão para pagar os pecados d’alma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Pedra do Letreiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YjvkTqxkI/AAAAAAAAER8/n8I70Lj-Ipc/s1600-h/santana03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428565700948706882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YjvkTqxkI/AAAAAAAAER8/n8I70Lj-Ipc/s400/santana03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrituras rupestres de Tradição Nordeste, datada de 12 mil anos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Santana do Matos abriga um ainda um grande e, praticamente, desconhecido patrimônio histórico. Nos últimos três anos, foram descobertos 70 novos sítios arqueológicos encravados nas serras da região. A maioria deles, especialmente os localizados em áreas de difícil acesso, está quase intacta. Outros, no entanto, já sofrem com a depredação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das pinturas, também já foram encontrados instrumentos utilizados por antepassados, principalmente machadinhas, cerâmicas e almofarizes (espécie de pilão para moer milho). Existem boatos de que no alto da Serra do Caboclo haveria um cemitério indígena, mas a informação ainda precisa ser detalhada e o local ser alvo de escavações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena caminhar os seis quilômetros de ida e volta, rasgando a vegetação sertaneja, percorrendo trilhas, subindo e descendo pequenos serrotes para se chegar à Pedra do Letreiro, um sítio arqueológico, a beira de uma lagoa. As inscrições estão nas paredes de pedras, que tem menos oito metros quadrados de área. As escrituras rupestres são de Tradição Agreste e datadas de aproximadamente 12 mil anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A região da Serra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428563936266444338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiI2WoXjI/AAAAAAAAERs/iyN3cdhbSwU/s400/santana05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Açude do Alecrim garante o abastecimento de água de toda a região.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas vizinhanças de um arraial denominado São Miguel, próximo a Santana do Matos, viviam refugiados em uma gruta, no alto de uma serra, um dos últimos grupos de índios Tapuias que viviam em liberdade. Os relatos históricos informam que a Gruta dos Tapuias está situada a três quilômetros da estrada que dava acesso a Serra de Santana. Do alto da serra, o visual do pôr-do-sol é impressionante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar conhecido como “As Fervedeiras”, uma espécie de gêiser onde a água fervente sai das pedras, é ainda um inexplorado olho d'água sulfuroso situado nas encostas da serra e continua sendo uma incógnita. Por falta de pesquisas, o povo santanense e turistas desconhece a qualidade da água, sua vazão, composição e potencial de saúde no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O visitante também poderá se deleitar nas águas dos açudes que banham Santana do Matos: o Rio da Pedra, armazenando 12 milhões de metros cúbicos e o açude do Alecrim, com 7 milhões de metros cúbicos. Os reservatórios abastecem a cidade e proporcionam lazer para a população, nos finais de semana, são integrantes da bacia Piranhas-Açu.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1Yjve66qgI/AAAAAAAAER0/5PnJTSSGvFQ/s1600-h/santana04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428565699502713346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1Yjve66qgI/AAAAAAAAER0/5PnJTSSGvFQ/s400/santana04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Coreto da Praça central.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiIhzDqAI/AAAAAAAAERk/8OwGFZUXjlA/s1600-h/santana06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428563930748528642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiIhzDqAI/AAAAAAAAERk/8OwGFZUXjlA/s400/santana06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;strong&gt;Vista aérea de Santana do Matos. Ao fundo, o Açude Alecrim e o começo da grande serra.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiISEWW4I/AAAAAAAAERc/fz74m-BERzU/s1600-h/santana07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428563926526090114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiISEWW4I/AAAAAAAAERc/fz74m-BERzU/s400/santana07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casa de Cultura e a fonte luminosa da praça.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiIDQGXLI/AAAAAAAAERU/1lSbF1kswHg/s1600-h/santana08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428563922548841650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiIDQGXLI/AAAAAAAAERU/1lSbF1kswHg/s400/santana08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praça central de Santana do Matos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiHWNAXsI/AAAAAAAAERM/OC6agaxEPIY/s1600-h/santana09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428563910456270530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1YiHWNAXsI/AAAAAAAAERM/OC6agaxEPIY/s400/santana09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Típica fazenda seridoense encravada em Santana do Matos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-6712676367242523716?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/6712676367242523716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=6712676367242523716' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/6712676367242523716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/6712676367242523716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2010/01/santana-do-matos.html' title='Santana do Matos'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/S1Yjv_E_JcI/AAAAAAAAESM/AW1hy2VwCSU/s72-c/santana01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-2905475362854754795</id><published>2009-11-30T13:57:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T16:00:17.350-08:00</updated><title type='text'>Martins</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Um passeio histórico pelas quebradas da serra&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;REGIÃO OESTE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt; &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRChQLj9ZI/AAAAAAAAEEo/eMiHpzhx6q4/s1600/martins01.jpg"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410022191425385874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRChQLj9ZI/AAAAAAAAEEo/eMiHpzhx6q4/s400/martins01.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. No ano de 1815, José Antônio de Lemos requereu licença ao Bispo de Olinda para construir uma nova igreja destinada ao culto de N. S. da Conceição.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Martins não é cidade de beira de estrada. Para conhecer a cidade, o visitante tem que percorrer os caminhos tortuosos com seus despenhadeiros que levam a chã da serra, onde um vento ligeiro e constante cria uma atmosfera invernosa. Com seu clima aprazível, margeando 18ºC constantemente, Martins só é comparada com algumas estâncias famosas pelas belezas naturais serranas como Campos de Jordão, Gramado ou Teresópolis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pleno inverno, a cidade se enche de gente em busca das vantagens da serra fria, cuja temperatura atinge abaixo dos 15ºC. Na primeira quinzena de julho, um “Festival Gastronômico e Cultural” é realizado, atraindo milhares de pessoas que se embrenham na serra querendo saborear as delícias quentes entre os melhores restaurantes de cozinha internacional com seus chefs importados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No restante do ano, a atmosfera tranqüila de uma típica cidade do interior norte-riograndense oferece um lugar ideal para descansar e curtir uma natureza exuberante. A 750 metros de altura, os mirantes do Canto e da Carranca oferecem uma visão panorâmica, onde pode ser observado o conjunto de serras que forma a Chapada da Borborema, a Serra do Lima (em Patu), entre outras serras e serrotes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entardecer, quando as primeiras luzes avisam que o sertanejo se prepara para dormir, os mirantes proporcionam a contemplação de dezenas de cidades na soleira da serra. Porque é preciso festejar o pôr-do-sol com a visão privilegiada do alto da serra é que uma garrafa de vinho e fondues de carne e queijo são servidos nos restaurantes dos mirantes a preços nada módicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Localizada numa região serrana do Médio Oeste Potiguar, o município de Martins está a 370 quilômetros da capital do Estado. A cidade proporciona atrações permanentes como passeios eco-turísticos pela serra que são oferecidos aos visitantes com guias especializados levando os grupos por trilhas onde a fauna e a flora da região são observadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho, a cidade se ornamenta para celebrar os festejos juninos, onde não falta animação, fogueira, fogos de artifício e comida típica da época. Quando chega dezembro, o povo festeja a padroeira, Nossa Senhora da Conceição, comemorada com muita fé e religiosidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O rico conjunto arquitetônico da serra&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRChKy01PI/AAAAAAAAEEg/0f5oIYVonPM/s1600/martins02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410022189979456754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRChKy01PI/AAAAAAAAEEg/0f5oIYVonPM/s400/martins02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt;O Sobrado foi construído no ano de 1871 e funcionam o Museu de Arqueologia e o Museu Histórico.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O centro da cidade com seus casarios do início do século passado é um convite para mergulhar na rica história do município. A construção mais antiga da cidade é a Capela da Nossa Senhora do Rosário, na Rua da Maioridade. Foi erguida em 1758, nos primórdios do povoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o chão charmosamente desenhado por bandeirolas de São João, a Praça Almino Afonso abriga a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, datada de 1815, um dos símbolos da religiosidade da cidade. Ao contrário da capela, que tem interior bastante simples, a Matriz apresenta estilo gótico com seus altares abrigando imagens de madeira em estilo barroco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Nicho é uma pequena capela barroca que abriga a estátua de Nossa Senhora do Livramento, construída pelo cidadão Luiz Ferreira de Melo, no tempo da guerra do Paraguai, em pagamento de uma promessa pela santa ter livrado os seus netos do recrutamento forçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O centro de Martins concentra um sítio arquitetônico que merece atenção. Construído em 1871 para ser a residência do senador abolicionista Almino Afonso, o sobrado do Pax, com seus dois andares e varandas de ferro trabalhado, durante muito tempo foi usado como orfanato e escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o sobrado abriga os museus de Arqueologia e de História, guardando exemplares de minerais e fósseis encontrados pela região, além de fotos antigas, objetos raros e documentos que contam a história de Martins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela sua importância histórica e cultural, é necessário visitar o educandário mais antigo da cidade, onde estudou os filhos ilustres dessas serras. A Escola Estadual Almino Afonso abriga, em sua biblioteca, um acervo com mais de mil livros, destacando-se edições de luxo, em formato gigante, de “O Inferno”, de Dante; “Orlando Furioso”, de Ariosto; e “Os Lusíadas”, de Camões. Todos com ilustrações de Gustavo Doré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição de Os Lusíadas é preciosíssima pelo seu valor histórico. Sua tiragem limitada foi dedicada ao imperador Dom Pedro II, pelo editor português Emílio Biel. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O rosto de Cristo e a Casa de Pedras &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRCg0P5JoI/AAAAAAAAEEY/0in-JlpKVpQ/s1600/martins03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410022183927359106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRCg0P5JoI/AAAAAAAAEEY/0in-JlpKVpQ/s400/martins03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;O que mais chama a atenção é a silhueta de um perfil que se assemelha ao rosto de Cristo, como se estivesse com as mãos postas levantadas à ponta do queixo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quem vem subindo a encosta da Serra de Martins logo se depara com a “Pedra Rajada”, um imenso lajedo que se tornou um dos símbolos da região. A Pedra Rajada tem essa denominação por causa dos grandes sulcos deixados pelas águas das chuvas. Algumas dessas manchas formam estranhos desenhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que mais chama a atenção é a silhueta de um perfil que se assemelha ao rosto de Cristo, como se estivesse com as mãos postas levantadas à ponta do queixo, elevando ligeiramente a cabeça, como num gesto de oração ao Pai. Pode ser vista do lado esquerdo de quem sobe a serra”, escreveu o historiador Marcelino Junior, no seu sítio na internet (&lt;a href="http://www.martins-rn.com.br/"&gt;http://www.martins-rn.com.br/&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situada no pé da serra, dentro das terras da Fazenda Trincheiras, a “Casa de Pedras” é formadas por rochas antigas que foram cristalizadas por um afloramento marítimo de calcário, do período pré-cambriano. Com 110 metros de comprimento, a grande caverna tem o curioso formato de uma casa, com salão principal, salas e corredores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 27 km de Martins, a Casa de Pedras foi catalogada pela Sociedade Brasileira de Cavidades Naturais como a segunda maior caverna em mármore do País. Dentro do salão principal da Casa de Pedra pode ser observado um requintado conjunto de estalactites e estalagmites, formados por pingos d’água a milhões de anos. Nessa sala, o teto alcança mais de 10 metros e dele pode ser vista uma grande estalagmite no centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma casa natural e abrigo contra bichos, a Casa de Pedra foi moradia dos antigos habitantes da região. Cerca de 5 mil peças arqueológicas foram coletadas dentro e nos arredores da gruta, através das equipes de pesquisadores. Inclusive, uma ossada humana. Todas as peças fazem parte do acervo do Museu Arqueológico de Martins e podem ser visitadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas ilustres, como o cientista Adolf Lutz, já visitaram a Casa de Pedras. Os escritores Câmara Cascudo e Henrique Castriciano também fizeram suas incursões através dos salões de pedras da casa. O lugar é tão importante para a historiografia local que há até projetos para fazer uma ligação com a serra de Martins através de um teleférico, passando pela Pedra do Sapo e a Pedra Rajada.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A pré-história martinense&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRCC2s1olI/AAAAAAAAEEQ/4n-OxLK6_OA/s1600/martins04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410021669189558866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRCC2s1olI/AAAAAAAAEEQ/4n-OxLK6_OA/s400/martins04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt; Júnior Marcelino e seus fósseis pré-históricos encontrados na região de Martins.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Aberto a visitação pública, o acervo de fósseis de animais pré-históricos do pesquisador Júnior Marcelino é considerado um dos principais do Estado, sendo inclusive usado como referência para estudos paleontológicos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na residência-museu existem dezenas de fósseis, todos eles coletados em Martins, dentre os quais podem ser encontrados fósseis de mastodonte (ancestral do elefante), megatério (preguiça gigante), gliptodonte (ancestral do tatu, do tamanho de um fusca), além de alguns dentes de um equídeo, ancestral do cavalo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;De acordo com Júnior Marcelino, as datas dos fósseis não são precisadas, até por que não existe estudo sobre isso. Porém, uma análise feita por ele, juntamente com alguns pesquisadores, concluiu que a maioria dos fósseis tem aproximadamente 14 mil anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBaGkBtuI/AAAAAAAAEEI/8N-WD2VbqgM/s1600/martins_casadepedra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410020969072932578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBaGkBtuI/AAAAAAAAEEI/8N-WD2VbqgM/s400/martins_casadepedra.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;A Casa de Pedra localiza-se num pequeno vale da Fazenda Trincheira, sendo a cristalização mais antiga de um afloramento marítimo de calcário, do período pré-cambriano. Sala espaçosa com o teto alcançando mais de 10 metros e dele pendem várias "estalactites" havendo no centro do salão maior uma grande "estalagmite".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBaATslhI/AAAAAAAAEEA/7bs5mmxaLuQ/s1600/martins_casaga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410020967393826322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBaATslhI/AAAAAAAAEEA/7bs5mmxaLuQ/s400/martins_casaga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Casa de Agá Fernandes. Construída no século passado, a "Casa de Dona Agá” como é conhecida, passou de geração a geração.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410019944176852882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAechwn5I/AAAAAAAAEDA/-bAq7Krl5Bg/s400/martins_mirantecant.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Mirante do Canto - Podem ser vistas as cidades de Umarizal, Patu, Lucrécia, Almino Afonso, Frutuoso Gomes, e muitas comunidades rurais do município, como também algumas cidades da Paraíba.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410019946544077538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAelWJmuI/AAAAAAAAEDI/zN1ZXvrI9WI/s400/martins_mirantecarra.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Mirante da Carranca - Atrai turistas e o povo em geral por ser um recanto que oferece um panorama natural dos mais belos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZ3TvJGI/AAAAAAAAED4/8Q1734RNhug/s1600/martins_chales.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410020964978074722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZ3TvJGI/AAAAAAAAED4/8Q1734RNhug/s400/martins_chales.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Chalé dos Ingás - Paisagem tipicamente européia à margem da lagoa que deu origem à cidade, com suas lendas e mistérios.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZh7_I9I/AAAAAAAAEDw/WX_vo3MtfRU/s1600/martins_igreja.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410020959241315282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZh7_I9I/AAAAAAAAEDw/WX_vo3MtfRU/s400/martins_igreja.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt;Capela de Nossa Senhora do Rosário. Sobre a origem da Capela conta-se que, a mulher do Capitão Francisco Martins Roriz (fundador da cidade), Micaela, perdera-se na mata. Desesperado, o Capitão uma promessa: mandaria erguer uma capela em louvor à Virgem do Rosário, onde quer que encontrasse sua esposa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZdZJ_3I/AAAAAAAAEDo/O2ETkyP9y6M/s1600/martins_rupestre.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410020958021484402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRBZdZJ_3I/AAAAAAAAEDo/O2ETkyP9y6M/s400/martins_rupestre.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Figuras rupestres encontrada na serra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAfeFRVRI/AAAAAAAAEDg/hgp5_jUse5c/s1600/martins_oratorio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410019961774101778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAfeFRVRI/AAAAAAAAEDg/hgp5_jUse5c/s400/martins_oratorio.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;Em várias casa da cidade é possível perceber a devoção da população com os vários oratórios em frente as casas. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAfc_jbqI/AAAAAAAAEDY/uTBtwjJ3AVI/s1600/martins_colelgio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410019961481686690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAfc_jbqI/AAAAAAAAEDY/uTBtwjJ3AVI/s400/martins_colelgio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt; Colégio Almino Afonso, educandário mais antigo da cidade conserva todos os detalhes da sua fachada. Destaque especial o Museu Cultural Cel. Demétrio Lemos, doador de todo o seu acervo, formado por uma coleção de estatuetas em Art Nouveau.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAe9Wwu2I/AAAAAAAAEDQ/ALDxL83tWdI/s1600/martins_ruantiga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410019952989092706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRAe9Wwu2I/AAAAAAAAEDQ/ALDxL83tWdI/s400/martins_ruantiga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#330000;"&gt;&lt;strong&gt;Rua que deu origem a Martins, chamada antes de Rua das Pedras e hoje Rua da Maioridade, em homenagem à maioridade de D. Pedro II. A rua completou 251 anos em abril de 2009.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-2905475362854754795?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/2905475362854754795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=2905475362854754795' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2905475362854754795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2905475362854754795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/11/martins.html' title='Martins'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SxRChQLj9ZI/AAAAAAAAEEo/eMiHpzhx6q4/s72-c/martins01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-3528507067454439293</id><published>2009-10-07T07:30:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T08:30:19.425-07:00</updated><title type='text'>Passa e Fica</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Aventuras em torno da Pedra da Boca&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO AGRESTE &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynUekG7MI/AAAAAAAAD0M/4mhXCd7SZUQ/s1600-h/passa_fica01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866824299375810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynUekG7MI/AAAAAAAAD0M/4mhXCd7SZUQ/s400/passa_fica01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Aventureiros se preparam para subir a Pedra da Boca.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É verdade que a Pedra da Boca está em território paraibano, mas fica o tempo inteiro com a boca escancarada, sorrindo para o Rio Grande do Norte. O Parque Estadual da Pedra da Boca, principal atrativo turístico da região, pertence ao vizinho estado da Paraíba, no município de Araruna, distante 25 km da Pedra da Boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apenas 4 km de distancia, a simpática cidade norte-riograndense de Passa e Fica é porta de entrada para o Parque Estadual da Pedra da Boca e o início de aventuras variadas como escalada, rapel, mountain bike, montanhismo, além de longas caminhadas por trilhas inusitadas, através de fendas entre rochas ou atravessando grutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedra da Boca, da Caveira, do Coração, do Carneiro e da Santa são nomes dados em função do formato das pedras ou de alguma história contada envolvendo o conjunto de serras de pura rocha, onde escondem em seu interior dezenas de cavernas, grutas e ravinas, algumas inexploradas e outras com um rico acervo de escrituras rupestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Pedra da Santa guarda uma imagem de uma santa num altar, atraindo romeiros em busca de fé. A caverna também está cheia de inscrições rupestre de Tradição Nordeste, datadas de pelo menos 12 mil anos, feitas por tribos indígenas da Nação Tapuia, que habitavam a região de fronteira antes do colonizador português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O turismo ecológico, rural, de aventura e cultural, atraem pessoas com objetivos diferentes, levando informações sobre a fauna variada e preservada, além de uma flora abundante, composta por juazeiro, mangueira, jatobá, mandacaru, pau d’arco, entre outras espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A menos de 2 km de Passa e Fica, o Rio Calabouço e sua “passagem molhada” dividem os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, completando a composição da depressão do Brejo paraibano e a Região Agreste potiguar, onde está localizada a Pedra da Boca.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Caminhos guiados por Seu Tico&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynUGWc4xI/AAAAAAAAD0E/uri_WgZddNQ/s1600-h/passa_fica02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866817799643922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynUGWc4xI/AAAAAAAAD0E/uri_WgZddNQ/s400/passa_fica02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Seu Tico é um guia que conhece de todos os caminhos pelas montanhas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Passa e Fica oferece boa infra-estrutura para o turista aventureiro, como pousadas e restaurantes, onde a boa mesa e uma longa noite de sono são necessários. Para os aventureiros mais radicais, tem a propriedade do Seu Tico, um simpático senhor que habita o sítio aos pés da Pedra da Boca e desde 1985 vem recebendo visitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No terreno em volta da casa de Seu Tico, há uma área de camping, um restaurante, banheiros e chuveiros para dar suporte aos aventureiros que passam por lá. A estrutura é humilde e simples, mas oferece o necessário para quem está buscando mais natureza do que conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De manhã bem cedo, depois do desjejum, Seu Tico reúne as pessoas que estão disposta a enfrentarem as trilhas para dar alguns conselhos antes de seguir pelas veredas da mata. Com tênis, roupas leves, protetor solar, água e cordas, o grupo de aventureiros segue Seu Tico de mata adentro para aventuras descabidas na Pedra da Boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os municípios de Serra de São Bento, Monte das Gameleiras e Passa e Fica podem ser vistos já na boca. Quem conseguir chegar até o topo, subida quase impossível nos meses de chuva por conta da formação de lodo sobre a rocha, avista Araruna, no lado paraibano, e Nova Cruz, no agreste potiguar. &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Frivolitê: A beleza na ponta dos dedos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynTln61jI/AAAAAAAADz8/Ic2pAVcx2tw/s1600-h/passa_fica03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866809014539826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynTln61jI/AAAAAAAADz8/Ic2pAVcx2tw/s400/passa_fica03.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;O frivolitê é um ponto delicado, feito com argulhas especiais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A denominação "frivolité", essencialmente francesa, é adotada em quase todos os países da Europa; entretanto os italianos nomeiam a técnica de "occhi". Já os orientais conservam a antiga denominação "makouk", enquanto nos países de lingua inglesa é chamada de "tatting". No Brasil, s bordadeiras de Passa e Fica mantêm vivo a frivolité, tipo de renda cada vez mais rara de se encontrar. Em Passa e Fica, a Casa do Artesão ajuda a comercializar a produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A renda rica em detalhes que se executa com uma naveta (espécie de agulha) usando fio de seda, algodão ou linho e exige muita coordenação motora para não errar os pontos. Basta um pequeno descuido para colocar horas de trabalho a perder. A naveta ou navete, espécie de agulha de madeira fabricada artesanalmente pela própria rendeira, é o único instrumento utilizado para ir formando a renda. A agulha artesanal é feita da casca do tronco dos cajazeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luzinete Balbino, coordenadora da Associação dos Artesãos, conta que a frivolité fez muito sucesso no São João do Nordeste, feira realizada em 2004 no Anhembi, em São Paulo. A exposição do artesanato de Passa e Fica na feira paulista abriu um novo mercado para os vinte artesãos da Associação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para atender os turistas, os artesãos começam também a pintar as paisagens do município em tecido. A Pedra da Boca serve de tema para decorar panos de prato e panos de bandeja. O desafio agora é conseguir levar os turistas estrangeiros, vindos nos passeios organizados por agências de turismo, a visitar a Casa do Artesão. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O teatro dançante do grupo Macambirais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynTcGrs0I/AAAAAAAADz0/kLVVHte_xf4/s1600-h/passa_fica04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866806459216706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynTcGrs0I/AAAAAAAADz0/kLVVHte_xf4/s400/passa_fica04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;O Boi de Reis é uma das danças apresentada pelo grupo teatral.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Teatro e dança também formam o cenário cultural do município. O grupo teatral Macambirais é uma companhia de dança e cultura popular, criada em 2001, que utiliza elementos do folclore nordestino para apresentar suas danças e peças teatrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tradicional forró pé-de-serra, o côco-de-roda, cirandas, maracatus, araruna, caboclinhos, entre outras danças são apresentados pelo grupo fazendo algumas adaptações. O grupo também apresenta dramas, cânticos de romanceiro e autos populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os organizadores do grupo confessam que o único objetivo era criar uma opção cultural para os visitantes da Pedra da Boca. Porém, com o tempo, foi se percebendo que aqueles garotos tinham um grande potencial artístico e poderiam ser mais bem aproveitados dentro do projeto de valorização cultural do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grupo expandiu as atividades desenvolvidas inicialmente e terminou sendo parte do Projeto Macambirais, ONG criada em 2003 para educar, qualificar e desenvolver um projeto de inclusão social para a criança e adolescente. O espetáculo “Nordeste Vivo”, uma mostra de 32 danças, tem sido apresentado em diversos Estados brasileiros. Um grande passeio cultural pelas mais variadas manifestações populares e que melhor caracterizam a alma cultural norte-riograndense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Companhia Macambirais foi o único grupo potiguar na Festa do São João do Nordeste, realizada no Anhembi, em São Paulo, e do Pernambuco em Concerto, em Recife. As danças do Macambirais foram apresentadas também nas feiras do “Brasil Mostra Brasil” em João Pessoa, e na FIART, em Natal. Os dançarinos permanecem no Macambirais até completarem 21 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Quando os viajantes passavam e ficavam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym2Lgah8I/AAAAAAAADzs/PNuvGKHb0kM/s1600-h/passa_fica05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866303787534274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym2Lgah8I/AAAAAAAADzs/PNuvGKHb0kM/s400/passa_fica05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;O Parque Pedra da Boca está localizado na fronteira entre o RN e a PB, sendo administrado pelo Estado da Paraíba.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Conta a lendária história que, no ínicio do século passado, o senhor Daniel Laureano construiu uma casa para moradia com sua família e, ao lado, uma mercearia para abastecer aqueles que trafegavam por uma estrada que ligava Nova Cruz ao brejo paraibano, onde os viajantes passavam para as feiras de gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa pequena bodega de beira de estrada vendia todo tipo de quinquilharia, além de oferecer comida e aguardente aos que ali passavam. Aos poucos, o pequeno comércio tornou-se conhecido de todos, que ao passarem pela estrada eram atraídos a entrar na bodega e não queriam sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o historiador Câmara Cascudo, no seu livro “Nomes da Terra”, a bodega do senhor Daniel Laureano tomou influência pelas redondezas, dando origem a um pequeno povoado ao seu redor. E para justificar o sucesso do comércio, as pessoas diziam que aquele lugar era o “passa e fica”, e assim surgiu o nome do lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1uYFNbI/AAAAAAAADzk/HC3IW9zKNWk/s1600-h/passa_fica06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866295967954354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1uYFNbI/AAAAAAAADzk/HC3IW9zKNWk/s400/passa_fica06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Escrituras rupestres nas serras do Parque Estadual da Pedra da Boca.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1WAxXXI/AAAAAAAADzc/CA7pL17Fuf4/s1600-h/passa_fica07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866289427733874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1WAxXXI/AAAAAAAADzc/CA7pL17Fuf4/s400/passa_fica07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Várias serras convidam para escladas, rapel ou longas caminadas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1GItL1I/AAAAAAAADzU/tD6uoZPVlbM/s1600-h/passa_fica08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866285166047058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym1GItL1I/AAAAAAAADzU/tD6uoZPVlbM/s400/passa_fica08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; A vida bucólica é uma caracterísktica de Passa e Fica.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym0u3gT-I/AAAAAAAADzM/_hEoRwTKod8/s1600-h/passa_fica09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389866278919884770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Ssym0u3gT-I/AAAAAAAADzM/_hEoRwTKod8/s400/passa_fica09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Serra com um formato de caveira, conhecida como Pedra da Caveira.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-3528507067454439293?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/3528507067454439293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=3528507067454439293' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3528507067454439293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3528507067454439293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/10/passa-e-fica.html' title='Passa e Fica'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsynUekG7MI/AAAAAAAAD0M/4mhXCd7SZUQ/s72-c/passa_fica01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-9004194907409761113</id><published>2009-10-01T11:56:00.000-07:00</published><updated>2009-10-01T12:33:11.025-07:00</updated><title type='text'>São Miguel do Gostoso</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A praia mais gostosa do litoral potiguar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LITORAL NORTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_ZVViCYI/AAAAAAAADws/1yVVO7kgEOY/s1600-h/gost001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387711864931223938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_ZVViCYI/AAAAAAAADws/1yVVO7kgEOY/s400/gost001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A estrada que leva à Gostoso é muito bem sinalizada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;“Aqui se faz Gostoso” anuncia a placa na entrada do pequeno município praieiro de São Miguel do Gostoso, distante 120 km da capital potiguar. Localizado no litoral norte, no chamado “Pólo Costa Branca”, a cidade é ladeada de imensos coqueirais e vários quilômetros de praias mansas e quase virgens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que São Miguel do Gostoso está na ponta da língua do turista mais antenado, seja brasileiro ou estrangeiro, que procura por aventuras em lugares intocáveis. A cidade é um dos “points” turísticos do litoral nordestino. Gostoso está localizado na esquina do continente sul-americano, literalmente onde o vento faz a curva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do seu nome inusitado, a população chama carinhosamente o local de Gostoso, esquecendo o arcanjo que contribui com o nome. Gostoso é nome para embelezar os estabelecimentos comerciais e ainda dá nome para quem nasce no município: se for homem é “gostoso”, se for mulher é “gostosa”. Pessoas vindas de outros locais que se estabeleceram em Gostoso são chamados de “gostosenses”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos novos destinos do litoral potiguar, São Miguel do Gostoso já se adaptou ao turismo, mas não perdeu o charme de vila de pescadores. Longe de ter a badalação da praia da Pipa, Gostoso ganha em tranqüilidade e preservação. Por causa dos ventos constantes, o lugar atrai também os amantes do windsurf e kitesurfe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem vai para Gostoso deve se preparar para ficar desconectado do mundo por alguns dias. Não há sinal de celular por ali. Ao contrário de outras paias nordestinas, onde a balada faz parte do cardápio, o perfil de São Miguel do Gostoso é exatamente o de um lugar para quem quer desfrutar de sombra, água de coco e praias desertas para longas caminhadas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Praias de Gostoso&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_KG726bI/AAAAAAAADwk/4u7IEkuusE8/s1600-h/gost008.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387711603367406002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_KG726bI/AAAAAAAADwk/4u7IEkuusE8/s400/gost008.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A cada baía se descobre praias lindíssimas na ponta das Américas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além das praias urbanas como Ponta do Santo Cristo, Xepa, Cardeiro e Maceió, São Miguel do Gostoso oferece outras praias belíssimas ao lonmgo do seu litoral. Uma delas é a Praia do Tourinho, formada por dunas fossilizadas há mais de dois mil anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No município também está localizada a Praia do Marco. Ela tem este nome porque foi ali que, um ano após o descobrimento do Brasil, os portugueses chantaram o primeiro marco colonizador nas terras brasileiras, durante a expedição do navegador Gaspar de Lemos, em 1501.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada por dunas enormes, a praia do Marco também é conhecida como Dunas do Vespúcio (uma homenagem a Américo Vespúcio, que integrava a expedição de Lemos). Apesar da importância histórica desse marco colonial, o fato é conhecido apenas por estudiosos e historiadores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O poético Ministro da Cachaça&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387711587374692386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_JLW5eCI/AAAAAAAADwU/fRXOidrvup8/s400/gost007.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Edson Nobre recebe os visitantes com uma chachaça de primeira na Urca do Tubarão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em meio a barris de cachaça e ao som de discos de vinis antigos, ele recebe seus visitantes recitando versos do poeta paraibano Augusto dos Anjos. O lugar se chama “Urca do Tubarão", um misto de barzinho, restaurante, museu e discoteca ao ar livre - criado pelas mãos do simpático Edson Nobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar é decorado com várias vitrolas e toca-discos que funcionam muito bem, além de rádios antigos, telefones, máquinas de escrever, uma cadeira de dentista do século passado, uma velha caixa registradora que também funciona e marca o troco em cruzeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os lançamentos de vinil, o visitante pode escolher de Pink Floyd a Altemar Dutra, de Frank Sinatra a Tonico e Tinoco, de Roberto Carlos a Trini Lopez, de Guilherme Arantes a Elomar. Clássicos e modernos, há música para todos os gostos e ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Urca do Tubarão vive cheia de turistas brasileiros e gringos que descobriram o paraíso de Gostoso. Edson não é nobre só no nome. Gosta de contar histórias dos que visitam seu espaço. Na região de Gostoso, ele também é o Ministro da Cachaça da região e vendo uma deliciosa aguardente artesanal, genuinamente gostosa. Vale a visita a Urca do Tubarão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_JnsboqI/AAAAAAAADwc/GoIVDtYBDIo/s1600-h/gost003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387711594981204642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_JnsboqI/AAAAAAAADwc/GoIVDtYBDIo/s400/gost003.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praias especiais para descansos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_ImayFoI/AAAAAAAADwE/Bljl1EHdIS0/s1600-h/gost009.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387711577458873986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_ImayFoI/AAAAAAAADwE/Bljl1EHdIS0/s400/gost009.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vagas na praia é sinal de que o sertão encontra o mar em São Miguel do Gostoso.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9k7-KzUI/AAAAAAAADv8/Dye4-vdXgrs/s1600-h/gost002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387709865257520450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9k7-KzUI/AAAAAAAADv8/Dye4-vdXgrs/s400/gost002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Passeios de bugguy pelo litoral é uma excelente opção de lazer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9kQqXTSI/AAAAAAAADv0/H6ELoqsaVus/s1600-h/gost006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387709853631728930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9kQqXTSI/AAAAAAAADv0/H6ELoqsaVus/s400/gost006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; A Lagoa Salgada é uma das dezenas de lagoas em torno de Gostoso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9kPud83I/AAAAAAAADvs/o8FP_iY4h9Q/s1600-h/gost005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387709853380506482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9kPud83I/AAAAAAAADvs/o8FP_iY4h9Q/s400/gost005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Pousadas e hotéis a beira-mar garante a tranquilidade ao visitante.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9jkK-c6I/AAAAAAAADvk/s9NnDO25_Pk/s1600-h/gost004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387709841688916898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9jkK-c6I/AAAAAAAADvk/s9NnDO25_Pk/s400/gost004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; O mar de Gostoso convia para banhos refrescantes e demorados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9jTDXRkI/AAAAAAAADvc/2MHt2x-8ZlE/s1600-h/gost0010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5387709837093586498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT9jTDXRkI/AAAAAAAADvc/2MHt2x-8ZlE/s400/gost0010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Algumas dunas na beira do mar compõe o visual de Gostoso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-9004194907409761113?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/9004194907409761113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=9004194907409761113' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/9004194907409761113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/9004194907409761113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/10/sao-miguel-do-gostoso.html' title='São Miguel do Gostoso'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SsT_ZVViCYI/AAAAAAAADws/1yVVO7kgEOY/s72-c/gost001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-2929018720816775496</id><published>2009-05-27T08:01:00.000-07:00</published><updated>2009-05-27T08:27:09.803-07:00</updated><title type='text'>Tibau do Sul</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Entre a lagoa e o mar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LITORAL SUL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340520540025808946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIsfqaDI/AAAAAAAADS0/zH8mKJPw2KA/s400/tibau01.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Um inesquecível pôr-do-sol na Lagoa Guaraíras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Imagine um lugar onde a Mata Atlântica se encontra com rios, lagoas e o mar! Distante 80 km da capital potiguar, Tibau do Sul reúne uma diversidade de visuais para impressionar qualquer turista experiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome de Tibau do Sul foi dado pelos índios Potiguares que habitavam o litoral e significa “entre duas águas”, devido ao fato do pequeno vilarejo estar situado entre a Lagoa de Guaraíras e o Oceano Atlântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ser desmembrada do município de Goianinha, foi acrescentada a palavra “Sul” ao nome Tibau para diferenciar de outro município potiguar, localizado no extremo norte do Estado, fronteira com o Ceará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem diferente da agitada e cosmopolita praia da Pipa, Tibau do Sul é ideal para procura sossego e tranqüilidade. Alem de ser cercada de belezas naturais, a comunidade conta com excelentes opções de restaurantes, hotéis, pousadas, barzinhos, lojinhas, etc. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Lagoa Guaraíras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIT6HbHI/AAAAAAAADSs/N_xfZ-kaNXc/s1600-h/tibau02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340520533425876082" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIT6HbHI/AAAAAAAADSs/N_xfZ-kaNXc/s400/tibau02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lagoa Guaraíras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Lagoa de Guaraíras entra pelo Oceano Atlântico num abraço mágico, como se a natureza precisasse pedir licença para ser bela. No final do dia, quando os últimos pescadores ainda estão tarrafeando, esse recanto de água doce oferece um pôr-do-sol cinematográfico. Imperdível para os românticos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pé de algumas falésias que margeiam Tibau do Sul, a grande extensão de areia alva revela as praias de Cacimbinhas, da Bóia e do Giz. O destaque é a praia Ponta do Pirambu, uma espécie de oásis com coqueiros a beira mar, entre dunas, falésias e a mata nativa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Praia de Simbaúma&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340519959987495986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1Wm7rwJDI/AAAAAAAADR8/9RNXmFbWD98/s400/tibau_simb01.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A praia das Minas é usada para desova de tartarugas marinhas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um antigo quilombo deu origem ao vilarejo de Simbaúma, uma singela comunidade de pescadores que faz questão de preservar suas tradições e o espírito guerreiro de seu povo. A praia é calma com ondas fracas e água morna, propícia para longos banhos de mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simbaúma mantém um trecho da Mata Atlântica preservada até a foz do Rio Catú, que separa Tibau do Sul do município de Canguaretama, no encontro com o mar. Na beira do rio, os turistas colocam suas espreguiçadeiras e se deleitam ao sol, na união da água doce com a salgada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIOpgCeI/AAAAAAAADSk/Q1irF8ZhfY8/s1600-h/tibau03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340520532014008802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIOpgCeI/AAAAAAAADSk/Q1irF8ZhfY8/s400/tibau03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lagoa Guaraíras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XHzayXEI/AAAAAAAADSc/-Es3NUrdVDQ/s1600-h/tibau04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340520524704537666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XHzayXEI/AAAAAAAADSc/-Es3NUrdVDQ/s400/tibau04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Travessia de carros em balsas pela Lagoa Guaraíras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XHouNhRI/AAAAAAAADSU/T2oI1vuV6D8/s1600-h/tibau05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340520521833219346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XHouNhRI/AAAAAAAADSU/T2oI1vuV6D8/s400/tibau05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praia de Pirambúzios.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1WnSwLd4I/AAAAAAAADSM/o27yOF4ShK4/s1600-h/tibau_simb03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340519966180079490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1WnSwLd4I/AAAAAAAADSM/o27yOF4ShK4/s400/tibau_simb03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praia de Simbaúma.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1WnJLnwDI/AAAAAAAADSE/_k0pl1yDxKY/s1600-h/tibau_simb02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5340519963610824754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1WnJLnwDI/AAAAAAAADSE/_k0pl1yDxKY/s400/tibau_simb02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Travessia do rio entre Tibau do Sul e Baía Formosa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-2929018720816775496?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/2929018720816775496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=2929018720816775496' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2929018720816775496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/2929018720816775496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/05/tibau-do-sul.html' title='Tibau do Sul'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sh1XIsfqaDI/AAAAAAAADS0/zH8mKJPw2KA/s72-c/tibau01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-8887523767791921810</id><published>2009-05-24T07:34:00.000-07:00</published><updated>2009-05-24T08:06:19.113-07:00</updated><title type='text'>Praia da Pipa</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Pipa, eternamente Pipa!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LITORAL SUL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339400918860957378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2KoaBsI/AAAAAAAADQU/4loJFv-Vmq0/s400/pipa02.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A praia do Centro é um dos mais belos cartões postais de Pipa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Considerada uma das praias mais bonitas do Brasil, a atmosfera charmosa da Pipa só é comparada a Angra dos Reis, no Rio de Janeiro; Bombinhas, em Santa Catarina; Arraial d’Ajuda, na Bahia; e Jericoacoara, no Ceará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais badalada praia potiguar é cosmopolita. Um lugar onde se fala todas as línguas do mundo e todos os sotaques brasileiros, como uma Torre de Babel reunindo as mais diversas tribos para festejar os encantos da vida numa magia sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a costa da Pipa é cercada por imponentes falésias que abrigam a Mata Atlântica. Suas praias de areias alvas é um convite a passeios despretensiosos e o mar azul de águas mornas é sempre freqüentado por golfinhos e tartarugas, que encantam os visitantes. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Distrito de Tibau do Sul&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2mrRnlI/AAAAAAAADQs/0Tzy7_oZmD8/s1600-h/pipa06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339400926389182034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2mrRnlI/AAAAAAAADQs/0Tzy7_oZmD8/s400/pipa06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Barcos de pesca a beira mar na Praia da Pipa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Distrito de Tibau do Sul e distante 85 km de Natal, Pipa consegue conciliar um cenário natural de muitos alumbramentos a uma infra-estrutura cheia de charme e conforto, com pousadas, hotéis, resorts, bares, lojinhas e restaurantes de gastronomia com nível internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que também gostam da noite, as ruas estreitas de Pipa se enche de gente bonita para curtir uma balada alucinante nos barzinhos e boates, com MPB, reggae, forró ou batidas do Techno. Diante da efervescência de Pipa, a revista Viaje Mais elegeu a noite pipense a “mais quente acima do Recife”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que vivenciar um dos points da badala nordestina, conhecer Pipa é desfrutar de dias inesquecíveis de lazer e entretenimento ou simplesmente descanso e paz junto à natureza exuberante, sob as bênçãos de São Sebastião, padroeiro e protetor do lugar.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conhecendo a Praia da Pipa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2cKMJ9I/AAAAAAAADQk/FQ3_XVJUNIw/s1600-h/pipa03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339400923566057426" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2cKMJ9I/AAAAAAAADQk/FQ3_XVJUNIw/s400/pipa03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Somente nos passeios de barco é possível ver cardumes de golfinhos.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2T7rGwI/AAAAAAAADQc/Mx-r2w-lsxc/s1600-h/pipa01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339400921357687554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2T7rGwI/AAAAAAAADQc/Mx-r2w-lsxc/s400/pipa01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praia do Centro vista de cima do Cruzeiro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_sGaiTI/AAAAAAAADQM/QqYBKwj9AiI/s1600-h/pipa04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339399982952384818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_sGaiTI/AAAAAAAADQM/QqYBKwj9AiI/s400/pipa04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#000066;"&gt;Chapadão&lt;/span&gt; - Seguindo em direção ao sul, a primeira atração é o Chapadão, uma grande extensão de terreno plano rochoso, no alto de uma falésia, onde pode ser observadas dezenas de praias desertas com visuais fantásticos. Sem dúvida, o Chapadão é um dos melhores cartões postais da Pipa!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_hXcHaI/AAAAAAAADQE/u068hTFsZQw/s1600-h/pipa05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339399980071001506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_hXcHaI/AAAAAAAADQE/u068hTFsZQw/s400/pipa05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#000066;"&gt;Praia do Amor&lt;/span&gt; - Do alto do Chapadão, pode ser percebido o formato de um coração em toda a extensão da baía que forma a Praia do Amor. Pelo seu acesso difícil, a praia já foi o point da pratica de nudismo em Pipa. Por suas ondas fortes e altura considerável, a Praia do Amor é procurada pelos surfistas do mundo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_chJTRI/AAAAAAAADP0/0dQzeb2wphk/s1600-h/pipa07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339399978769534226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_chJTRI/AAAAAAAADP0/0dQzeb2wphk/s400/pipa07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;span style="color:#000066;"&gt;Ponta do Madeiro&lt;/span&gt; - Com um mar verde-esmeralda, a praia Ponta do Madeiro é habitada por golfinhos que procuram o local para se alimentar. O acesso à praia é feito por uma escada encravada na falésia. Ponta do Madeiro é parada obrigatória para quem chega à Pipa e de onde se tem um dos visuais mais deslumbrantes da região.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_NCBfzI/AAAAAAAADPs/x1nXBWTPyeY/s1600-h/pipa08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339399974612467506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlb_NCBfzI/AAAAAAAADPs/x1nXBWTPyeY/s400/pipa08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;span style="color:#000066;"&gt;Santuário Ecológico&lt;/span&gt; - O Santuário Ecológico da Pipa é uma grande área nas falésias da Mata Atlântica, preservada e aberta à visitação. Trilhas encantadas levam aos mirantes da Praia do Madeiro e a Baía dos Golfinhos, onde se tem a visão das falésias que formam as praias da Pipa. O Santuário Ecológico é um templo para incentivar a apreciação, compreensão e proteção da fauna e flora do litoral nordestino. Atualmente, há 3 setores e 16 trilhas abertas ao público, cada uma com diferentes objetivos e atrações.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-8887523767791921810?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/8887523767791921810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=8887523767791921810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/8887523767791921810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/8887523767791921810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/05/praia-da-pipa.html' title='Praia da Pipa'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Shlc2KoaBsI/AAAAAAAADQU/4loJFv-Vmq0/s72-c/pipa02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-1031613167680960353</id><published>2009-05-02T12:55:00.000-07:00</published><updated>2009-05-03T15:58:36.406-07:00</updated><title type='text'>Areia Branca</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Onde o Sertão Encontra o Mar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO LITORAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyvg081JyI/AAAAAAAADGY/Cqde7fD4neI/s1600-h/areiabranca01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331329037404284706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyvg081JyI/AAAAAAAADGY/Cqde7fD4neI/s400/areiabranca01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Porto de Areia Branca, o cartão postal mais famoso da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Da pequena vila e seu arruado de casas coladas até o cais do porto, ás margens do Rio Mossoró, a cidade de Areia Branca se espalha por toda parte até o mar. Distante 340 km de Natal, o município tem uma infinidade de belas e diferentes paisagens marinhas, com seus 42 quilômetros de extensão praieira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Areia Branca é mais conhecida pela sua economia voltada para a extração e industrialização do sal e pelo seu Porto-ilha, por onde passa toda a produção salineira nacional, para consumo interno e exportação. Assim como virou sinônimo de “cidade do sal”, Areia Branca tem potencial para ser transformada em grande pólo do turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no encontro do rio e mar, que está à praia de Upanema, a preferida e a mais freqüentada pela população da cidade, pelas variedades de opções que oferece, com banhos em piscinas de águas salgadas ou em mar aberto, com fortes e grandes ondas, ideais para a prática de surf e do kite-surf. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As praias de Areia Branca&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgvLzVKI/AAAAAAAADGQ/gLWzm7-5dR0/s1600-h/areiabranca02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331329035856467106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgvLzVKI/AAAAAAAADGQ/gLWzm7-5dR0/s400/areiabranca02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;strong&gt;A praia de São Cirstovão é um dos únicos lugares do mundo onde o sertão encontra o mar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A pequena vila de pescadores da praia de Ponta do Mel está distante cerca de 30 km da sede do município de Areia Branca. É exatamente nesse ponto da costa potiguar que o sertão encontra com o mar, criando um cenário exótico, com enormes falésias de terras avermelhadas unidas a vegetação e animais típicos da caatinga sertaneja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas décadas de 70 e 80, Mel (como é chamada poeticamente pelos nativos) foi roteiro alternativo para hippies e mochileiros que viram o paraíso nesse cenário de rio, mar, dunas, salinas e uma vegetação de caatinga. Apesar de ainda ser uma vila de pescadores, Mel dispõe de toda a infra-estrutura para o turismo com rodovia asfaltada, hotéis e restaurantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado de Ponta do Mel, a beleza exuberante da praia de Cristovão não é para ser descrita, é para ser apreciada lentamente. Do alto da grande falésia, o visitante pode se deslumbrar com a imensidão de areias alvas em contraste com a maré que invade a praia, deixando os pequenos barcos encalhados na areia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com toda a certeza, a praia de São Cristovão, (ou simplesmente Cristovão) é uma das mais belas paisagens do litoral potiguar. A praia e sua pequena vila de pescadores é pouco visitada e não há hotéis ou pousadas. Porém, tem tudo para se transformar numa grande atração turística do litoral da Costa Branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das praias de Cristovão, Ponta do Mel e Upanema, Areia branca ainda oferece as belezas desconhecidas de praias como Pernambuquinho, Morro Pintado e Redonda. E quando fevereiro chega, os trios elétricos invadem as ruas para celebrar o carnaval e o final do verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyvgg8aIfI/AAAAAAAADGI/818uus0DJK8/s1600-h/areiabranca03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331329032033804786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyvgg8aIfI/AAAAAAAADGI/818uus0DJK8/s400/areiabranca03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; Pôr-do-sol no cais do porto de Areia Branca.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgVigaVI/AAAAAAAADGA/1Znjl-ceNQU/s1600-h/areiabranca04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331329028972374354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgVigaVI/AAAAAAAADGA/1Znjl-ceNQU/s400/areiabranca04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Barcos na praia de Ponta do Mel.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgUkFcNI/AAAAAAAADF4/T3pwQVlktgU/s1600-h/areiabranca05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331329028710559954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SfyvgUkFcNI/AAAAAAAADF4/T3pwQVlktgU/s400/areiabranca05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dunas na praia de Cristovão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5pDm_XI/AAAAAAAADFw/nlLDEz4lyjc/s1600-h/areiabranca010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331328364196593010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5pDm_XI/AAAAAAAADFw/nlLDEz4lyjc/s400/areiabranca010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praia de São Cristovão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5XXc_hI/AAAAAAAADFo/3-rqd7xpKnU/s1600-h/areiabranca09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331328359447985682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5XXc_hI/AAAAAAAADFo/3-rqd7xpKnU/s400/areiabranca09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praia de Upanema.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5VOqdsI/AAAAAAAADFg/CZ6uBp5vlVU/s1600-h/areiabranca08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331328358874248898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5VOqdsI/AAAAAAAADFg/CZ6uBp5vlVU/s400/areiabranca08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praia de Upanema.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5BrxMpI/AAAAAAAADFY/bSkS4XraNp4/s1600-h/areiabranca07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331328353627615890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5BrxMpI/AAAAAAAADFY/bSkS4XraNp4/s400/areiabranca07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praia de Cristovão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5EyWi6I/AAAAAAAADFQ/UAy3NVSyl3s/s1600-h/areiabranca06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5331328354460535714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyu5EyWi6I/AAAAAAAADFQ/UAy3NVSyl3s/s400/areiabranca06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praia de Morro Pintado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-1031613167680960353?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/1031613167680960353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=1031613167680960353' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1031613167680960353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1031613167680960353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/05/areia-branca.html' title='Areia Branca'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/Sfyvg081JyI/AAAAAAAADGY/Cqde7fD4neI/s72-c/areiabranca01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-5384666180999098918</id><published>2009-03-01T05:01:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T08:31:15.554-08:00</updated><title type='text'>Patu</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Aventuras descabidas na Serra do Lima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO OESTE&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRQmiqmI/AAAAAAAAC3c/Kwcwr1GH7Ao/s1600-h/patu01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308219234556488290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRQmiqmI/AAAAAAAAC3c/Kwcwr1GH7Ao/s400/patu01.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;A majestosa Serra do Lima saúda os visitantes.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao longe, a imensa Serra do Lima desponta majestosa no horizonte, como num convite encantado, saltando aos olhos do visitante silenciosamente, prometendo uma aventura sem fim. Situada no Pólo Serrano, distante 320 km de Natal, a serra de Patu é um convite para peripécias turísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o leitor estiver de passagem por Patu e observar as pessoas olhando para cima, usando binóculos ou a olho nu, não se assuste. Eles estão observando o céu repleto de coloridos parapentes e asas-delta voando em torno da Serra do Lima e pousando no meio da caatinga potiguar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, a cidade norte-riograndense de Patu é considerada como um dos melhores lugares do mundo para a prática de vôos livre, tanto de asa-delta como o vôo de Parapente (Paraglider). Devido às condições climáticas e geográficas da região, vários estrangeiros e brasileiros procuram a cidade para praticar os vôos livres e tentar bater recordes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os vôos-livres acontecem de setembro a janeiro, quando os ventos sertanejos da caatinga são mais quentes e estão propícios para formar as “térmicas”, massas ascendentes de ar quente, que sustentam o vôo. Nessa época do ano, o sertão potiguar de Patu recebe gente do mundo inteiro que vem à cidade para praticar o vôo-livre. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Turismo religioso no Santuário do Lima&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRftkTJI/AAAAAAAAC3U/O7NPicGCbeM/s1600-h/patu02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308219238612487314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRftkTJI/AAAAAAAAC3U/O7NPicGCbeM/s400/patu02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Capela do Lima, localizada no alto da serra.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O que não há pelo mundo sobra no coração do nordestino: a fé. O Rio Grande do Norte começa a despertar para o potencial do turismo religioso. Tem muita gente apostando na tradição e religiosidade do homem nordestino, cuja cultura está sedimentada no catolicismo trazido pelos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No alto da Serra do Lima está o Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis, um grande complexo religioso, que atrai fiéis de todo o Brasil. Com uma arquitetura modernista, a capela tem capacidade para 700 pessoas. Nos finais de semana, é comum ver pessoas subindo a serra a pé para pagar uma promessa à Santa das coisas impossíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Administrado pela Irmandade da Sagrada Família há mais de 350 anos, o Santuário do Lima tem sua maior festa no dia 1º de janeiro, dia de Nossa Senhora dos Impossíveis, quando recebe a visita de milhares de fieis que vêm subir a serra para pedir graças à Santa e rezar para que ano vindouro seja leve. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na trilha do cangaceiro Jesuíno Brilhante&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRGXiDfI/AAAAAAAAC3M/8SsBLuUJtRU/s1600-h/patu03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308219231809179122" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 347px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRGXiDfI/AAAAAAAAC3M/8SsBLuUJtRU/s400/patu03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Caverna onde se escondia o temível cangaceiro Jesuíno Brailhante.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para conhecer de perto a história de Jesuíno Brilhante, o famoso cangaceiro patuense conhecido como o “Robim Hood da caatinga”, é preciso se embrenhar na mata para ir até a caverna de pedras onde o bando se escondia no pé da Serra do Cajueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob a orientação do guia Turístico local, Zé Doido, os aventureiros seguem a trilha na mata, que tem como característica a riqueza de sua fauna e flora preservada. No caminho, há árvores e cipós gigantescos que chegam a medir entre dez a quinze metros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mata nativa é composta principalmente por jatobás, ipê roxo, aroeira e mororó, espécies também comuns à mata Atlântica. Numa área de aproximadamente cinco hectares, é fácil encontrar cascas do coco catolé, deixados pelos macacos pregos e por micos-leões, frutos de seus cardápios alimentares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criada pelo rolamento de grandes blocos de granito, a gruta está localizada na soleira da Serra do Cajueiro. Estes blocos são formados devido ao intemperismo e falhas que atuam na rocha. Toda a área faz parte da fazenda Cajueiro, localizada às margens da RN-078, distante 6 km de Patu.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sítio Arqueológico do Jatobá&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVQzkQ8WI/AAAAAAAAC3E/angCbIhB2PQ/s1600-h/patu04.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308219226762309986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVQzkQ8WI/AAAAAAAAC3E/angCbIhB2PQ/s400/patu04.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Datada de pelo menos 10 mil anos, dezenas de escrituras rupestres estão espalhadas pelo leito do Rio Jatobá, na comunidade homônima.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Devido ao relevo e excelentes condições climáticas a área serrana possui todos os pré-requisitos para pratica de vários tipos de esportes radicais como vôo livre, trilhas ecológicas, rapel e enduros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há milhares de ano, os primeiros habitantes deixaram suas inscrições gravadas nas pedras, que se formou o Sítio Arqueológico do Riacho do Letreiro, com gravuras rupestres feitas sobre as pedras de granito, já bastante destruídas pela ação do sol, água, chuva e trânsito de animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Riacho do Letreiro é um sítio arqueológico a céu aberto, com suas imagens esculpidas diretamente sobre a rocha, sem a proteção de uma caverna. Segundo especialistas, os desenhos são classificados como da tradição "Itacoatiara", comum nas regiões ribeirinhas do Nordeste brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As estórias sobre as origens patuenses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVQjBLmAI/AAAAAAAAC28/iGKtsqJpFXY/s1600-h/patu05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308219222320191490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVQjBLmAI/AAAAAAAAC28/iGKtsqJpFXY/s400/patu05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Matriz de Nossa Senhora das Dores. Ao fundo, a Serra do Lima.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O município de Patu fica situado na região Oeste e microrregião Serrana do Rio Grande do Norte, uma zona de agricultura e pecuária, que no início da colonização estava ligada ao ciclo dos currais. Os primeiros habitantes da região foram os índios Cariris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem do nome Patu tem duas versões. Na primeira, de acordo com a literatural popular, dois irmãos tinham seus terrenos próximos ao pé da serra. Certo dia um disse ao outro: "Quando eu morrer isto aqui fica PA-TU". Desde então, o nome do lugar ficou conhecido como Patu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a versão mais aceita é a segunda, registrada pelo historiador Câmara Cascudo. No seu livro “Nomes da Terra” (Sebo Vermelho Edições), Patu significa lugar de terra alta em tupi, denominação que os índios Cariris utilizavam para identificar o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal destaque no início da criação de Patu foi o Coronel Antônio de Lima Abreu Perreira, Comandante do Regimento de Ordenanças da Ribeira do Apodi, na Serra do Patu, que no ano de 1758, fez doação de terras para a construção da Capela de Nossa Senhora dos Impossíveis, erguida na majestosa Serra do Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Patu ainda preserva traços da antiga vila. Desde as casas coloridas, ao pé da serra, até os casarões coloniais, a cidade se espalha por toda a parte. Mesmo sem os trilhos que levaram os trens para Patu, a velha Estação Ferroviária sobreviveu a modernidade da vida como uma testemunha, se transformando num museu para contar a história da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwon6RFI/AAAAAAAAC20/uubFXb40NkI/s1600-h/patu010.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308218674068997202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwon6RFI/AAAAAAAAC20/uubFXb40NkI/s400/patu010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;strong&gt;Casarios em estilo coloniais estão sendo preservados.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwYMJ6aI/AAAAAAAAC2s/PEesnYzFjcI/s1600-h/patu09.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308218669657614754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwYMJ6aI/AAAAAAAAC2s/PEesnYzFjcI/s400/patu09.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casas coloridas ao pé da Serra do Lima.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwIDSnjI/AAAAAAAAC2k/lhC39eVGR5g/s1600-h/patu08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308218665325469234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUwIDSnjI/AAAAAAAAC2k/lhC39eVGR5g/s400/patu08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Estação ferroviária de Patu. Hoje, funciona uma casa de cultura popular.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUv1rCMNI/AAAAAAAAC2c/gckLjJxqkVo/s1600-h/patu07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308218660391891154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUv1rCMNI/AAAAAAAAC2c/gckLjJxqkVo/s400/patu07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Decolando de para-pente do alto da Serra do Lima&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUvgm5NcI/AAAAAAAAC2U/XV6SMFI2ij4/s1600-h/patu06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308218654737380802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqUvgm5NcI/AAAAAAAAC2U/XV6SMFI2ij4/s400/patu06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Voos de asa-delta pela região serrana de Patu.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-5384666180999098918?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/5384666180999098918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=5384666180999098918' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5384666180999098918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5384666180999098918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/03/patu.html' title='Patu'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SaqVRQmiqmI/AAAAAAAAC3c/Kwcwr1GH7Ao/s72-c/patu01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-5501737580729569535</id><published>2009-01-20T11:43:00.000-08:00</published><updated>2009-03-01T05:01:37.346-08:00</updated><title type='text'>Ceará Mirim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Vale Verde do Ceará-Mirim&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO MATO GRANDE&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY58bLg7GI/AAAAAAAACsQ/KkRQDxJSS98/s1600-h/ceara01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293482122271583330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 282px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY58bLg7GI/AAAAAAAACsQ/KkRQDxJSS98/s400/ceara01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Visão panorâmica do vale.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;“No Vale cobriu-se de canaviais e, sede de rico patriarcado agrícola e industrial, com elegância e poderio econômico, Ceará-Mirim tornou-se um dos primeiros municípios da Província do Estado”.&lt;/em&gt; (Câmara Cascudo) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No século XVII, quando os portugueses chegaram oficialmente ao Vale do Ceará-Mirim, os índios Potiguares, chefiados por Felipe Camarão, o índio Poty, já habitavam a localidade de Guajiru, as margens do Rio Pequeno, hoje Rio Ceará-Mirim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo após a saída dos padres jesuítas, os índios negociaram suas terras com os colonizadores portugueses, os quais utilizaram o trabalho escravo para desenvolverem a economia do lugar, através do plantio de cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Vale prosperou e cresceu a partir da produção canavieira. Durante a fase patriarcal e escravocrata do açúcar, tornou-se referência de ostentação e de muito luxo, tendo seus senhores de engenhos possuindo carruagens forradas com seda e promovendo pomposas festas para a aristocracia nos salões dos seus Casarões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1760, Ceará-Mirim era conhecida por Boca da Mata, pertencente a Vila de Extremoz. Somente em 1882, a vila recebeu status de cidade, denominada Vila do Ceará-Mirim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o historiador Luís da Câmara Cascudo, no livro Nomes da Terra (Sebo Vermelho Edições) a origem do nome da cidade é dada pela “Seara, várzea do Seara”, rio que tinha sua nascente entre Lajes e Angicos, atravessando os municípios de João Câmara e Taipu, despejando no mar na Barra de Inácio de Góis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradução do vocábulo “Ceará”, segundo o escritor José de Alencar é “fala ou canto do papagaio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município está localizado a 27 km de Natal, na região do Mato Grande. A cidade preserva alguns casarios do início do século XIX, construídos no auge da produção açucareira. &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um passeio histórico pela cidade e seus casarios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293481279412664818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5LXSSefI/AAAAAAAACr4/PSPEVeJeqwY/s400/ceara04.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Solar dos Antunes, sede da prefeitura municipal.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Solar Antunes é um imponente casarão no centro da cidade, foi construído em 1888, em estilo colonial, pertenceu à família Antunes e foi doado por Rui Pereira Júnior, seu último herdeiro, para ser a sede da Prefeitura Municipal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Matriz de Nossa Senhora da Conceição, iniciada pelo Frei Ibiapina, levou longos 40 anos para ser construída. Atualmente, a igreja é considerada um dos maiores templos religiosos do Rio Grande do Norte. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Mercado do Café, reformado pela Prefeitura Municipal, é o marco de uma economia ativa e próspera durante o ciclo canavieiro. Construído por volta de 1880, o mercado era um grande entreposto para a comercialização dos produtos da cana de açúcar (rapadura, mel, álcool, açúcar, melaço e aguardente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Estação Ferroviária de Ceará-Mirim foi inaugurada em 1906, integrando a população cearamirinense com a capital do Estado. Nos seus vagões, o tem trazia novos comerciantes para a cidade e levava a produção do Vale para Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para homenagear a cidade portuguesa de Vagos, co-irmã de Ceará-Mirim, foi constuída uma gôndula no Parque da Cidade, terminal turístico com uma infra-estrutura pronta para atender o visitante. &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Roteiro turístico pelos engenhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY58CCjUTI/AAAAAAAACsI/pBBYoPWEWrc/s1600-h/ceara07.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293482115523105074" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY58CCjUTI/AAAAAAAACsI/pBBYoPWEWrc/s400/ceara07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Engenho Mucuripe em atividade na zona rural de Ceará Mirim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A paisagem bucólica, entre verdes canaviais, palmeiras imperiais e frondosas mangueiras, esconde verdadeiros tesouros históricos. Dezenas de Engenhos, alguns em ruínas e no completo abandono, outros intactos e preservados, formam a “Rota dos Engenhos”, projeto turístico da prefeitura de Ceará-Mirim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Nilo Pereira, antiga Casa Grande do Engenho Guaporé, construído em 1850, é de grande importância para a história do RN. Uma das razões é que abrigou o governador da Província, Vicente Inácio Pereira, por volta de 1860. Completamente entregue às traças e morcegos, o Museu Nilo Pereira pertence à Fundação José Augusto, que usa o lugar como depósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na propriedade onde existiu o Engenho Santa Theresa, cuja lembrança é uma enorme chaminé que resistiu ao tempo e permanece de pé, há uma nascente de água cristalina, chamada de “Banho das Escravas”. Como o nome sugere, era o local onde as escravas se banhavam e lavavam as roupas dos seus senhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas edificações estão completamente em ruínas, deixando a mostra suas paredes de tijolos duplos, expondo toda a imponência de outras épocas. O velho Engenho Carnaubal, o primeiro do Vale, construído em 1840, oferece ao visitante uma referência da grandeza da arquitetura usada pelos Barões do Açúcar. O engenho Ilha Bela, construído em 1888 pelo Coronel José Felix da Silveira Varela, também está em pleno estado de ruínas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preservação do Patrimônio Histórico está garantida pela conservação de alguns engenhos, uns continuam fechados, mas outros, estão em pleno funcionamento. O Engenho Mucuripe, fundado em 1935 por Rui Pereira, o mais antigo em atividade na região, produz anualmente rapadura de boa qualidade, mel e açúcar mascavo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Casa Grande do Engenho São Francisco, onde hoje funciona o escritório da Usina Açucareira do Vale do Ceará Mirim, foi residência do Barão do Ceará Mirim. Construído no final do século XVIII, em estilo colonial, o casarão resiste ao tempo e preserva seus traços da arquitetura portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro de uma visão de interiorização do turismo e a diversificação de roteiros culturais, a “Rota dos Engenhos” é uma alternativa cultural, com gosto de aventura histórica, oferecida pelos verdes canaviais do Vale do Ceará-Mirim. &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Lenda de amor no Verde Nasce&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY579ZPIiI/AAAAAAAACsA/4Wy8GPRNDlg/s1600-h/ceara08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293482114276074018" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 270px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY579ZPIiI/AAAAAAAACsA/4Wy8GPRNDlg/s400/ceara08.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Local onde foi enterrado a inglesa Emma.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A terra do Engenho Verde Nasce guarda uma das maiores curiosidades do Vale: o “Túmulo de Emma”. Uma construção onde foi sepultada uma inglesa chamada Emma. Conta a lenda do lugar, que o jovem Victor Barroca, filho do proprietário do engenho Verde Nasce, Marcelo Barroca, foi estudar na Inglaterra e casou-se com uma moça inglesa, vindo morar no engenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao acompanhar o marido, vindo morar em Ceará Mirim, Emma não resistiu ao clima e faleceu em 1881 (data da lápide). Naquele tempo, a Igreja Católica não permitiu o sepultamento num cemitério, uma vez que a religião de Emma era Anglicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu esposo mandou construir o túmulo no alto de uma colina, local onde o casal costumava passar as tardes observando o fim do dia, rendendo todas as homenagens possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5LL_cSrI/AAAAAAAACrw/4LJkeM0dy7w/s1600-h/ceara03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293481276380826290" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 283px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5LL_cSrI/AAAAAAAACrw/4LJkeM0dy7w/s400/ceara03.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A Matriz de Nossa Senhora da Conceição, um dos maiores templos religiosos do Rio Grande do Norte.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5KwIfVTI/AAAAAAAACro/yKAK-v36Ub8/s1600-h/ceara05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293481268902581554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5KwIfVTI/AAAAAAAACro/yKAK-v36Ub8/s400/ceara05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Ginásio Santa Agueda, ensino religioso por várias gerações.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5K3MobMI/AAAAAAAACrg/kRJZf4haPAI/s1600-h/ceara06.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293481270799002818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY5K3MobMI/AAAAAAAACrg/kRJZf4haPAI/s400/ceara06.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casa Grande da Companhia Açucareira do Vale do Ceará Mirim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-5501737580729569535?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/5501737580729569535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=5501737580729569535' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5501737580729569535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5501737580729569535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2009/01/cear-mirim.html' title='Ceará Mirim'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SXY58bLg7GI/AAAAAAAACsQ/KkRQDxJSS98/s72-c/ceara01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-1970362712465012946</id><published>2008-10-29T07:00:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T10:58:39.440-07:00</updated><title type='text'>Caraúbas</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O sertão encantado das caraubeiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO OESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiMOQOU_rI/AAAAAAAACW0/r9cko34ZSho/s1600-h/ca001.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610341083545266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiMOQOU_rI/AAAAAAAACW0/r9cko34ZSho/s400/ca001.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praça Reinaldo Fernandes Pimenta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Caraúbas, Passargada dos meus oito anos,&lt;br /&gt;Terra dos meus primeiros alumbramentos,&lt;br /&gt;Tão pequena que eras, mas tão grande,&lt;br /&gt;Na minha geografia de menino”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(Deífilo Gurgel)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como num canto laudatório à sua terra, os versos do bardo representam a mais perfeita tradução da beleza parnasiana desse sertão encantado. Pela sua beleza rusticamente sertaneja, Caraúbas causa alumbramentos instantâneos naqueles que se aventuram numa visita descabida a região do Médio Oeste potiguar. A beleza simples das ruas bem cuidadas, aliada ao acolhimento do povo, cria uma atmosfera familiar como se o poeta estivesse em cada recanto de sua Passargada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caraúbas é um dos berços da família Gurgel, radicada na região desde os tempos de Dona Quitéria Ferreira de São Luís, filha do Coronel Vicente Gurgel, vindos de Aracati, no Ceará, e de tradicional família cearense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a cidade também é povoada pelos reconhecíveis “Cabocos” com suas feições indígenas, moradores dos sítios Chachoeira, Apanha-Peixe e Mirandas. Caboclo é a miscigenação de índios com brancos. Porém, em Caraúbas os cabocos são conhecidos como descendestes de Leandro Bezerra, fundador do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o historiador Raimundo Soares de Brito, em seu livro “Caraúbas Centenária” (Fundação Vingt-Un Rosado), Leandro Bezerra era sobrinho do Tenente-General Francisco de Souza Falcão, da Província do Cabo, em Pernambuco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas famílias edificaram terras na fazenda “Cachoeira”, que em pouco tempo tornou-se uma comunidade de pessoas vinda da cidade do Cabo. Portanto, “cabocos” é uma corruptela para identificar os descendentes daqueles que vieram do Cabo. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Origens caraubenses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiMOEJh_QI/AAAAAAAACWs/LByfrqjhOoc/s1600-h/ca002.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610337842199810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiMOEJh_QI/AAAAAAAACWs/LByfrqjhOoc/s400/ca002.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A magestosa Caraúbas (jacarandá copaia), uma árvore da família das bignoniáceas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A origem do nome “Caraúbas” provém de uma densa mata de caraubeiras, árvore de casca amarga e folhas amarelas, existente ao longo de um afluente do rio Apodi. Em 1924, o pesquisador e jornalista Manoel Dantas escreveu em seu livro “Homens de Outrora” (Editora Sebo Vermelho): “Á margem do rio Apodi, eram tantas as caraúbas que davam sombra e ostentavam um cerne gigantesco que os viajantes, nas suas jornadas, marcavam sempre um ponto de descanso na várzea das caraúbas, nome que passou a município e a cidade que hoje se ergue, com seus casarios regulares e bem tratados, no meio de extensos tabuleiros.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Manuel Dantas, quando os primeiros cabocos chegaram à região, os índios Paiacus chamavam o lugar de “Carahu-mba” (fruta da casaca negra). Não demorou muito para que as terras fossem chamadas de “Várzea das Caraúbas” e, mais tarde, apenas como Caraúbas, que passou a ser distrito de paz, arrabalde e município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sabe-se que Caraúbas (jacarandá copaia) é uma árvore majestosa da família das bignoniáceas. Ainda hoje, as caraubeiras são vistas pela cidade, dando sombra para uma conversa demorada aos devotos de São Sebastião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entardecer, é notório o aroma selvagem das Juremas secas na caatinga abrasadora, enquanto o vento do oeste vem mansamente amenizando o calor intenso do meio dia. Cadeiras na calçada dão vida às conversas de amigos, uma tradição viva que Seu Dôdo faz questões de preservar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por toda parte pode ser visto fragmentos de beleza num sertão bucólico, onde o folclorista Deífilo Gurgel, um dia, fez deste chão sua oficina de poesia, brotando lembranças da sua geografia de menino. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Potencial Turístico Sertanejo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL8OYjtjI/AAAAAAAACWk/g84pFzJD49U/s1600-h/ca004.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610031351936562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL8OYjtjI/AAAAAAAACWk/g84pFzJD49U/s400/ca004.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antiga estação ferroviária que se transformou em Casa de Cultura do município.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Caraúbas tem um potencial turístico muito promissor e pouco explorado, pois é roteiro alternativo para aqueles aventureiros que querem descobrir as belezas dos sertões, fazendo eco-turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na região, há uma intensa exploração do “turismo sertanejo”, como acontece em Martins e na Chapada do Apodi, com dezenas de agências levando, na sua maioria norte-riograndenses que querem descobrir o próprio Estado, praticando o “turismo interno”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Arquitetura preserva a história&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262609381705023842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiLWaQqgWI/AAAAAAAACVs/CnFe2YvNilE/s400/ca0010.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sede da Prefeitura Municipal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Construído em 1929, o prédio da Estação Ferroviária transformou-se em uma Casa de Cultura com o apoio do Governo do Estado do RN para ser utilizada no desenvolvimento da cultura local, onde os artistas podem mostrar a essência da arte popular caraubense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Mercado Central, edificado em 1917, bem preservado e com uma intensa vida comercial, nos remete a um passado glorioso quando Caraúbas começou a ser vilarejo. Aos sábados, a tradicional feira em torno do Mercado atrai gente de todos os lados, movimentando a economia do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era na calçada do mercado que nasciam as idéias políticas entre os caraubenses mais ilustres, enquanto degustavam uma talagada de pinga na mercearia de Tiãozinho, que até hoje mantém seu comércio aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As casas do “Quadro”, conhecido espaço onde tradicionais famílias caraubenses moram, em frente à igreja de São Sebastião, as casas bem cuidadas do “Beco Velho” e os casarios da Praça Reinaldo Fernandes Pimenta, completam o conjunto arquitetônico secular da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Olho D’água do Milho e escrituras rupestres&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7_hQMkI/AAAAAAAACWc/kugS8gxVkH8/s1600-h/ca005.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610027361874498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7_hQMkI/AAAAAAAACWc/kugS8gxVkH8/s400/ca005.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Piscinas termais do Olho D'água do Milho.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Olho D’água do Milho, a 6 km do centro urbano, há um hotel em péssimas condições, em total abandono, onde antes já teve alguns serviços de hospedagens. A fonte termal, que lá existe e jorra permanentemente de um lençol localizado a 200 metros de profundidade, é límpida, incolor e não tem cheiro. Conforme uma placa de aviso no local, o banho nestas águas pode curar os males do corpo e da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Próximo ao Olho D’água do Milho, no meio da caatinga, há um sítio arqueológico com inscrições rupestres. Provavelmente, as escrituras foram deixadas pelos primeiros Paiacus, nação indígena que habitou esse berço de sertão, os quais deixaram suas impressões gravadas nas pedras de um serrote.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 30 minutos de caminhada pelo sertão adentro, um morador do lugar pode levar o visitante até um local conhecido por “Pedras dos Índios”, onde podem ser apreciadas centenas de inscrições nas pedras. &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A imponência da Fazenda Sabe Muito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7q42HLI/AAAAAAAACWU/F6lSYgloDAw/s1600-h/ca006.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610021823683762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7q42HLI/AAAAAAAACWU/F6lSYgloDAw/s400/ca006.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casa Grande da Fazenda Sabe Muito.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A enorme casa, vista da beira da estrada entre os municípios de Apodi e Caraúbas, sobressai em meio à paisagem seca da caatinga no Médio Oeste. A casa grande da propriedade, encravada em um outeiro, foi construída em 1868. Até hoje, não se tem notícias sobre o reconhecimento histórico-arquitetônico, através de processo de tombamento em nível estadual, para averiguar a importância da construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fazenda “Sabe Muito” é o coração da cidade de Caraúbas, a qual foi erguida no final do século XVII, quando vieram para o Brasil alguns portugueses, oriundos da Vila de Faral, província do Douro. Segundo Epitácio Fernandes Pimenta, um índio Payacu, amigo do português Antônio Coutinho, havia encontrado um olho d’água nas imediações da fazenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Antônio Coutinho perguntou se o índio sabia mesmo onde se achava água, o mesmo respondeu: ‘Eu sabe muito’. Coutinho, como todo bom português, conhecia um pouco de sua língua, achou interessante a maneira do Paiacu falar e daquele dia em diante deu o nome dessas terras de Fazenda Sabe Muito”, escreveu Epitácio Pimenta no livro Caraúbas Centenária,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A casa é rústica, mas impressiona pela grandeza que foi construída. É a maior casa do município e parece uma fortaleza, com suas possantes paredes de quatro enormes tijolos que sustentam uma cumeeira com altura de 50 palmos de altura, além de 27 portas e 41 janelas abrigando 20 cômodos. Atualmente, a casa grande da Fazenda Sabe Muito está abandonada, servindo de refúgio para morcegos, ratos e outros animais silvestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Sabe Muito pertence a Jonas Armagílio de Oliveira e Joana Eulália de Oliveira que comprou a propriedade e se estabeleceram na região no ano da graça de 1960. Muito cortês, os descendentes moram ao lado e podem mostrar a casa para o visitante. Nos fundos da casa grande, há uma casa de farinha com os equipamentos velhos e sem uso, mas ainda existe a prensa, o forno e uma grande moenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ermo dos alpendres solitários da fazenda, uma lenda se espalha feito vento ligeiro, contando que existe uma botija de ouro sob os tijolos da imensa sala da casa. A moradora Edileuza de Oliveira Silva afirmou ter escutado a história de um antigo morador da região, mas nunca se interessou em escavar a área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edileuza confirma que vem gente "de todo canto" para visitar a casa. Os nomes de inúmeros visitantes incultos estão inscritos com giz nas paredes dos cômodos da fazenda, demonstrando pouca importância pela preservação do lugar. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Casa de Farinha&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262609386977644258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 272px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiLWt5wTuI/AAAAAAAACV8/4uTzVB-IMnk/s400/ca0015.JPG" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casa de Farinha secular, num dos cômodos do Sabe Muito.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A casa de farinha guarda traços dos hábitos dos antigos coronéis sertanejos quando castigava escravos preguiçosos. Grandes armadores, colocados no alto das paredes, são sinais de que o lugar teria sido cenário de torturas físicas, quando as escravas eram colocadas de cabeça para baixo para receber chicotadas. “Elas deveriam ficar nuas para ter o castigo”, ressaltou Edileuza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe das lendas e com toda sua história impregnada nas suas grossas paredes, a Fazenda Sabe Muito permanece relegada ao abandono, disposta a ação dos vândalos e do tempo. A solução é esperar que o órgão responsável pelo patrimônio histórico e arquitetônico do Rio Grande do Norte, a Fundação José Augusto, faça um levantamento para o processo de tombamento do Sabe Muito. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Fazenda Pedra Pintada e os cabras de Lampião&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7WRlVhI/AAAAAAAACWM/EROvNdve_pw/s1600-h/ca007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610016290297362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 261px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7WRlVhI/AAAAAAAACWM/EROvNdve_pw/s400/ca007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fazenda Pedra Pintada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O fazendeiro João Amorim tem 84 anos de idade e vive nas cercanias de Caraúbas desde 1946, “sem nunca ter arredado o pé das terras para lugar nenhum” como ele mesmo diz ao visitante que chega à Fazenda Pedra Pintada e se senta no alpendre da casa grande para beber um café passado na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas ocasiões, João Amorim aproveita para contar histórias sem fim sobre como sobreviver de agricultura na seca e a passagem de Lampião pelo município, quando o cangaceiro marchava em direção à Mossoró.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu João Amorim conta que quando Lampião se direcionava à Mossoró não quis passar pelas terras do coronel Quincas Saldanha, conhecido na região como “Gato Vermelho”, velho inimigo de cangaceiros, muito temido pela sua valentia e crueldade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capitão Lampião foi avisado por Marcilon Leite que o bando cruzaria as terras de Quincas Saldanha e o Rei do Cangaço resolveu alterar a rota por temor e respeito ao coronel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de direção fez com que a tropa de cangaceiros fizesse uma marcha demorada, chegando a Dix-sept Rosado através da cidade de Felipe Guerra. Por causa da longa caminhada, o trem já havia partido em direção à Mossoró.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O desvio das terras do Gato Vermelho deu tempo suficiente para os passageiros avisarem aos mossoroenses da chegada de Lampião. Com isso, foi possível armar várias trincheiras na cidade, levando o bando à derrota histórica”, revelou João Amorim, com toda segurança naquilo que dizia. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sobrevivendo em tempos de estiagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7EQQGAI/AAAAAAAACWE/P5vaJAlsDkc/s1600-h/ca008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262610011452872706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 272px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiL7EQQGAI/AAAAAAAACWE/P5vaJAlsDkc/s400/ca008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seu João Amorin cuidando do seu rebanho, na Fazenda Pedra Pintada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As João Amorim não gosta da lembrança de longos períodos de seca quando a terra esturricada pela estiagem não serve para o plantio. “Eu tenho dois açudes e dezenas de barreiros na fazenda. Um açude e todos os barreiros já secaram. Só sobrou o açude grande com água e mesmo assim é uma água barrenta que só serve para o gado”, disse o velho agricultor, ressaltando que já se passou o segundo ano (2006-2007) de inverno ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme João Amorim, os sinais da natureza indicam que esse ano o sertão terá um bom inverno. Em noites sem lua, os relâmpagos e trovões nas cabeceiras das serras anunciam a temporada de chuva chegando ao longe. “Os tejuaçus já estão saindo da toca e já estou vendo as abelhas procurando flor. Acho que até o final de fevereiro o inverno chega”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época da seca, mesmo com todas as dificuldades, João Amorim cria gado e bode em suas terras, de onde tira o leite e a carne para o sustento da fazenda. Quando estiver em pleno inverno, o fazendeiro afirma que será possível plantar batata doce, feijão, mandioca, milho, capim para o gado, entre outras culturas de subsistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Amorim criou 14 filhos na Fazenda Pedra Pintada e não pretende sair de lá para lugar nenhum. “Só saio daqui quando estiver morto”, anunciou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Devoção e festa para São Sebastião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262609370492606242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiLVwfalyI/AAAAAAAACVk/n7lIpfBxkdQ/s400/ca0016.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja Matriz de São Sebastião.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1791, uma grande seca assolou o sertão ameaçando exterminar o gado da região. Leandro da Cunha, devoto de São Sebastião, prometeu construir uma capela para o santo se surgisse água franca para a manutenção de sua fazenda. Cavando então um poço perto do riacho a água jorrou em abundância e nunca mais secou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse momento, o poço passou a ser chamado de Poço de São Sebastião, que existe até hoje em frente à matriz da cidade. Construída a capela, as romarias e as festas religiosas realizadas atraíam para o local grande número de fiéis, que vinham até mesmo dos mais distantes sertões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A devoção por São Sebastião continua até hoje, quando os caraubenses comemoram os 150 anos de evangelização em louvor ao santo padroeiro. De 10 a 20 de janeiro, Caraúbas vive seu momento maior de fé e tradição de um dos maiores eventos sócio-religioso do interior do Estado do Rio Grande do Norte. No último dia dos festejos, uma grande procissão segue o andor com o santo percorrendo as principais ruas da cidade e encerrando na Igreja Matriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiLWUdNw5I/AAAAAAAACV0/RIYC2uq7GYk/s1600-h/ca009.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262609380147053458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiLWUdNw5I/AAAAAAAACV0/RIYC2uq7GYk/s400/ca009.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mercado Público Municipal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKcPoje1I/AAAAAAAACVc/xC_ynzoQmQs/s1600-h/ca0014.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262608382420024146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKcPoje1I/AAAAAAAACVc/xC_ynzoQmQs/s400/ca0014.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Chave da Fazenda Sabe Muito.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKbpNQK_I/AAAAAAAACVU/OfO96YXA29Y/s1600-h/ca0013.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262608372104965106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 279px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKbpNQK_I/AAAAAAAACVU/OfO96YXA29Y/s400/ca0013.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casas colados do "Quadro".&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKZXxVbmI/AAAAAAAACVM/hXTtP6xOAOo/s1600-h/ca0012.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262608333064728162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKZXxVbmI/AAAAAAAACVM/hXTtP6xOAOo/s400/ca0012.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casa de dona Quitéria Ferreira de São Luís, filha do Coronel Vicente Gurgel. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKYxujEXI/AAAAAAAACVE/vLC-vD9wP44/s1600-h/ca0011.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262608322852491634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiKYxujEXI/AAAAAAAACVE/vLC-vD9wP44/s400/ca0011.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casa Grande da fazendo do coronel Quincas Saldanha, o Gato Vermelho.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-1970362712465012946?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/1970362712465012946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=1970362712465012946' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1970362712465012946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1970362712465012946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/blog-post.html' title='Caraúbas'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQiMOQOU_rI/AAAAAAAACW0/r9cko34ZSho/s72-c/ca001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-8125903470580824433</id><published>2008-10-27T10:53:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T11:15:01.514-07:00</updated><title type='text'>Antônio Martins</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Um oásis no sertão potiguar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO OESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261894534982118626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYBM2strOI/AAAAAAAACT8/ZMKysg7MUO8/s400/anto002.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vista parcial da cidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Singrando a estrada em direção ao sertão potiguar, no pé da soleira da Serra de Martins, a pequena cidade de Antônio Martins é um oásis em pleno deserto catingueiro, como se a abundância das águas das piscinas do “Terminal Turístico” trouxesse sempre uma brisa fresca para abrandar a cidade, abafada pelo tórrido calor em tempos de verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pequena Antônio Martins se prepara para receber o turista cheia de atrações para o deleite do visitante e para o orgulho de seus moradores mais afoitos. Do alto do serrote, o Nincho de São José é um mirante feito para contemplar a paisagem paradisíaca da cidade, enquanto se observa as horas mortas da tarde que anunciam mais um pôr-do-sol no sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, o município já foi conhecido como Vila de Boa Esperança, no final do século dezenove, quando Justino Ferreira de Souza fundou o lugar, construindo a primeira moradia de pau-a-pique. Foi o mesmo Justino quem construiu o cemitério e deu inicio a edificação da Capela de Santo Antônio, no ano de 1901.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Câmara Cascudo, no livro “Nomes da Terra” (reeditado pela Editora Sebo Vermelho, em 2002), em 30 de dezembro de 1943, o povoado de Boa Esperança muda de nome. A partir de então, o lugar passou a se chamar Vila de Demétrio Lemos, por força dos inúmeros benefícios que o Coronel Rego Lemos prestou ao município de Martins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atual nome da cidade, Antônio Martins, desmembrada oficialmente de Martins em 1963 pelo então governador Aluízio Alves, foi uma homenagem à Antônio Martins Fernandes, médico e deputado, que teve sua atuação política reconhecida pelas benfeitorias prestadas à região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o homem Antônio Martins, Cascudo escreveu: “Defendeu com entusiasmo vários projetos proveitosos ao oeste do Rio Grande do Norte. Era de trato acolhedor e amável, e de comunicante simpatia”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Beleza rústica desconhecida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYBNZOhBeI/AAAAAAAACUE/KTOh-XhFnxI/s1600-h/anto001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261894544250701282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYBNZOhBeI/AAAAAAAACUE/KTOh-XhFnxI/s400/anto001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nincho de São José.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Antônio Martins está localizado na região do Médio Oeste potiguar, a 360 quilômetros da capital do Estado. A economia do município é baseada na apicultura com uma boa produção de mel de abelha puro, colhido com o néctar de rosas brejeiras, brotadas na beira do açude do Tamanduá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza da região é contemplada com o acolhimento dos antônio-martinenses, povo cheio de fé em Santo Antônio, padroeiro do município. Nas festas juninas, a cidade se enche de luz para louvar os santos e promover várias atrações culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, quando o inverno é rigoroso e o verde na caatinga alegra o coração do sertanejo, a cidade festeja com muita quadrilha, encontro de violeiros, comida típica e shows regionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o visitante deixa a cidade, tem a certeza que o sertão é feito das coisas simples, como se os ventos agresteiros limpassem os olhos com o perfume das juremas-pretas em flor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De longe, a saudade de Antônio Martins é despertada pelo aboio triste de um vaqueiro, ecoando na lembrança do turista as maravilhas de um sertão encantado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYAsEf0faI/AAAAAAAACT0/5lSbZ831BvU/s1600-h/anto006.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261893971750452642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYAsEf0faI/AAAAAAAACT0/5lSbZ831BvU/s400/anto006.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Clube de Lazer municipal aberto ao público.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261893969700283042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYAr83BYqI/AAAAAAAACTs/FBHyOOYzOI4/s400/anto005.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja Matriz de São José.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYArmpC5QI/AAAAAAAACTk/HaP-Rbj4Gvo/s1600-h/anto004.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261893963736081666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYArmpC5QI/AAAAAAAACTk/HaP-Rbj4Gvo/s400/anto004.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casas mais antigas da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261894574030841138" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYBPIKp5TI/AAAAAAAACUM/dAHre3DYhR4/s400/anto003.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nincho de São José.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-8125903470580824433?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/8125903470580824433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=8125903470580824433' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/8125903470580824433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/8125903470580824433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/antnio-martins.html' title='Antônio Martins'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQYBM2strOI/AAAAAAAACT8/ZMKysg7MUO8/s72-c/anto002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-3903115670511237017</id><published>2008-10-24T05:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-24T07:16:46.078-07:00</updated><title type='text'>Acari</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A vedete catingueira do Seridó&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO DO SERIDÓ&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260697531510381746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAiFRzXLI/AAAAAAAACTE/gKDOJs3Qo_g/s400/aca0003.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja matriz de Nossa Senhora da Guia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando o carro aponta no alto do quilômetro duzentos da BR 407, depara-se com Acari, uma típica cidade seridoense encravada nas encostas ocidentais da Chapada Borborema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerada a cidade mais asseada do Brasil, Acari é uma das mais antigas cidades seridoenses e carrega a cultura de seu povo entranhada em cada recanto de suas casas coloniais, onde são cultuados os costumes do sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tradição de ornar a cidade, feita uma vedete do teatro de revista, vem do tempo do império, quando foi criado uma resolução obrigando a população limpar as frentes de suas casas, durante as festas do município, sob pena de pagar duzentos réis para as despesas da Câmara Municipal cada vez que faltasse a limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tempo, a obrigação tornou-se consciência dos acarienses que se orgulham em morar na “cidade mais limpa do Brasil”.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Origens acarienses&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acari é nome de um peixe ligeiro que corre em água doce, de escamas ásperas com um palmo de comprimento, muito semelhante ao bagre. A farta presença do peixe nas águas do Rio Acauã atraiu os índios Cariris, os primeiros habitantes, que deram nome ao lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o escritor Manoel Dantas, no livro “Homens de Outrora” (Irmãos Pogetti Editora, RJ 1941), a palavra Acari é de origem Tupi, vem de “caraí”, aquele que arranha, alusão as asperezas do peixe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do século XVIII, quando começou a colonização do Seridó com a expansão das fazendas de gado, o sargento-mor Manuel Esteve de Andrade fundou um povoado, erguendo uma Capela na localidade consagrada a Nossa Senhora da Guia, que se tornou a matriz da cidade algum tempo depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano da graça de 1835, o povoado desmembrou-se de Caicó e tornou-se a mais nova cidade do Rio Grande do Norte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Conjunto histórico e arquitetônico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260708551593680162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 286px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHKjiSZ3SI/AAAAAAAACTc/qc0oA_CMxZ4/s400/acari001.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja de Nossa Senhora do Rosário.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A cidade oferece um importante acervo religioso e arquitetônico do do início do século XVIII a ser visitado. Nessa época, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário foi erguida com característica barroca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma preciosidade religiosa e a primeira igreja a ser edificada na região. Batizada de Nossa Senhora dos Pretos do Rosário, uma de suas principais características é o retábulo todo em fios dourados, com florais, cestarias e curvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complementando o sítio religioso está a Matriz de Nossa Senhora da Guia, que é uma das maiores do Estado e que apresenta um estilo eclético, reunindo ao lado do romantismo, o barroco e o rococó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A matriz foi edificada em 1863 e idealizada pelo primeiro pároco da cidade, o acariense Thomaz Araújo. Os sobrados do Padre Modesto, a Capela de Nossa Senhora de Lurdes e as casa da Vila Dona Mariana completam o roteiro pela arquitetura do município.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAiktnrII/AAAAAAAACTM/oNr1RkxCLEw/s1600-h/aca0002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260697539948555394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAiktnrII/AAAAAAAACTM/oNr1RkxCLEw/s400/aca0002.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Museu do Sertanejo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Museu do Sertanejo é outro exemplo do acervo arquitetônico colonial acariense. O casarão guarda o estilo característico do segundo reinado, quando foi construído para ser o prédio da Cadeia e Intendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em estilo neoclássico, o Museu do Sertanejo preserva no seu interior verdadeiras relíquias, o que há de mais expressivo na cultura sertaneja nordestina, reunindo peças que contam a história das duas antigas fontes econômicas do município: a criação de gado e o cultivo do algodão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do casarão do Museu do Sertanejo também acontecem eventos culturais, como lançamento de obras literárias, exposições temporárias, o Auto de Natal, o pastoril, o coral infantil e oficinas educativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaço interno foi cuidadosamente reformado para passar ao visitante a impressão de estar participando do dia-a-dia do sertanejo nordestino. A Igreja do Rosário, a Matriz de Nossa Senhora da Guia e o Museu do Sertanejo foram tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1964.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A beleza exuberante do Açude Gargalheiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAh0T89lI/AAAAAAAACS8/W8DTj1cytt4/s1600-h/acari04.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260697526955996754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAh0T89lI/AAAAAAAACS8/W8DTj1cytt4/s400/acari04.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Visão panorâmica do Açude Gargalheiras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante milhões de anos, a natureza espremeu os serrotes formando uma garganta afunilada num estreito vale, onde desemboca o Rio Acauã. A mão do homem represou o rio e formou a enorme barragem Marechal Dutra, mais conhecido como Açude Gargalheiras, um dos principais pontos turísticos dos roteiros turísticos que levam ao Seridó e um dos mais belos cartões postais do Rio Grande do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com capacidade para armazenar 40 milhões de metros cúbicos d’água, o Açude Gargalheiras é o mais tradicional açude do Estado, atraindo milhares de turistas para Acari que desejam apreciar o espetáculo da queda d’água na parede do açude quando está sangrando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com suas águas limpas, a barragem ainda oferece banhos sem fim em águas mansas, além de peixe e camarão para uma degustação sem pressa enquanto se delicia com a paisagem única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 654 metros de altura, A Serra Bico da Arara atrai turistas aventureiros para observar a revoada de milhares de andorinhas migratórias vindas da África, de março a setembro de cada ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros pontos turísticos, como as serras do Pai Pedro e da Lagoa Seca, também fazem parte do roteiro, assim como as formações rochosas naturais que brincam com a imaginação do visitante, como as pedras da Santa, do Avião e do Sapateiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Poço do Arthur, são encontradas inscrições rupestres de tradição Agreste, datadas de dez mil anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pega de Boi no Mato&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Resgatando uma Tradição Seridoense&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696975111243650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHABsh6R4I/AAAAAAAACSk/PIYg9zvtU60/s400/aca0007.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vaqueiros seridoenses e suas armaduras de couro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O mês de novembro marca o início da temporada sem chuva no sertão, onde a terra esturricada pela seca é cenário para uma das mais tradicionais manifestações nordestina: a “Pega do Boi no Mato”, quase esquecida pela modernidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando em preservar a memória do sertanejo, valorizando a figura do vaqueiro, a Fazenda Pitombeira, em Acari, realiza todo ano a “Pega de Boi no Mato”, o “Encontro dos Vaqueiros da Ribeira do Acari” e a “Missa do Vaqueiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecendo comentários sobre a Pega de Boi no Mato, Câmara Cascudo escreveu no livro Vaqueiros e Cantadores: “Prova legítima de habilidade e força, torneio sagrador de famas, motivo de cantadores que imortalizaram a façanha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A religiosidade forte do sertanejo está presente na “Missa do Vaqueiro”, celebrada no Sítio Bico da Arara, nas cercanias de Acari. Na hora do ofertório, os vaqueiros fazem doações de peças usadas como gibão, esporas, matulão, cela, chapéu, arreios e outros apetrechos pessoais para o Museu do Vaqueiro da Ribeira do Acari.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento lúdico do evento é quando os vaqueiros entoam seus aboios, ecoando nas caatingas seridoenses um canto de lamento e bravura. &lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Artistas do Gargalheiras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696233882862754" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 291px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQG_WjPSxKI/AAAAAAAACSM/5YDl_CBM9SQ/s400/acarigente02.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O santeiro e escultor Ambrósio.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Além do tradicional artesanato feito de renda, tapeçaria e bordado, Acari tem grandes artistas plásticos, criando peças únicas que saltam os olhos dos marchantes atentos e colecionadores de arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O santeiro Ambrósio trabalha a madeira onde Nossa Senhora de Santana é esculpida em todos os detalhes, como se seus pecados fossem redimidos pela santa. Ambrósio também reforma móveis coloniais, oratórios barrocos e outros santos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696229861357490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQG_WUQfd7I/AAAAAAAACSE/M0FRS20rswg/s400/acarigente03.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dimauri e suas esculturas em ferro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Juntando sucatas e metais velhos, o ferreiro Dimauri transforma o ferro retorcido em esculturas expressionistas, apresentando imagens do sertão em sua arte. No seu atelier, o visitante pode apreciar esculturas de ferro mostrando as cenas do cotidiano sertanejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um carro de boi carregando um agricultor e uma criança, um vaqueiro derrubando o boi no meio da caatinga ou uma família reunida em torno da mesa de jantar, entre outras peças, fazem do atelier de Dimauri uma visita obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696225034154434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 269px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQG_WCRmMcI/AAAAAAAACR8/vA7iKwEPsog/s400/acarigente06.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dimas, na beira do Açude Gargalheiras, com sua escultura em pedra.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Transformando rochas em arte, o escultor Dimas Ferreira trabalha as margens do Açude Gargalheiras, onde encontra a pedra bruta de granito para suas esculturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascido e criado em Acari, Dimas aprendeu a fazer sua arte quando trabalhava como “quebrador de pedras” para fazer paralelepípedos. “Um dia vi uma pedra que dava para fazer uma cabeça de gente. Fiz e deu certo”, confessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho de 2006, Dimas Ferreira ganhou o Prêmio Cultural Diário de Natal, recebendo o troféu “O Poti” no palco do Teatro Alberto Maranhão, em Natal, pelo reconhecimento de sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimas é um autodidata. Há 16 anos no ofício, ele nunca tinha visto ninguém esculpir peças em outros materiais. Por sua atividade incomum, o artista é obrigado a confeccionar suas próprias ferramentas de trabalho. Com base no formato que tem a pedra, Dimas vai esculpindo o granito, buscando formas de animais ou pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro do ano passado, Dimas levou um São Francisco das Chagas esculpido na rocha bruta do Gargalheiras para Brasília, a convite do senador Garibaldi Filho, a fim de participar da terceira edição da exposição “Artistas Brasileiros – Novos Talentos”, no Salão Negro do Congresso Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exibição contou com esculturas de artistas de todas as regiões brasileiras, indicados pelos parlamentares de seus respectivos Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAhWjZ6hI/AAAAAAAACS0/KZIKNcJpla4/s1600-h/aca0005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260697518967745042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAhWjZ6hI/AAAAAAAACS0/KZIKNcJpla4/s400/aca0005.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Açude Gargalheiras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAhEq8fsI/AAAAAAAACSs/8rGHYZVec-o/s1600-h/acari05.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260697514167533250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 254px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAhEq8fsI/AAAAAAAACSs/8rGHYZVec-o/s400/acari05.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Conjunto arquitetônico histórico de Acari.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHABvvW4OI/AAAAAAAACSc/_QIpYSezAxQ/s1600-h/acari007.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696975972950242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 267px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHABvvW4OI/AAAAAAAACSc/_QIpYSezAxQ/s400/acari007.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Pega de boi na caatinga, na Fazenda Pitombeira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260696237849787602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 251px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQG_WyBFPNI/AAAAAAAACSU/dTu4Fvi8OT0/s400/acari011.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casas históricas e a "lotação", meio de transporte para sítios e cidades vizinhas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-3903115670511237017?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/3903115670511237017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=3903115670511237017' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3903115670511237017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/3903115670511237017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/acari.html' title='Acari'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SQHAiFRzXLI/AAAAAAAACTE/gKDOJs3Qo_g/s72-c/aca0003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-7639256103877549863</id><published>2008-10-19T17:46:00.000-07:00</published><updated>2008-10-20T06:11:51.193-07:00</updated><title type='text'>Currais Novos</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A flor brejeira do Seridó&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO DO SERIDÓ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWYtGMNgI/AAAAAAAACP8/nSqR8mZvefk/s1600-h/currais1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032709795952130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWYtGMNgI/AAAAAAAACP8/nSqR8mZvefk/s400/currais1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Igreja Matriz de Nossa Senhora de Santana&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só quem sobe a Serra do Doutor, rasgando a estrada até chegar à cabeceira da Chapada da Borborema e deixando para trás os serrotes agrestes no horizonte, consegue ver uma flor brejeira brotar na terra seca em meio ao mato ralo da caatinga e dos facheiros, onde começa o sertão. Naquela terra, onde é possível ouvir dos velhos vaqueiros o aboio, o lamento do sertanejo, principia o Sertão do Seridó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da paisagem sertaneja e seu mato miúdo, nada mais se tem além de um sol abrasador. Em Currais Novos, a vegetação é magra e o vento que foge das encostas das serras já não carrega a frescura que abranda o calor dos telhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porta de entrada para a região do Seridó, Currais Novos desabrocha para o turismo com se fosse uma rosa bruta catingueira sentindo o cheiro da chuva na primeira florada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currais Novos é uma cidade com um potencial turístico ainda para ser lapidado, recheado de histórias e bravura entre índios e colonizadores. O município faz parte do chamado “Roteiro Seridó”, oferecendo várias opções de encantamento para o visitante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;História de Currais Novos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOPsJW5I/AAAAAAAACPU/G5o0Bgou8GQ/s1600-h/currais2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032530103393170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOPsJW5I/AAAAAAAACPU/G5o0Bgou8GQ/s400/currais2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Vista parcial da cidade. Em primeiro plano, a Praça Cristo Rei.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Currais Novos está localizado na Região do Seridó, a 180 km de distância de Natal, seguindo pela BR 226. O município começou a se desenvolver a partir de 1940, quando foram descobertas grandes reservas de shellita, minério valioso, produzindo uma exploração em larga escala e iniciando o processo de imigração de garimpeiros e comerciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, destacou-se a figura histórica de Tomaz Salustino que, com seu espírito empreendedor, contribuiu ativamente para o progresso de Currais Novos. Com o advento da shellita a cidade cresceu, sua economia ampliou-se e a população aumentou substancialmente devido à chegada de pessoas que buscavam trabalho e negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com material arqueológico encontrado na região, o índio já habitava o sertão há oito mil anos atrás. A presença do homem branco na área aconteceu por volta de 1688, quando o Governador Geral do Brasil mandou uma expedição à região com a finalidade de reprimir a revolta dos índios Canindés e Janduís (Guerra dos Bárbaros), iniciada no ano anterior, que o Governo da Capitania do Rio Grande do Norte não conseguiu debelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expedição, comandada pelo paulista bandeirante Domingos Jorge Velho, atravessou o sertão do Acauã e alcançou a localidade onde nasceu a povoação de Currais Novos, cuja origem está ligada também ao período do Ciclo do Gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro “Nomes da Terra”, Sebo Vermelho Edições, o historiador Câmara Cascudo afirma que, no ano de 1687, Afonso de Albuquerque Maranhão tinha conseguido derrotar e fazer prisioneiro o chefe dos Canindés. Com o final dos combates, já no século XVII, muitos mercenários, capitães e soldados, passaram a ser lavradores, em sua maioria sem possuírem terras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme Cascudo, apenas em 1755 o povoamento começou a dar sinais de desenvolvimento com a presença do Coronel Cipriano Lopes Galvão, vindo de Igarassu, Pernambuco, onde casara com dona Adriana de Holanda e Vasconcelos, fixando residência na “Data do Totoró”, estendendo pela região do “São Bento” uma fazenda de gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na bifurcação dos rios Totoró e Maxinaré, confluência de vaqueiros, construiu, em 1760, uma casa e três novos currais, de pau-a-pique com troncos de aroeira, usados para o gerenciamento da criação, compra e venda do gado”, escreveu Cascudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Coronel Cipriano Lopes Galvão morreu em 1764, deixando seis filhos.O primeiro de seus filhos, o Capitão-Mor Cipriano Lopes Galvão, proprietário do Sítio São Bento, a pedido do pai, constrói uma capela em honra a Sant’Ana, custeando e doando “meia légua de terra”, na ponta da Serra do Catunda, para patrimônio da santa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1808, devido ao desenvolvimento agropecuário, já havia outras famílias de colonizadores fixados na região, constituindo um povoado. Assim, em 26 de julho de 1808, concluída a capela, realizou-se a primeira procissão com a imagem de Sant’Ana (trazida do Recife), levada pelo Capitão-Mor, sua família, criados e amigos, do Totoró até a capela.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A herança de um povo guerreiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOHwr3bI/AAAAAAAACPc/XI0DfBCbA1M/s1600-h/currais3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032527974948274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOHwr3bI/AAAAAAAACPc/XI0DfBCbA1M/s400/currais3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedra do Cruzeiro, marco da religiosidade seridoense.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O povoado de Currais Novos participou ativamente da campanha abolicionista, com a ação efetiva de um núcleo da Sociedade Libertadora Norte-riograndense, tendo à frente Cipriano Lopes Galvão de Vasconcelos e Joventino da Silveira Borges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A luta abolicionista, que durou vários anos e contou com a participação de muitos, deu resultado: Currais Novos libertou seu último escravo no dia 19 de março de 1988, antes da promulgação da Lei Áurea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currais Novos foi Distrito de Paz do município de Acari até o ano de 1890, quando, em 15 de outubro, foi elevado à condição de município autônomo e sua sede, à categoria de vila, sendo instalado a 6 de fevereiro de 1891. Em 29 de novembro de 1920, a vila é elevada à categoria de cidade. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O mundo subterrâneo da Mina Brejuí&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOmm6ycI/AAAAAAAACPk/a7cSmA9eXF0/s1600-h/currais4.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032536255482306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOmm6ycI/AAAAAAAACPk/a7cSmA9eXF0/s400/currais4.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Túneis da Mina Brejuí.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É preciso cruzar o Rio Maxinaré para percorrer um labirinto de túneis escuros na Mineração Brejuí, onde se alcança com a vista a schelita emanando das paredes úmidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um banho de energização nas dunas de minérios, formadas pelos resíduos de calcita, quartzo, mica, berilo e scheelita, expurga as impurezas d’alma, como se os fragmentos dos cristais dessem vigor para seguir a jornada.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sítio arqueológico do Totoró&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOjum3_I/AAAAAAAACPs/ILx1LfmXWFo/s1600-h/currais5.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032535482425330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWOjum3_I/AAAAAAAACPs/ILx1LfmXWFo/s400/currais5.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrituras rupestres na Pedra Rasgada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ver o sertão é singrar o imenso juremal no sopé da serra de Santa’Ana até o sítio arqueológico Totoró e lançar o olhar nas grutas que preservam figuras rupestres de 12 mil anos, onde os indígenas, antigos moradores daquele pé de serra, deixaram registrados seus costumes e crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo a trilha catingueira, o badalar da Pedra do Sino é ouvido a dois quilômetros de distância, como se indicasse a direção da Lagoa do Santo, lugar onde foram achados fósseis de animais pré-históricos.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Economia e vida currais-novense&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWPc2XnWI/AAAAAAAACP0/vXWkkH7v0kA/s1600-h/currais6.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032550815800674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWPc2XnWI/AAAAAAAACP0/vXWkkH7v0kA/s400/currais6.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Prefeitura Municipal de Currais Novos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com o passar do tempo, a vaquejada torna-se uma tradição para o município, atraindo sempre, inúmeros participantes e visitantes, sendo hoje uma das atrações do lugar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A economia local é baseada na avicultura, agricultura, produção de mel de abelha, produção de leite de gado, extração de rochas ornamentais, ouro e feldspato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artesanato apresenta trabalhos bem elaborados com pedras extraídas do próprio município, além de confecções de jarros ornamentais e filtros de barro; tapetes de palha; peças de madeira; bordados à mão; ponto de cruz; macramé de renda e ponto paris; fabricação de doces e geléias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O abastecimento d’água da cidade é garantido através da Adutora de Currais Novos, com captação na Açude Gargalheiras, em Acari. Os principais açudes do município são: Dourado, Totoró e Olho D’água dos Brandão, que juntos somam capacidade reservatória para 30 milhões de metros cúbicos d’água.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Atrações turísticas em Currais Novos&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVvCkhjLI/AAAAAAAACOs/o8GQJ0Yw8ok/s1600-h/currais007.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259031994005818546" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVvCkhjLI/AAAAAAAACOs/o8GQJ0Yw8ok/s400/currais007.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tungstênio Hotel, o "Copacabana Palace" do Seridó.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como uma flor brejeira, Currais Novos guarda suas belezas mais preciosas num lugar de difícil acesso conhecido como Os Apertados, um canyon cortado pelo Rio Picui entre as serras que dividem o Rio Grande do Note e a Paraíba, onde ainda é possível vislumbrar espécies de aves, répteis e alguns pequenos mamíferos nativos da caatinga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Currais Novos é conhecido desde 1808, quando foi inaugurada a Capela de Sant’Ana e, próximo á capela, foram construídos currais de pau a pique, feitos de aroeira e que se tornaram ponto de convergência dos vaqueiros da região, para a troca e venda de gado, surgindo dessa estrutura o nome de Currais Novos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No centro da cidade, as belezas dos casarões coloniais indicam a força econômica da schellita. A beleza da Igreja Matriz de Sant’Ana, a praça Cristo Rei, o Coreto Guarany, o Cruzeiro e o Hotel Tangstênio (considerado o Copacabana Palace do Seridó) são locais característicos de Currais Novos, que o turista não poderá deixar de visitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Praça Cristo Rei é ponto convergente das pessoas nas noites de paquera onde o povo currais-novense recebe o visitante com um largo sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As festividades mais importantes do município são: Carnaxelita, Festa Junina, Forronovos e a festa da padroeira Nossa Senhora de Sant’Ana, que ocorre na segunda quinzena de julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figuras rupestres, minas de schellita, trilhas ecológicas, festa de Sant’Ana, arquitetura antiga, queijo de coalho, entre outros atrativos, fazem de Currais Novos o lugar ideal para aqueles que querem sentir na pele a presença constante das mais legítimas tradições sertanejas.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Luzia Dantas, a Santeira Potiguar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032004134448674" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVvoTYLiI/AAAAAAAACO8/AmCjm0yJeC0/s400/currais8.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A santeira Luzia Dantas e suas obras esculpidas em madeira.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A seridoense Luzia Dantas é a santeira mais importante do Rio Grande do Norte. Com seu acabamento minucioso, sua escultura em estilo barroco impressiona pelos detalhes, como se cada pedaço de imburana aceitasse o corte certeiro do seu canivete afiado, única ferramenta utilizada para dá forma à peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascida no sítio Rio Cachoeira, município de São Vicente, região do Seridó, ainda muito jovem dona Luzia Dantas talhava bonecas de madeiras para brincar, despertando o interesse dos parentes e moradores dos sítios vizinhos pelas “bonequinhas muito bem feitinhas”, como ela mesma diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansada das bonecas, a jovem Luzia evoluiu fazendo tipos populares sertanejos, carros de boi, cavalos, outros animais, cenas de casas de farinha, retirantes e, principalmente, os santos de devoção do povo nordestino como Sant’Ana, Nossa Senhora de Fátima, São Jorge com seu dragão, entre outros. “Nunca vi ninguém fazer santos de madeira naquele tempo. Tudo que faço, aprendi sozinha”, disse a santeira, demonstrando não ter sofrido influências de ninguém em sua arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Suas peças são sempre bem-acabadas, lixadas, sem pintura e com dimensões quase perfeitas. Prefere os motivos regionais, mas já assina suas peças o que denota influência de colecionadores e valorização da própria Arte”, escreveu o artista plástico e crítico de arte, Dorian Gray Caldas, no livro “Artes Plásticas do Rio Grande do Norte”, sobre as esculturas de dona Luzia Dantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos setenta anos, a artesã mora em Currais Novos, onde desenvolve seu ofício e raramente consegue guarda uma de suas peças em casa, sendo constantemente visitada por pessoas de toda parte que desejam adquiri-las. Ela assina suas peças demonstrando a preocupação com a obra de arte única e a noção de referência para quem é colecionador.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVvTusWoI/AAAAAAAACO0/QlsC1QbDiBY/s1600-h/currais7.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259031998611872386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVvTusWoI/AAAAAAAACO0/QlsC1QbDiBY/s400/currais7.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Canyon dos Apertados.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVwD5dODI/AAAAAAAACPE/fetCKzinYkE/s1600-h/currais9.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032011541919794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVwD5dODI/AAAAAAAACPE/fetCKzinYkE/s400/currais9.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedra do Sino, no sítio Totoró.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVwar5kTI/AAAAAAAACPM/W9nHo9EMyGQ/s1600-h/currais10.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259032017659072818" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVwar5kTI/AAAAAAAACPM/W9nHo9EMyGQ/s400/currais10.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Mina Brejuí.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVJfJH9fI/AAAAAAAACOc/IcfvAH3r5-4/s1600-h/currais0017.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259031348840494578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVJfJH9fI/AAAAAAAACOc/IcfvAH3r5-4/s400/currais0017.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Praça em frente a rodoviária.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVJ1eKD4I/AAAAAAAACOk/iXkgGOsIVfQ/s1600-h/currais0013.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259031354834292610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvVJ1eKD4I/AAAAAAAACOk/iXkgGOsIVfQ/s400/currais0013.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pedra do Sino.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-7639256103877549863?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/7639256103877549863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=7639256103877549863' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7639256103877549863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7639256103877549863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/currais-novos.html' title='Currais Novos'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPvWYtGMNgI/AAAAAAAACP8/nSqR8mZvefk/s72-c/currais1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-5548855377239877256</id><published>2008-10-19T09:39:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T10:03:00.880-07:00</updated><title type='text'>Janduís</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Da terra dos Janduís&lt;br /&gt;aos caminhos de São Bento do Bofete&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO OESTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjx7HL03I/AAAAAAAACOE/G9hfSQ1SzWE/s1600-h/jandu01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906699217752946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjx7HL03I/AAAAAAAACOE/G9hfSQ1SzWE/s400/jandu01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vista aérea do centro urbano de Janduís.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Naqueles sertões, quem passa serelepe pela estrada em direção à Serra do Lima percebe a brisa catingueira trazendo todos os aromas da terra dos índios janduís, da nação Tarairiú, extintos depois de vários combates em defesa do seu habitat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situada na ribeira do Riacho dos Sacos, a cidade é encravada estrategicamente no cruzamento de vários caminhos entre o sertão do Rio Grande do Norte, da Paraíba e do Ceará, sendo núcleo convergente entre várias fazendas e os grandes centros urbanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que o município de Janduís não possui grandes monumentos ou lugares famosos para o turista visitar. Porém, o incentivo às manifestações culturais deu ao seu povo um talento inato para as artes, como se a identidade dos janduienses estivesse sempre ligada as suas tradições e seus costumes, sem intervenção externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes alumbramentos culturais da cidade fica por conta da Companhia Cultural Ciranduís e seu teatro mágico pelas ruas do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde cedo, o pequeno jaduiense aprende que durante a colonização do sertão, existia na região uma confederação de tribos indígenas, hostis à Coroa portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as nações indígenas, uma das mais destemidas era a dos Janduís, cuja denominação deriva do tupi “nhandu-í-a”, uma corruptela para “a ema pequena”. A ema seria o totem da tribo. Depois que os índios foram dizimados, surgiu o Sítio São Bento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o historiador Luiz da Câmara Cascudo, em seu livro Nomes da Terra (editora Sebo Vermelho, 2002. Natal RN), a localidade ficou por muito tempo conhecida como São Bento do Bofete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome do lugar deve-se ao fato de que, as feiras ali realizadas, sempre terminavam em tumultos, havendo uma farta distribuição de tabefes, pontapés e bofetões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fundação da povoação é atribuída a Canuto Gurgel do Amaral, dono da maior parte das terras, que fez doação de um terreno foreiro para o padroeiro, tentando desenvolver a comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1938, a localidade passou a ser distrito de Caraúbas com o nome de Getúlio Vargas, mudando em 1943 para Janduís, em homenagem aos índios pioneiros da região.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lendas do sertão e o turismo histórico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjyNSg1oI/AAAAAAAACOM/GU0S8RRax8A/s1600-h/jandu03.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906704097105538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjyNSg1oI/AAAAAAAACOM/GU0S8RRax8A/s400/jandu03.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja de Santa Terezinha, padroeira do município.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Numa terra seca, castigada por longas estiagens, distante 286 quilômetros de Natal, o município de Janduís está situado na região do Médio-Oeste, sertão do Rio Grande do Norte, às margens do pequeno rio “Adquinhon” ou “Rio das Croas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município sofre com o calor nesses tempos de verão por causa do terreno baixo, situado entre as partes altas do Planalto da Borborema e da Chapada do Apodi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que é necessário redescobrir a história que, recentemente, um grupo de estudantes encontrou inscrições rupestres na localidade conhecida como “Pedra da Biluqueza”, um forte atrativo para a exploração de um turismo de conhecimento e ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do imaginário popular nasce as lendas da “Oiticica do Bode”, no caminho da cacimba que abastecia a cidade; e do “Serrote da Negra”, que conta a história de uma antiga escrava que morava numa Casa de Pedras e se transformou em serpente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite em Janduís fica mais curta e mal-assombrada. Janelas e portas das casas mais humildes se fecham mais cedo para ouvir as histórias de Lázaro de Liuliu, um artista dedicado a fervilhar a cultura janduiense n’alma dos ouvintes, no recanto chamado “Canteiro das Artes”, aonde os pássaros e bichos talhados em madeira chegam para interromper a monotonia sertaneja, resgatando antigas brincadeiras de criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outubro, Janduís se adorna para celebrar sua padroeira, Santa Terezinha, quando a solidão das ruas e o ermo dos becos são quebrados pelas ladainhas dos devotos que acompanham o andor, arrastando a Santa até o altar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Casa Grande da Fazenda São Bento, é possível ouvir o badalar do sino da matriz, avançando sobre os telhados da cidade e anunciando um sertão de lembranças. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjyG3wmxI/AAAAAAAACOU/aJR-r8FdVE4/s1600-h/jandu11.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906702374279954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjyG3wmxI/AAAAAAAACOU/aJR-r8FdVE4/s400/jandu11.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Companhia teatral Ciranduis em atuação.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjRyFG2VI/AAAAAAAACNc/PEFcCPFZ8Fc/s1600-h/jandu04.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906147037305170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjRyFG2VI/AAAAAAAACNc/PEFcCPFZ8Fc/s400/jandu04.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casa mais antiga da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSNztqQI/AAAAAAAACNk/MLmMvMKkLko/s1600-h/jandu05.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906154480544002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSNztqQI/AAAAAAAACNk/MLmMvMKkLko/s400/jandu05.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Entrada princilpal da cidade. Visão da torre da igreja.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSYc3PSI/AAAAAAAACNs/qkCjVmCTbSY/s1600-h/jandu08.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906157337492770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSYc3PSI/AAAAAAAACNs/qkCjVmCTbSY/s400/jandu08.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Casa Grande da Fazenda São Bento, de Canuto Gurgel do Amaral, fundador da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSvp5s4I/AAAAAAAACN0/FKbubOGFqq0/s1600-h/jandu02.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906163566195586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSvp5s4I/AAAAAAAACN0/FKbubOGFqq0/s400/jandu02.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Mercado Público Municipal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSokjOPI/AAAAAAAACN8/GyJBjfmX6Qs/s1600-h/jandu06.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258906161664702706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjSokjOPI/AAAAAAAACN8/GyJBjfmX6Qs/s400/jandu06.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Vista parcial de Janduís, vista da torre da igreja.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-5548855377239877256?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/5548855377239877256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=5548855377239877256' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5548855377239877256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/5548855377239877256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/jandus.html' title='Janduís'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtjx7HL03I/AAAAAAAACOE/G9hfSQ1SzWE/s72-c/jandu01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-476366027523628262</id><published>2008-10-19T06:25:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T08:16:47.802-07:00</updated><title type='text'>Macau</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sal, Sol e Carnaval no Porto de Ama&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO LITORAL &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-- &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9DP8erSI/AAAAAAAACM8/53vyEw1l0c0/s1600-h/macau003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258864115914288418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9DP8erSI/AAAAAAAACM8/53vyEw1l0c0/s400/macau003.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;“A ilha de Macau já possuía esse nome velho em maio de 1797, mas seria povoada apenas na década de 1820. Anteriormente seria deserta, por não ter água. Desde a barra do Rio Mossoró, pelo interior às Pendência, estendia-se vida pastoril, fazendas, criação bovina e eqüina, roçarias de mandioca. Pelo litoral, pescarias, exportação de peixe seco, carne-de-sol, couros, sal, muito sal, trabalho de homens livres e negros escravos. Já não mais viviam os indígenas quando a terra se povoou com aldeias, movimentadas e fartas”.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Câmara Cascudo, in Nomes da Terra. 2ª edição, 2002. Editora Sebo Vermelho. Natal, RN.)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Macau é cercada de belezas naturais por todos os lados, como se a natureza escolhesse aquela ilha para guardar todo seu encanto. Famosa por sua grande produção salineira, onde as pirâmides de sal marinho podem ser vistas em todos os cantos, a cidade festeja o carnaval intensivamente, sendo considerada a melhor folia de momo do Rio Grande do Norte.&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Localizado no Litoral Norte do Estado, na Região Salineira do Vale do Assu, o município de Macau está a 190 km de distância da capital. Banhada pelo Rio Assu, a cidade de Macau é rodeada por ilhas, praias, mangues, dunas e gamboas que encantam nativos e visitantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na entrada da cidade, o turista se depara com um grande moinho de vento, representante legítimo das antigas salinas tradicionais. Antes de chegar à Macau, o turista ainda passa por baixo do monumento de Nossa Senhora da Conceição, sendo abençoado e protegido para as aventuras através dos mistérios macauenses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num passeio despretensioso pela cidade, é possível observar alguma casa com traços da arquitetura colonial, destacando-se a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, construída em estilo gótico e barroco, em meados do século XVIII. A imagem barroca da padroeira é do século XVII, vinda originalmente da Itália.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A povoação do lugar teve início na Ilha de Manoel Gonçalves, através de portugueses interessados na exploração e no comércio do sal, abundante na região. Por volta do ano de 1820, as águas do Oceano Atlântico começaram a invadir a pequena ilha, dificultando a permanência dos moradores na área. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os habitantes da ilha foram expulsos pelo avanço das águas e eles escolheram a ilha localizada na foz do rio Assu-Piranhas, denominada de Macau, nome originado da corruptela da palavra chinesa “Amangao”, que significa “abrigo ou porto de Ama”, deusa dos navegantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O povoado de Macau foi fundado pelo capitão português Martins Ferreira e seus quatro genros: José Joaquim Fernandes, Manoel José Fernandes, Manoel Antônio Fernandes, Antônio Joaquim de Souza e ainda João Garcia Valadão e o brasileiro João da Horta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Impulsionado pela grade produção de sal, Macau foi desmembrado de Angicos e tornou-se município em 1847. A comarca foi criada em dezembro de 1871, sendo elevada a categoria de cidade somente em 1875. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O turismo e o potencial petrolífero macauense&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9DJ0qMLI/AAAAAAAACNE/FK-EsJi0uFg/s1600-h/macau004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258864114270875826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9DJ0qMLI/AAAAAAAACNE/FK-EsJi0uFg/s400/macau004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt; Parque salineiro de Macau.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Durante muito tempo, Macau viveu a febre do desenvolvimento da produção salineira e depois teve que enfrentar o declínio de desemprego devido à mecanização da indústria do sal. Nos últimos anos, a economia do município tem se tornado eclética, onde se destacam: a extração de petróleo e gás natural; produção de sal, a maior do país; a pesca; coleta de crustáceos e mariscos; a carcinicultura; e atividades turísticas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O município de tantas riquezas naturais e forte potencial econômico é parte do chamado “Pólo Gás Sal” – área de grandes perspectivas de desenvolvimento e produção, localizada entre a Região Salineira e o Vale do Assu – e tem a esperança de ver funcionar a grande fábrica de Barrilhas, erguida na entrada da cidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com uma natureza generosa, Macau conta com praias de extraordinárias belezas naturais como Salinas, Camapum, Soledade, Tubarão, Barreiras e Diogo Lopes; com suas antigas e modernas salinas; velhos casarões, o Moinho de Ventos; Museu Marinho. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na área de eco-turismo, a cidade tem a oferecer ainda passeios de barco, mergulho, manguezais, caminhadas ecológicas e passeio nas dunas. As manifestações folclóricas em destaques são o Fandango, a Chegança, o Coco de Roda, a Lapinha e o Boi de Rei. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O carnaval de Macau e a cultura da alegria&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258862520505201154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs7mYlT8gI/AAAAAAAACM0/gYAESpHYbD8/s400/macau00.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antigo moinho de vento na entrada da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Percorrendo os caminhos do turismo cultural, o visitante pode relembrar a história da terra através de monumentos como a Coluna da Liberdade, erguida em homenagem ao Centenário da Independência e localizada na Praça da Conceição; e o Cruzeiro da Ilha de Manoel Gonçalves, construído de madeira rústica, localizado em frente à Igreja Matriz.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O patrimônio histórico e cultural de Macau ainda pode ser explorado no Museu Marinho “Seu Manuíque”, no Museu José Elviro, no Museu Carnavalesco “Colo de Santana”, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição com mais de 142 anos, padroeira de Macau, e nos parques salineiros, onde se produz o sal artesanalmente.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O povo macauense é por vocação alegre e festivo. Durante o carnaval, Macau e suas praias concentram grande quantidade de pessoas, com destaque para a tradicional brincadeira de mela-mela. A cidade se transforma num grande palco com trios elétricos, troças e blocos carnavalescos trazendo descontração para o povo macauense e visitantes de todo o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outras atividades festivas no município são: a Festa de São Sebastião, em janeiro; Festival de Música Carnavalesca, no mês de fevereiro; Festa das Flores (comemora a coroação de Nossa Senhora dos Navegantes), em maio; Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, em agosto, com uma grande procissão de barcos; Festa do Sal, em setembro; e a tradicional festa da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição, de 28 de novembro a 8 de dezembro.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O paraíso tem nome: praia de Diogo Lopes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9Dp8UBrI/AAAAAAAACNM/9dT1LHeJu_U/s1600-h/macau_diogo003.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258864122892912306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9Dp8UBrI/AAAAAAAACNM/9dT1LHeJu_U/s400/macau_diogo003.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Praia de Diogo Lopes e a reserva ecológica Ponta do Tubarão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Imagine um lugar repleto de natureza por todos os lados; um pedaço do paraíso onde o visitante pode encontrar uma variedade ambiental impressionante como mar, mangue, restinga, rio, estuário, dunas, falésias, coqueirais, caatinga, tabuleiros e lagoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diogo Lopes é uma vila de pescadores, distante 25 km de Macau e 230 km da capital potiguar, uma praia quase desconhecida pela grande maioria dos potiguares, abrigando uma natureza intocável. Por trás da pequena vila, as dunas móveis formam grandes falésias que encontram a caatinga, separando o sertão e o mar numa cena única, mágica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A praia de Diogo Lopes é localizada entre as comunidades de Barreiras e Sertãozinho, que fazem parte de uma grande reserva ambiental e são formadas por gente simples e acolhedora. Para preservar esse paraíso, a comunidade unida criou a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, implantando projetos produtivos para a pesca e para o turismo ecológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da baía Ponta do Tubarão, pequenas ilhas formam um estuário com manguezais, repleto de vida marinha e aves migratórias. A restinga abriga alguns “ranchos” (casa de taipa feita por pescadores para tratar o peixe, guardar material e descansar entre uma pescaria e outra) e um longo braço de mar cercado de coqueirais. O estuário é protegido pelo Rio Tubarão, servindo como ponto de desova de tartarugas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a historiografia popular, o povoado de Diogo Lopes teve sua origem com os irmãos portugueses Diogo e Gaspar Lopes que aportaram no Rio Tubarão, em data incerta. Diogo Lopes permaneceu na localidade, enquanto Gaspar partiu para o sertão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até os anos 70, existia uma trilha carroçável ligando Diogo Lopes à Macau, mas era intransitável durante épocas de inverno ou nas grandes marés. Quando foi confirmada a produção de petróleo no campo terrestre, a Petrobrás nivelou e asfaltou as estradas da região.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs7mHPCd5I/AAAAAAAACMs/XmPoBw4-NdM/s1600-h/macau001.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs7mHPCd5I/AAAAAAAACMs/XmPoBw4-NdM/s1600-h/macau001.jpg"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258862515848378258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs7mHPCd5I/AAAAAAAACMs/XmPoBw4-NdM/s400/macau001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;strong&gt;Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, construída em estilo barroco.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258862511537722402" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs7l3LTFCI/AAAAAAAACMk/yLfXOjwjQYY/s400/macau_diogo004.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fartura de sardinha em Diogo Lopes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258867767618184498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPtAXzmiJTI/AAAAAAAACNU/anPVBD5ixbQ/s400/macau_diogo005.JPG" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Comunidade de Sertãozinho e o estuário do Rio Tubarão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-476366027523628262?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/476366027523628262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=476366027523628262' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/476366027523628262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/476366027523628262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/macau.html' title='Macau'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPs9DP8erSI/AAAAAAAACM8/53vyEw1l0c0/s72-c/macau003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-7640085410070568845</id><published>2008-10-18T07:59:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T05:31:03.972-07:00</updated><title type='text'>Santa Cruz</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O estouro da barragem e a fé na cruz santa do Inharé&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;REGIÃO DO TRAÍRI&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-QiWGv7I/AAAAAAAACL0/ZKvSsP-pao8/s1600-h/santa001.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258513599982649266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-QiWGv7I/AAAAAAAACL0/ZKvSsP-pao8/s400/santa001.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja de Santa Rita de Cássia.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das principais cidades da Região do Traíri, Santa Cruz do Inharé é um município próspero, onde abriga 30 mil habitantes na zona rural e urbana. Aos sábados, a feira-livre, a maior da região, atrai milhares de pessoas das cidades circunvizinhas, transformando a livre negociação das mercadorias no ponto forte do comércio local. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Cortada pela BR 226, a cidade de Santa Cruz está localizada a 120 km de Natal, contando com um clima semi-árido durante a maior parte do ano. Porém, no mês de junho, as festas juninas esquentam o frio aconchegante que é soprado da Serra do Doutor, obrigando as pessoas a usarem casacos durante a noite. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sob as bênçãos de Santa Rita de Cássia, o povo pacato santa-cruzense conta sua história através de acontecimentos marcantes. As cenas da tragédia do dia 1º de abril de 1981, que desabrigou cinco mil pessoas e deixou o Estado do RN sem luz e água por cinco dias, ainda permanece na memória dos moradores do município. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foram momentos de agonia que marcou as vidas dos cidadãos e fez heroína uma telefonista: Maria de Fátima da Silva, que fez contatos com o prefeito da época, Hildebrando Teixeira, para esvaziar a cidade antes do rompimento da barragem de Campo Redondo, distante 25 km de Santa Cruz, salvando milhares de pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser o dia 1º de abril, conhecido como o dia nacional da mentira, o alerta da telefonista deu resultado e carros de som anunciaram a ameaça da enchente. Os moradores deixaram para trás suas casas e foram abrigados em prédios públicos ou regiões altas da cidade. Dentro de três horas a enxurrada das águas devastaria a cidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conhecida como a maior tragédia natural do Estado, a enxurrada de Santa Cruz contabilizou seis mortes e 1.044 casas destruídas. A correnteza das águas percorreu ainda cerca de 80 km (equivalente a distância entre Natal e Tangará) e atingiu outros quatro municípios. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com 14 torres da rede de energia da Chesf derrubados, o Rio Grande do Norte permaneceu uma semana às escuras. Em Natal, o único hospital com gerador na época era o Walfredo Gurgel. Supermercados fechavam mais cedo com medo de assaltos. Sem energia, o bombeamento para abastecimento de água também foi comprometido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O então governador Lavoisier Maia decretou estado de calamidade pública em toda a região do Trairi e levou fotos da tragédia ao presidente da República, João Figueiredo. O ministro do Interior na época, Mário Andreazza confidenciou ao prefeito de Santa Cruz só ter visto cena igual em guerra. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a solidariedade de todos e as bênçãos de Santa Rita de Cássia, um grande mutirão envolveu as instituições públicas e privadas, ONGs, voluntários, igreja e as próprias vítimas. As três esferas do poder executivo esqueceram diferenças partidárias e também se uniram para reconstruir a cidade. As doações chegavam de todas as regiões do Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A maior estátua da América Latina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258515055164737634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn_lPUjSGI/AAAAAAAACMU/43lQlg9W-XQ/s400/santa000.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Complexo Turístico de Santa Rita de Cássia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em maio, a cidade de Santa Cruz celebra sua padroeira, Santa Rita de Cássia. Este ano, os fiéis e os devotos da santa tiveram um motivo a mais para festejar. No alto do Monte Carmelo, conhecido como Monte do Cruzeiro, está sendo construída uma estátua da santa padroeira, com a pretensão de se tornar a maior estátua religiosa da América Latina.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A idéia surgiu há dois anos durante uma conversa entre o padre Aerton Sales e o prefeito Tomba. De acordo com o padre, o lugar já é devocional, pois no topo do Monte Carmelo existe um cruzeiro e, no caminho, há uma estrutura de via-sacra. “Já era desejo do poder público construir algo no monte, que embelezasse a cidade. Tendo em vista, a forte de devoção do povo à Santa Rita, resolvemos construir essa imagem”, explica o pároco.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No momento, a estátua está sendo construída dentro de um imenso galpão, no bairro Paraíso, em Santa Cruz, sob a coordenação do arquiteto, escultor e professor da Universidade Federal da Paraíba, Alexandre Azedo. Foi ele quem projetou a imagem do Frei Damião, em Guarabira (PB), com 22 metros. O pai dele, Armando Lacerda, foi o escultor da imagem do Padre Cícero, em Juazeiro (CE), que mede 27 metros de altura, inaugurada em 1969.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando pronta, a imagem de Santa Rita terá 42 metros de altura, acrescidos 3 metros do pedestal e 8 metros do resplendor, somando 53 metros, o que equivale a um edifício de 19 andares. Será, portanto, a maior estátua da América Latina. A do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, mede 38 metros de altura.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Santa Cruz, a edificação da estátua fará parte do “Complexo Turístico-religioso Alto de Santa Rita”. Além da imagem, farão parte do Complexo uma praça, estacionamento, restaurante, mirante, banheiros, duas capelas, um espaço para guardar ex-votos, uma sala onde ficará o memorial sobre a vida da santa e da própria construção do Complexo. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Conforme o padre, no caminho de acesso ao Alto de Santa Rita também serão colocadas as estações da Via-sacra. A construção do Complexo custará mais de quatro milhões de reais. Enquanto não fica pronta a imagem, uma maquete do Complexo está sendo exposta, na Igreja Matriz, para visitação dos fiéis e curiosos.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Major Teodorico Bezerra, o Imperador do Sertão &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-RMLex-I/AAAAAAAACL8/OP9Opr2apZ8/s1600-h/santa005.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258513611212376034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-RMLex-I/AAAAAAAACL8/OP9Opr2apZ8/s400/santa005.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Falecido em 04 de setembro de 1994, aos 93 anos, o Major Teodorico Bezerra foi um dos mais importantes líderes políticos do sertão potiguar durante muito tempo, foi deputado federal e presidente do PSD. Gostava de se hospedar no Grande Hotel, em Natal, porém passava a maior parte do tempo na Fazenda Irapuru, no município de Tangará. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Era dono dos veículos de comunicação rádio Trairy e Jornal do Comércio, a primeira funcionando no Grande Ponto (esquina da Praça Kennedy) e o jornal na Ribeira, esquina com o hotel. Na rádio só fazia uma exigência: que a programação fosse aberta, apresentando o canto de pássaros (havia um LP especial que gorjeava diariamente durante meia hora) e no jornal a cobertura aos amigos e correligionários pessedistas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos maiores coronéis da política potiguar, Teodorico Bezerra ainda deixou grande parte da vida gravada em filme, através do vídeo “Teodorico, o Imperador do Sertão”, produção do Globo Repórter de 1978, com a duração de 48 minutos. Há também os livros contando parte de sua história: “Resgate da memória política”, de João Batista Machado e “Dicionário Político do RN Contemporâneo”, de François Silvestre.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O documentário foi dirigido pelo cineasta Eduardo Coutinho. Todo narrado pelo próprio coronel Teodorico Bezerra, o filme é uma espécie de auto retrato da elite nordestina, com seus cacoetes ingênuos de poder e suas manias de grandeza. O coronel Teodorico Bezerra conta suas manias, seus jogos de poder, seus modos de controle. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Autoritário, o Major Teodorico mostra com orgulho suas ferramentas de controle econômico e político, disserta sobre a importância do voto de cabresto, revela jogadas políticas para melhorar as condições de suas terras. Nas poucas entrevistas com trabalhadores rurais, o Major pergunta: “Você acha que existe lugar melhor para se viver do que aqui?” O empregado responde, "Não, claro que não coroné". &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um causo do Major Teodorico &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-RgeEkdI/AAAAAAAACME/1PlgUWHcaPI/s1600-h/santa002.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258513616659059154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-RgeEkdI/AAAAAAAACME/1PlgUWHcaPI/s400/santa002.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Monte Carmelo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Major Teodorico Bezerra não poupava esforços para levar benefícios para Santa Cruz do Inharé, um dos municípios de sua base eleitoral. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao tomar conhecimento que Nova Cruz ganharia uma agência da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), foi à editora do Diário Oficial e mandou alterar a ordem de serviço:&lt;br /&gt;- Troque Nova por Santa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Santa Cruz ficou com o posto dos Correios. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Anos mais tarde, ao ser questionado por um adversário sobre esse episódio, Teodorico desconversou: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Sou um homem de 75 anos, de modo que só lembro as coisas que aconteceram das seis horas da manhã para cá.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-R7N49MI/AAAAAAAACMM/_fSJa-4SPb0/s1600-h/santa003.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258513623838946498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-R7N49MI/AAAAAAAACMM/_fSJa-4SPb0/s400/santa003.jpg" border="0" /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Praça Tequnha Farias, centro da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9lZCL7AI/AAAAAAAACLM/ZAG22ven9cQ/s1600-h/santa006.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258512858748808194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9lZCL7AI/AAAAAAAACLM/ZAG22ven9cQ/s400/santa006.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vista parcial de Santa Cruz do Inharé.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9mJUuC-I/AAAAAAAACLU/tdfYi5XAStE/s1600-h/santa007.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258512871711443938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9mJUuC-I/AAAAAAAACLU/tdfYi5XAStE/s400/santa007.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; Panorâmica da cidade vista do alto do Monte Carmelo.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9mOwc4CI/AAAAAAAACLc/_bXvRXpVYbo/s1600-h/santa008.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258512873169936418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9mOwc4CI/AAAAAAAACLc/_bXvRXpVYbo/s400/santa008.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Visão parcial da cidade vista da torre da igreja.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9msMSuUI/AAAAAAAACLk/oyMIOSwjazs/s1600-h/santa0011.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258512881071339842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9msMSuUI/AAAAAAAACLk/oyMIOSwjazs/s400/santa0011.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vila de Todos, barzinhos e artesanato.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9nI-I1OI/AAAAAAAACLs/Cv21eYtZh90/s1600-h/santa0015.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258512888796599522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn9nI-I1OI/AAAAAAAACLs/Cv21eYtZh90/s400/santa0015.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As casas mais antigas da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-7640085410070568845?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/7640085410070568845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=7640085410070568845' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7640085410070568845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7640085410070568845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/santa-cruzo-estouro-da-barragem-e-f-na.html' title='Santa Cruz'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPn-QiWGv7I/AAAAAAAACL0/ZKvSsP-pao8/s72-c/santa001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-7613194870671681874</id><published>2008-10-17T09:09:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T10:09:07.477-07:00</updated><title type='text'>Parelhas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Boqueirão e as parelhas de vaqueiros nas veredas da serra&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REGIÃO DO SERIDÓ&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5V1a0zoI/AAAAAAAACKM/PyznUUrGWF0/s1600-h/parelhas04.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156349723037314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5V1a0zoI/AAAAAAAACKM/PyznUUrGWF0/s400/parelhas04.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Vista parcial da cidade. Ao fundo, a Serra do Boqueirão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pelo seu charme sofisticado, a cidade de Parelhas é conhecida como a “Paris Seridoense”, onde uma constante atmosfera sertaneja encanta os visitantes. Depois de Acari, seguindo a BR 427, contornando a Serra da Rajada, a estrada segue em direção à Parelhas. Distante 240 de Natal, a cidade nasceu ao pé da Serra do Boqueirão, beirando a fronteira com a Paraíba e às margens do Rio Seridó.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros habitantes da região foram os valentes Canindés, dizimados pelos colonizadores portugueses, que tinham como aliado os índios Janduís. A resistência dos Canindés forçou uma batalha sangrenta, chamada “Guerra dos Bárbaros”, entre os índios potiguares contra vários destacamentos armados da Coroa portuguesa, comandada pelo bandeirante Fernando Jorge Velho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de pacificar os indígenas da região Seridó, somente em 1690, tropas lideradas por Afonso Albuquerque Maranhão conseguiram derrotar o Chefe da tribo Canindés e aprisionar mais de mil guerreiros. Após a derrota, os índios sobreviventes foram conduzidos para o litoral para trabalho escravo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a tranqüilidade restaurada, os primeiros fazendeiros chegaram e se instalaram às margens do Rio Seridó, atraídos pela qualidade das terras propícias à agricultura e à criação de gado. O Tenente Francisco Fernandes de Souza, que chegou à região nos idos de 1700, é considerado o mais antigo entre os pioneiros moradores do território parelhense.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por volta de 1850, a Fazenda Boqueirão, de propriedade do Sr. Félix Gomes Pereira, era considerada porto seguro para os vaqueiros descansarem, antes de continuar tangendo gados vindos da Paraíba, que passavam em procissão para a feira de Conceição do Azevedo (hoje, Jardim do Seridó).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Havia uma vereda às margens do Rio Seridó, nos caminhos entre a Fazenda Boqueirão e a feira de Conceição, onde os vaqueiros e boiadeiros costumavam experimentar a velocidade das montarias, correndo lado a lado, pegando parelha nos seus cavalos ligeiros, dando origem ao nome do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até hoje, Parelhas mantém a tradição sertaneja em dias de feira-livre, quando os habitantes dos sítios vêm à cidade e apostam corridas em parelhas, cavalgando pelas estradas do Boqueirão, num verdadeiro hipódromo a céu aberto, onde se exibem os mais afamados cavalos e cavaleiros da redondeza.&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;--&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Freguesia de São Sebastião&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156358580770210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5WWarFaI/AAAAAAAACKU/OAEzj-TG6bo/s400/parelhas05.JPG" border="0" /&gt;&lt;/span&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;As parelhas de vaqueiros, que deu nome a cidade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O padroeiro é São Sebastião, cuja igreja foi erguida em homenagem a uma benção alcançada pelos moradores do lugar. Liderados por Sebastião Gomes, a promessa foi feita ao santo para que o povoado ficasse livre de uma terrível epidemia de cólera. Na periferia da cidade, há um grande cruzeiro para marcar o flagelo sofrido pelos antigos parelhenses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Desaparecida a peste, a capela foi construída com o surgimento de várias casas ao seu redor. No final do século XIX, o padre Bento Pereira de Maria Barros foi o organizador da primeira feira livre e responsável pelo crescimento populacional de Parelhas, terra de São Sebastião.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A pequena povoação só começou a tomar ares de cidade, a partir de 1920, quando foi elevada a categoria de Vila. Em outubro de 1927, a freguesia de Parelhas desmembrou-se de Jardim do Seridó, tornando-se município. Hoje, Parelhas explora os seus recursos minerais, tendo destaque a produção de turmalina, água-marinha, ametista, entre outras pedras semipreciosas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além de sua rica história e fortes tradições sertanejas do seu povo, a cidade desperta para o turismo de aventura, figurando no “Roteiro Seridó” como uma das principais atrações turísticas da região com opções para caminhadas, trilhas para jipeiros, e cavalgadas nas quebradas da Serra do Boqueirão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parelhas dispõe de uma pequena estrutura de hotéis e restaurantes. Mas, o Governo do Estado, através do projeto “Roteiro Seridó”, está incentivando a implantação de pequenas pousadas na casa dos próprios moradores, aproveitando a estrutura e o ambiente familiar com o projeto "Cama, Rede e Café". &lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5WYMtvwI/AAAAAAAACKc/cVlBXNdom7E/s1600-h/parelhas03.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156359059095298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5WYMtvwI/AAAAAAAACKc/cVlBXNdom7E/s400/parelhas03.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pórtico na entrada da cidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Aventuras na Serra do Boqueirão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Numa terra árida e pedregosa, onde a seca predomina a maior parte do ano, brota um roteiro cheio de aventuras e belezas naturais quase intactas, como se por muito tempo os olhos humanos fossem proibidos de apreciar. A majestosa Serra do Boqueirão é um convite para desbravar o desconhecido em busca de adrenalina, enquanto a beleza da região desponta diante de cada curva.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para chegar ao topo da serra só mesmo num carro com tração nas quatro rodas ou em cima do lombo de um forte burro-mulo. A concentração para as últimas providências e orientações ocorre no pátio da Igreja São Sebastião. Para os desavisados, é indispensável o uso de protetor e bastante água na bagagem para enfrentar o sol abrasador.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com as bênçãos do santo padroeiro, o grupo corre no encalço dos tabuleiros de mata cerrada, por onde os vaqueiros tangiam a manada de boi para a feira de Jardim do Seridó, no final do século XIII, e costumavam correr com seus cavalos nessa ampla estrada, competindo em parelhas, que num momento lúdico deu origem ao nome do município.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Depois de uma árdua subida através de uma trilha de pedras, enfrentando facheiros e xique-xiques, os aventureiros são recompensados com um dos mais belos visuais do Seridó. No alto da serra, é possível contemplar o açude Boqueirão em toda sua plenitude a perder de vista, um dos maiores reservatórios de água do Estado.&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Na descida da serra, cruzando fazendas e propriedades rurais pelo sertão, a tropa descansa à beira do açude, aproveitando o banho nas suas águas frias, enquanto saboreia uma tilápia à moda sertaneja, pescada no próprio açude. No final do dia, o sol desce mansamente mostrando a perfeita silhueta do Boqueirão com a cidade de Parelhas no pé da serra.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5W_1gc5I/AAAAAAAACKk/AwlbBDLaTj0/s1600-h/parelhas02.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156369699173266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5W_1gc5I/AAAAAAAACKk/AwlbBDLaTj0/s400/parelhas02.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja de São Sebastião. Ao fundo, a serra do Boqueirão.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5XfHq_bI/AAAAAAAACKs/NKI_tSBFOlI/s1600-h/parelhas06.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156378096860594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5XfHq_bI/AAAAAAAACKs/NKI_tSBFOlI/s400/parelhas06.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;Rua Sete, no centro da cidade, abriga casas antigas. &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156632045047666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5mRJoz3I/AAAAAAAACK0/9Fld_X4Xbvk/s400/parelhas01.JPG" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casa de Cultura de Parelhas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-7613194870671681874?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/7613194870671681874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=7613194870671681874' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7613194870671681874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/7613194870671681874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/parelhas-o-boqueiro-e-as-parelhas-de.html' title='Parelhas'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPi5V1a0zoI/AAAAAAAACKM/PyznUUrGWF0/s72-c/parelhas04.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1088070971721998408.post-1137115837674830210</id><published>2008-10-17T07:50:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T05:30:29.272-07:00</updated><title type='text'>Apodi</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Sertão dos Paiacus&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;REGIÃO OESTE&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioIBSqu-I/AAAAAAAACJ4/SCR-FrkR11U/s1600-h/apo_lagoa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258137420694207458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioIBSqu-I/AAAAAAAACJ4/SCR-FrkR11U/s400/apo_lagoa.jpg" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;No meio da caatinga nordestina, em pleno sertão potiguar, a cidade de Apodi e o Lajedo do Soledade despontam como uma das melhores opções para o turismo cultural e histórico. A Chapada de Apodi faz parte do Pólo Costa Branca e suas pinturas pré-históricas esperam a visita do turista há milhares de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros desbravadores da Região Oeste do Rio Grande do Norte foi Manoel Nogueira Ferreira, que veio numa expedição oriunda da Paraíba, chegando no local em 1680. Foi desafiando obstáculos, como longas caminhadas pelas matas catingueiras, índios bravos, doenças infecciosas e animais selvagens, que o colonizador, com apenas 25 anos, chegou às margens da Lagoa Itaú, mais tarde chamada Lagoa de Apodi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela época, os irmãos Manoel Nogueira Ferreira e João Nogueira conseguiram permissão para colonizar a Ribeira do Apodi, travando uma longa batalha pelas terras com os índios Paiacus, que habitavam toda a chapada. Com uma forte rebelião dos Paiacus, ocorrida entre os anos 1687 e 1696, os irmãos Nogueira tiveram que se retirar da área. Eles voltaram anos depois, com Manoel Nogueira na condição de Sargento-mor da Ribeira do Apodi. A partir de então, a colonização começou a progredir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, a cidade de Apodi foi descoberta e iniciou-se a economia agrícola, pastoril e foram abertas as vias de comunicação. Eram os primeiros passos de sua ocupação. Nesse tempo, foi implantada a Aldeia dos índios de Apodi, sendo os padres jesuítas João Guincel e Felipe Bourel os primeiros missionários a chegar à região em 1700. A Missão do Apodi foi extinta em 1761 e os índios transferidos para a sede do município de Portalegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de as Missões não terem conseguido “civilizar” os índios Paiacus e torná-los cristãos, os outros objetivos foram conseguidos, como o acesso à terra e a mão-de-obra, alem de outros serviços escravistas, como a utilização de guerreiros indígenas contra outros índios para garantir o avanço das frentes de colonização e a segurança de áreas já ocupadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns historiadores afirmam que o guerreiro Paiacu tinha estatura alta, enquanto as mulheres eram de estatura baixa, gordas e de boa aparência. Os homens eram fortes, robustos, possuidores de muita força e tinham cabelos pretos. Os Paiacus andavam inteiramente nus. Os homens colocavam um cendal (tecido fino e transparente) nas partes genitais e as mulheres usavam um avental confeccionado de folhas. Usavam sandálias feitas da casca de uma arvore que chamavam de caraguá e pintavam seus corpos com tinta de jenipapo e urucu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o etnógrafo e historiador Câmara Cascudo, a origem o nome Apodi vem da corruptela indígena “a-podi” ou “a-poti”, coisa firme, altura, uma chapada, um planalto. “Não há nenhuma relação com fumo, tabaco, petim, petum, pitim. A tradição é ter o ouvidor (no período colonial, o juiz posto pelo donatário) Cristóvão Soaes Reimão decidindo-se oficialmente por Apodi”, afirma o Mestre Cascudo, no livro "Nomes da Terra" (Editora Sebo Vermelho, Natal RN 2002).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banhado pelas águas do Rio Apodi, o município está a 40 km de Mossoró e 420 km de Natal, contando com uma população em torno de 35 mil habitantes, em área rural e urbana. Na economia local, o destaque é a piscicultura em pleno desenvolvimento; exploração da castanha do caju; extração de petróleo, gás natural e água mineral; a agricultura, com frutas tropicais; e tem no turismo seu maior potencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Há 10 mil anos, Apodi espera sua visita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258136895184609826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPinpbnaoiI/AAAAAAAACJY/_NuGvUcHn_4/s400/apo_rupestre1.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Pintura rupestre em forma de arara, dando nome ao sítio arqueológico "Parque das Araras", no Lajedo do Soledade.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É como se tivéssemos a certeza que um dia o sertão já foi um grande mar. Andar nas trilhas das ravinas do Lajedo do Soledade é mergulhar na pré-história através das paredes das rochas, repletas de inscrições rupestres, esperando o olhar silencioso do visitante há milhares de anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando as águas do oceano recuaram, deixaram fósseis de moluscos e peixes entre as pedras calcárias da chapada, preservados para o espanto de toda a gente que visita o Museu do Lajedo, guardião dos mistérios das terras apodienses, onde um dia já foi a taba dos guerreiros Paiacus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Lajedo de Soledade constitui uma das maiores exposições de rocha calcária do Estado. Nela encontram-se 56 abrigos sob rocha, contendo um impressionante conjunto de inscrições rupestres da tradição agreste, datadas de 3 a 10 mil anos. As pinturas e gravuras rupestres vistas nas grutas, fendas e caver&lt;img alt="Justificar" src="http://www.blogger.com/img/gl.align.full.gif" border="0" /&gt;nas estão presentes em dezenas de painéis espalhados em três áreas demarcadas: Araras, Urubu e Olho d’Água. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nas ravinas, os turistas podem ver desenhos de araras, garças, lagartos e formas geométricas ainda não decifradas, feitas com as pontas dos dedos, com pequenos galhos, pincéis primitivos e com carimbos desenhados nas mãos. A tinta usada era obtida com o uso do óxido de ferro, sangue de animais, gorduras vegetal e animal. Ainda foram encontrados fósseis de animais pré-históricos, como ossos de mastodontes, preguiças e tatus gigantes, além de moluscos petrificados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os fósseis podem ser vistos no Museu do Lajedo, que também vende o artesanato produzindo no Centro de Atividades do Lajedo, como peças de cerâmica, camisetas pintadas com temas locais, entre outros artigos. O local recebe cerca de dez mil visitantes por ano, constituindo-se num dos principais atrativos ecos-culturais do Rio Grande do Norte. O Lajedo de Soledade e o Museu Soledade ficam abertos de terça a domingo. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 84 333-1017.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258136907394782322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPinqJGjFHI/AAAAAAAACJg/a0otgvzIvNI/s400/apo_rupes1.JPG" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrituras rupestres no Lajedo do Soledade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Potencial turístico da Chapada de Apodi&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258137642468703730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioU7d0_fI/AAAAAAAACKA/UGn_O8PBnb4/s400/apo_ameno.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Casarão do Ameno, local onde o cangaceiro Massilon pernoitou.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ali, às margens da grande Lagoa de Apodi, lugar aprazível pelas suas águas mansas e densa floresta de carnaúbas, o município foi fundado como uma sesmaria, nos confins do século XVII. É verdade que os índios foram expulsos do seu torrão, mas não sem antes travarem batalhas ferozes que deixaram nódoas de sangue na beira da lagoa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para entender a bravura do sertanejo, é preciso visitar o imponente Casarão do Ameno e voltar ao tempo do cangaço, quando Massilon Leite saqueou e queimou a cidade em 1927, indo em seguida se juntar ao bando de Lampião para atacar Mossoró. A grande casa do sítio, intocável na sua essência, é o galardão de uma terra de bravos, abarrotado de fatos notáveis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O elemento lúdico da viagem à Apodi fica por conta do Zoológico de Pedras, no meio do sertão seco, onde gatos, cobras, raposas, pebas, macacos e outros animais catingueiros habitam as pedras numa exposição de gravuras ingênuas, representando uma trupe de saltimbancos sertanejos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alheio ao turismo cultural, o homem do campo guarda suas esperanças nas águas da Barragem Santa Cruz, um exuberante lago artificial armazenando 600 milhões de metros cúbicos de água, garantia de mesa farta nas casas de boa fé. Nos finais de semanas descabidos, o sangradouro jorra água constante para um banho de lavar a alma, enquanto os bares às margens da barragem oferecem peixe frito pescado na hora, nutrindo o prazer da gula.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A revoada dos bem-te-vis sobre os casarios coloniais da cidade anuncia que é hora do aconchego, no momento em que o sol descansa lentamente por trás da imensa chapada. A certeza de uma vida honesta é assegurada pelo padroeiro São João, durante as novenas na igreja e nas festividades profanas, quando as chuvas de junho abençoam toda a gente do lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Percorrer os 420 km que separam o município de Apodi da capital potiguar é navegar pelas cavernas do tempo, onde a história de um povo funde-se à natureza exuberante da região, dando ao visitante a convicção de que um dia o sertão já foi mar, sim senhor!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258137414184068370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioHpCh5RI/AAAAAAAACJw/SN8lEjnhwTY/s400/apo_matriz.JPG" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Igreja Matriz de São João Batista.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258137409796716242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioHYsgNtI/AAAAAAAACJo/9BYRp9a9T2U/s400/apo_zoologico.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Zoológico de Pedras.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;-&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPindWXhhqI/AAAAAAAACJQ/ib4fsj5jv6g/s1600-h/apo_rupestre3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258136687617345186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPindWXhhqI/AAAAAAAACJQ/ib4fsj5jv6g/s400/apo_rupestre3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Escrituras rupestres no Lajedo do Soledade.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1088070971721998408-1137115837674830210?l=chaopotiguar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/feeds/1137115837674830210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1088070971721998408&amp;postID=1137115837674830210' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1137115837674830210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1088070971721998408/posts/default/1137115837674830210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://chaopotiguar.blogspot.com/2008/10/apodi-o-serto-dos-paiacus.html' title='Apodi'/><author><name>Alex Gurgel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03376525963113967312</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SurEEpcBsJI/AAAAAAAAD64/83ZkY25JdnY/S220/5cabeca_orkut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_5DKUv2cWZL8/SPioIBSqu-I/AAAAAAAACJ4/SCR-FrkR11U/s72-c/apo_lagoa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
